domingo, 7 de abril de 2013

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Cientistas dizem que um cometa, não um asteroide, causou a extinção dos dinossauros

Extinção  VEJA


Dupla de pesquisadores afirma que o corpo celeste que atingiu o planeta era menor e mais rápido que um asteroide

Halley
Cometa Halley: pesquisadores propõem que um cometa pode ter causado a extinção dos dinossauros, não um asteróide (NASA)
Há cerca de 66 milhões de anos, a Terra passava pela sua quinta grande extinção, que pôs fim ao reinado dos dinossauros. A explicação mais aceita a respeito do que causou essa extinção em massa é o impacto de um asteroide. Mas pesquisadores da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, atribuem esse evento a outro "visitante do espaço": um cometa.

Saiba mais

ASTEROIDES
São corpos celestes menores que planetas formados por rochas e metais, que vagam pelo Sistema Solar desde sua formação, há 4,6 bilhões de anos.
COMETAS
São corpos celestes formados por gelo, gases congelados e poeira.
PERÍODO CRETÁCEO
Última etapa da chamada "Era dos Dinossauros" compreendida entre 145 e 65,5 milhões de anos atrás. Foi marcada, em seu final, pela extinção de todos os dinossauros não avianos.
PERÍODO TERCIÁRIO
Antigo período da era Cenozoica, que congregava as épocas Paleoceno, Eoceno, Oligoceno, Mioceno e Plioceno. A partir de 1989, a Comissão Internacional de Estratigrafia deixou de reconhecer o período Terciário. Em seu lugar foi estabelecido o período Paleogeno (de 65 milhões a 23 milhões de anos atrás) – e, com isso, muitos geólogos passaram a adotar o termo extinção K-Pl (onde Pl representa o período Paleogeno) em substituição ao termo extinção K-T.
Asteroides são corpos celestes formados por rochas. Cometas são "bolas de neve" formadas por uma mistura de gelo, gases congelados e poeira. Quando se aproximam do Sol, os cometas se aquecem e se tornam brilhantes. A poeira e os gases formam uma cauda que pode ter milhões de quilômetros.
A teoria de que um asteroide causou a extinção dos dinossauros se originou com as descobertas do físico americano Luis Alvarez e seu filho, o geólogo Walter Alvarez, professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Em 1980, eles identificaram concentrações elevadas do elemento químico irídio na fronteira K-T, que marca a transição do período Cretáceo para o período Terciário, quando ocorreu a extinção dos dinossauros.
O irídio é um elemento raro na crosta terrestre, mas é comum em rochas espaciais, como asteroides. Para os Alvarez, isso indicava que um asteroide havia colidido com a Terra nesse período, cerca de 66 milhões de anos atrás. Essa teoria continuou em debate até 2010, quando um grupo de 41 cientistas publicou um artigo em favor da hipótese dos Alvarez.

Nova teoria — O local apontado como o ponto de colisão é a Cratera de Chicxulub, soterrada abaixo da Península do Iucatã, no México. Os pesquisadores da Faculdade de Dartmouth, Jason Moore e Mukul Sharma, apresentaram em março, na 44ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária, realizada no Texas, um trabalho em que defendem que o corpo celeste que provocou o impacto e criou Chicxulub é, na verdade, um cometa.
A dupla de Dartmouth analisou os dados publicados sobre o irídio presente na fronteira K-T, comparando-o com o ósmio, outro elemento químico presente em rochas espaciais. Eles concluíram que a quantidade de irídio acumulada era na verdade menor do que os cientistas haviam estimado. Assim, o corpo celeste que atingiu a Terra também teria que ser menor.  Porém, um asteroide pequeno não seria capaz de gerar uma cratera de 180 quilômetros de largura, como a de Chicxulub.
A explicação que melhor se ajustou a um corpo celeste com energia o bastante para gerar tal cratera e que ao mesmo tempo possuísse material rochoso em menor quantidade foi a colisão com um cometa. "Nós propomos um cometa porque eles possuem uma porcentagem menor de irídio e ósmio em relação à sua massa do que asteroides. Um cometa em alta velocidade teria energia suficiente para criar uma cratera de 180 quilômetros de largura", afirma Moore.

arte ciencia cometa ison

Facebook revela 'Home', interface da rede para Android

Mobilidade


Recurso será integrado ao sistema operacional do Google, exibindo na tela inicial de smartphones funcionalidades da rede social

Mark Zuckerberg fala durante o lançamento do novo celular do Facebook com sistema Android
Mark Zuckerberg fala durante o lançamento do novo celular do Facebook com sistema Android - Justin Sullivan/AFP
Depois de muito suspense, o Facebook apresentou nesta quinta-feira o Facebook Home, uma interface que exibe na tela inicial de smartphones que rodam com sistema operacional Android, do Google, funcionalidades da rede social. A apresentação foi feita pelo criador e CEO da empresa, Mark Zuckerberg, na sede da companhia, na Califórnia.


O recurso vai ser liberado para o mercado americano na sexta-feira da próxima semana, na loja de aplicativos Google Play. Por enquanto, contudo, apenas usuários de cinco aparelhos conseguirão rodar o programa: HTC One, HTC One X, Samsung Galaxy S3, Galaxy S4 e Galaxy Note II. Não há previsão para o lançamento no Brasil, nem para a integração com aparelhos com iOS (Apple), Windows Phone 8 (Microsoft) e tablets.
Aparentando mais segurança e tranquilidade do que em eventos anteriores, Zuckerberg abriu a apresentação criticando estratégias de outras companhias no ambiente móvel, ao qual o Facebook decidiu dedicar todas as suas atenções. "Hoje, os aparelhos estão voltados aos aplicativos, e não às pessoas", disse. O CEO da rede foi enfático mais uma vez ao negar boatos de que estivesse trabalhando no desenvolvimento de um smartphone próprio. Só então Zuckerberg se dedicou ao Facebook Home propriamente. "A tela inicial é a alma do celular. Com o Home, você vê o mundo por meio das pessoas."
 
HTC First, primeiro celular com Facebook Home
Com o Home em seus aparelhos, os usuários poderão interagir com a rede social, compartilhando informações e curtindo postagens, por exemplo, sem necessidade de acessar o browser ou o aplicativo (ao lado). Tudo poderá ser feito a partir da tela inicial do aparelho, como o Cover Feed, que exibe as atualizações dos contatos na rede social.
Outra recurso é o ChatHeads, que facilita a comunicação entre usuários. Ao visualizar uma mensagem enviada por um contato, uma foto do perfil dessa pessoa é exibida na tela. Ao clicar na imagem, a conversa é iniciada.
No fim da apresentação, Peter Chou, CEO da empresa taiwanesa HTC, subiu ao palco para revelar aos consumidores o primeiro smartphone integrado ao Facebook Home, o HTC First. O aparelho será vendido pela operadora AT&T nos Estados Unidos por 100 dólares (equivalente a 200 reais) também a partir da sexta-feira da semana que vem. A pré-venda começa nesta quinta-feira e não há informação de comercialização do produto no Brasil.



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Site para contratação de eletricistas e manicure recebe aporte de 6 milhões de reais

Empreendedorismo

Site para contratação de eletricistas e manicure recebe aporte de 6 milhões de reais

Investimento será usado na contratação de novos funcionários e em ações de marketing, garante fundador do serviço

Renata Honorato
Thinkstock
(Thinkstock)
A plataforma brasileira GetNinjas, que permite aos usuários contratar serviços de manicure, eletricista, encanador, entre outros, recebeu um aporte de 6 milhões de reais. O investimento foi feito pelos fundos Monashees Capital, Kaszek Ventures e pela Companhia Financeira Otto.


Esse é o segundo aporte da startup fundada por Eduardo L’Hotellier, em 2011. "O primeiro investimento foi usado para colocar o serviço no ar e testar o mercado. Agora vamos contratar novos funcionários e investir em marketing", explica o empreendedor ao site de VEJA.
O serviço oferecido pelo GetNinjas, por ora, é gratuito para ambas as partes - prestador e cliente. Quando a plataforma sair da fase beta, cuja data ainda não foi estabelecida, o prestador pagará uma taxa variável a cada orçamento solicitado.
"Os percentuais variam de categoria. A taxa paga por uma manicure, serviço que custa em média 20 reais, não será a mesma paga por um professor de idiomas, que conta com um módulo de aulas com valores superiores a 3.000 reais", esclarece o empresário.
Atualmente, a plataforma possui mais de 30.000 prestadores de serviço cadastrados em 3.000 cidades brasileiras. A média registrada pela startup é de 1.000 orçamentos por dia.


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Mandela deixa o hospital depois de tratar uma pneumonia

África do Sul


Alta ocorre após 'melhoria sustentada e gradual em seu estado geral de saúde'

Foto de arquivo do dia 14 de julho de 2005 do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela
Foto de arquivo do dia 14 de julho de 2005 do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela (EFE/Jon Hrusa)
O ex-presidente sul-africano e prêmio Nobel da Paz Nelson Mandela, de 94 anos, recebeu alta do hospital depois de passar nove dias internado para tratar de uma pneumonia, informou neste sábado a Presidência do país. "(Ele) teve alta do hospital neste sábado, 6 de abril, depois de uma melhoria sustentada e gradual em seu estado geral de saúde", afirmou o gabinete de Jacob Zuma.
Na sexta-feira, sua mulher, Graça Machel, disse que Mandela estava bem e se mostrava cada vez melhor da pneumonia que levou à sua internação em 27 de março. "Madiba - como ele é conhecido na África do Sul - está bem, cada vez melhor. Está no hospital simplesmente porque os médicos querem assegurar-se de que está suficientemente forte para voltar para casa e que não terá uma recaída", explicou.
Saúde - A infecção pulmonar que o ex-presidente enfrenta é reincidente e manifestou-se pela primeira vez em 2001. Em 8 de dezembro do ano passado, após passar por uma cirurgia para remoção de cálculos biliares, Mandela passou três semanas no hospital para tratar da infecção nos pulmões e recebeu alta em 26 de dezembro - foi o período mais longo passado pelo líder em um hospital em mais de 20 anos.
Ao sair do hospital, seus parentes preferiram instalá-lo em sua casa de Johannesburgo, a 60 quilômetros de Pretoria e perto dos centros médicos mais modernos do país. Em fevereiro, ele voltou a ser internado num hospital devido a dores abdominais, mas foi liberado no dia seguinte. Essa é a terceira internação de Mandela nos últimos quatro meses.


Biografia - Primeiro presidente negro da África do Sul, Nelson Mandela lutou durante 67 anos contra o regime de segregação racial do apartheid, imposto pela minoria branca sul-africana até sua eleição em 1994, dedicação que lhe valeu, em 1993, o Prêmio Nobel da Paz. Após o fim do mandato, concentrou suas energias em ações junto a organizações sociais e de direitos humanos, promovendo campanhas como a de combate à aids.
Em 2003, aos 85 anos, anunciou sua aposentadoria da vida pública, alegando problemas de saúde. Sua última aparição pública aconteceu na cerimônia de encerramento da Copa do Mundo de futebol, de 2010, na África da Sul. No dia 10 de fevereiro deste ano, recebeu a visita do presidente Zuma, que disse tê-lo visto "em bom estado e relaxado", vendo televisão. Mas alguns dias depois, seu amigo George Bizos, um advogado conhecido no país, o visitou e mostrou-se menos entusiasmado.
(Com agência Reuters)