sábado, 6 de abril de 2013

filme Duelo no Texas


Primeira negociação nuclear com Irã acaba sem avanços

Diplomacia


Teerã se negou a responder a propostas de Grupo 5+1 em quinta rodada

A primeira sessão plenária da quinta rodada de negociações nucleares entre o Grupo 5+1 e o Irã aconteceu na cidade de Almaty, no Cazaquistão
A primeira sessão plenária da quinta rodada de negociações nucleares entre o Grupo 5+1 e o Irã aconteceu na cidade de Almaty, no Cazaquistão (Ilyas Omarov/Reuters)
A primeira sessão plenária da quinta rodada de negociações nucleares entre o Grupo 5+1 e o Irã terminou nesta sexta-feira na cidade de Almaty, no Cazaquistão, sem avanços. O governo de Teerã novamente se mostrou desafiador e se negou a responder à proposta das grandes potências sobre enriquecimento de urânio.
"O Irã não deu nenhuma resposta", disse um porta-voz europeu do Grupo 5+1 (os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Rússia - mais Alemanha) à agência russa Interfax. As duas partes fizeram um intervalo em suas consultas e a delegação iraniana foi até uma mesquita para fazer a oração das sextas-feiras.
Leia também:
Obama volta a cobrar o Irã por causa da questão nuclear
Kerry diz que o tempo é limitado para negociações com o Irã

Por outro lado, o subsecretário do Alto Conselho de Segurança Nacional iraniano, Ali Bageri, disse que seu país havia apresentado suas próprias propostas às grandes potências. "Hoje de manhã o doutor Saeed Jalili apresentou um plano de propostas específico em nome da República Islâmica do Irã para iniciar uma nova cooperação com os seis países", disse em entrevista coletiva em Almaty.
Bageri reconheceu que esse plano faz parte do pacote de propostas já apresentado pelo Irã ao Grupo 5+1 na rodada realizada o ano passado em Moscou. Porém, segundo a agência oficial iraniana Irna, Jalili destacou uma aproximação de posturas durante as negociações de hoje, já que, na sua opinião, a postura do Grupo 5+1 é "mais realista".
A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, convocou o Irã a dar uma resposta clara e concreta à proposta "justa e equilibrada" feita pelo Grupo 5+1 na quarta rodada do fim de fevereiro em Almaty. O porta-voz da Alta Representante da União Europeia, Michael Mann, disse nesta sexta-feira em Almaty que o sexteto está disposto a reconhecer o direito do Irã a enriquecer urânio, mas este país deve garantir o caráter pacífico de seu programa nuclear.
Depois de mais de dois anos de negociação sem avanços, o sexteto propôs na rodada anterior a suspensão do enriquecimento de urânio a 20% no Irã, mas não chegou a exigir o desmonte da usina de processamento nuclear subterrânea de Fordo. Em contrapartida, o grupo se mostrou disposto a suspender as sanções impostas ao comércio de ouro e de metais preciosos entre Irã e outros países, mas não mencionou questões financeiras nem o embargo europeu do petróleo iraniano.

Papa fala pela primeira vez sobre pedofilia: 'Tolerância zero'

Religião


Francisco exige determinação da Igreja em relação aos casos de abusos

Papa Francisco é saudado por multidão na Praça de São Pedro antes de sua primeira audiência pública
Papa Francisco é saudado por multidão na Praça de São Pedro antes de sua primeira audiência pública - Gabriel Bouys/AFP
O papa Francisco exigiu nesta sexta-feira que a Igreja Católica "atue com determinação" diante dos abusos sexuais cometidos por religiosos, ao receber, no Vaticano, os membros da Congregação para a Doutrina da Fé, encarregada de tais denúncias. É a primeira vez que o pontífice latino-americano se pronuncia sobre as milhares de denúncias em todo o mundo contra padres pedófilos.
"O Santo Padre recomendou, em particular, o prosseguimento da linha de seu antecessor Bento XVI de agir com determinação nos casos de abusos sexuais", afirmou em um comunicado o Vaticano. O papa prometeu que manterá a política de tolerância zero contra a pedofilia, como Bento XVI, e convidou a hierarquia da Igreja a promover "acima de tudo medidas de proteção dos menores", segundo a nota divulgada pelo gabinete de imprensa da Santa Sé.


Francisco também pediu para que "todos aqueles que foram vítimas de violência no passado sejam ajudados" e que os devidos procedimentos contra os culpados sejam impulsionados. Também convidou as conferências episcopais de todos os países a "formular e cumprir" as diretrizes estabelecidas e disse que reza de modo particular pelo sofrimento das vítimas de abusos.
Autoridades do Vaticano disseram que Francisco, em uma reunião com o chefe de doutrina da Santa Sé, arcebispo Gerhard Muller, afirmou que combater o abuso sexual é importante "para a Igreja e sua credibilidade". Francisco, eleito no dia 13 de março para substituir Bento XVI após sua renúncia, herdou uma Igreja manchada por problemas e envolvida num grande escândalo de abusos sexuais de crianças cometidos por padres.
Escândalo - Em 5 de fevereiro, a Congregação para a Doutrina da Fé informou que nos últimos três anos chegaram ao Vaticano 1.800 denúncias de casos de abusos sexuais a menores por parte de clérigos e que a maioria deles ocorreram entre 1965 e 1985.
O maior número de denúncias aconteceu em 2004, quando chegaram 800 ao dicastério vaticano, encarregado desse tipo de crime e que enviou em 2011 a todas as Conferências Episcopais um guia para enfrentar, de maneira "coordenada e eficaz", os casos de padres pedófilos. Foi dado um prazo de um ano às conferências para adotarem as diretrizes em matéria de luta contra a pedofilia, que envolvem colaborar com a justiça civil.
 
O escândalo dos sacerdotes que abusaram de crianças e adolescentes explodiu primeiro nos Estados Unidos no início dos anos 2000. Depois afetou as Igrejas de vários países da Europa, sobretudo da Irlanda, onde foram registrados milhares de casos de abusos. A maior parte dos casos data das últimas décadas, mas outro crime ainda viria se somar ao cometido pelos sacerdotes: o silêncio que cobria os atos. Alguns padres eram transferidos ou protegidos pelos prelados.
 
A Igreja da América Latina também conheceu uma série de escândalos. O mais conhecido foi o do fundador mexicano do movimento conservador dos Legionários de Cristo, Marcial Maciel, também culpado de abusos sexuais. O papa Bento XVI pediu perdão em várias ocasiões em nome da Igreja às vítimas e impulsionou a tolerância zero.
 
(Com agências EFE e France-Presse)

Após “devolver” pasta dos Transportes ao PR, Dilma indica ex-titular para ANTT

Blogs e Colunistas




A presidente Dilma Rousseff encaminhou nesta sexta-feira ao Senado a indicação de Paulo Sérgio Passos para a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Passos foi até a semana passada o ministro dos Transportes.
Apesar de ligado ao PR, Passos era considerado por integrantes do próprio partido como da cota pessoal da presidente, e acabou sendo dispensado da chefia depois que Dilma decidiu entregar a pasta para uma facção mais pura do partido, que exigia a volta ao comando. A presidente tenta, com isso, manter a legenda na sua base e ter seu apoio na disputa pela reeleição.
Antes de assumir a ANTT, Passos precisa ter sua indicação apreciada e aprovada pelos senadores.
O PR havia perdido o ministério após a saída tumultuada do ex-ministro Alfredo Nascimento em 2011, quando denúncias de corrupção forçaram sua saída do cargo. Agora, com a reabilitação do partido promovida por Dilma, o senador César Borges (PR-BA) assumiu como titular do ministério.
(Com Estadão Conteúdo)

Barbosa sobre caso Feliciano: "Isso é a democracia"

Supremo


Em palestra na UnB, presidente do STF defendeu a legitimidade tanto da eleição do deputado para comissão quanto dos protestos que pedem sua renúncia

Gabriel Castro, de Brasília
Presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, concede entrevista coletiva em Brasília
Presidente do STF foi homenageado em aula magna na UnB (Fellipe Sampaio/SCO/STF)
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, disse nesta sexta-feira que a eleição do deputado Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara é legal, mas ressaltou que as manifestações contra o parlamentar também são legítimas. "Isso é a democracia", disse Barbosa, que proferiu a aula magna de início de semestre na Universidade de Brasília.
Após sua palestra, o ministro respondeu a perguntas de estudantes. Uma jovem quis saber a opinião de Barbosa sobre o caso Feliciano. O presidente do STF disse que a pergunta era uma "saia justa", mas afirmou que seu posicionamento é "muito simples".
"O deputado Marco Feliciano foi eleito pelos seus pares para assumir um determinado cargo dentro do Congresso Nacional, na Câmara. Os deputados assim o fizeram porque está prevista regimentalmente essa possibilidade", afirmou o ministro, antes de complementar: "A sociedade tem também o direito de se exprimir, como vem se exprimindo, contrariamente à presença dele neste cargo. Isso é democracia".
Feliciano tem depoimento marcado para esta tarde no STF. O deputado é acusado de estelionato por não ter comparecido a dois cultos no Rio Grande do Sul após ter recebido 13 300 reais para participar dos eventos. O depoimento será fechado ao público.
Fazendo menção à universidade, o ministro disse que sua resposta sobre o caso Feliciano "é a resposta de quem viveu durante anos e anos nesse ambiente de liberdade". O presidente do STF foi ovacionado assim que chegou ao centro comunitário da UnB, onde centenas de alunos o aguardavam. Ele foi aplaudido por diversas vezes durante seu discurso.
O ministro sugeriu aos alunos que "leiam tudo", especialmente a Constituição. "Nós precisamos criar um sentimento constitucional nesse país", afirmou. Barbosa foi homenageado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) com uma placa que concede o título de "estudante emérito" da UnB.
Mensalão – O presidente do STF e relator do processo do mensalão disse que o acórdão do julgamento deve sair em breve, mas não estabeleceu um prazo. "Deve sair nos próximos dias. Vai sair, tem que sair", declarou Barbosa.
Apenas o ministro Celso de Mello não concluiu a revisão de seu voto do processo. É o que falta para a publicação do acórdão que permitirá aos réus a apresentação dos últimos recursos antes do cumprimento da sentença.

Feliciano antecipa depoimento e escapa da imprensa

Supremo


Deputado se defendeu de acusação de estelionato em processo no STF; audiência estava marcada para as 14h30, mas começou uma hora antes

Gabriel Castro, de Brasília
Marco Feliciano durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
Deputado chegou uma hora antes para depor e escapou da imprensa (Alan Marques/Folhapress)
O depoimento do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira foi antecipado em uma hora, sem que a imprensa soubesse. O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, acusado de estelionato, falou por cerca de meia hora a um juiz que representava o ministro Ricardo Lewandowski, relator do processo.
Feliciano iniciou seu depoimento por volta de 13h30. A assessoria do parlamentar afirma que ele chegou mais cedo ao Supremo, antes das 13h, e que por acaso o promotor do caso e o juiz já estavam disponíveis, o que permitiu a antecipação do depoimento. Na véspera, o relator havia determinado que a audiência se daria a portas fechadas para evitar a presença de manifestantes e jornalistas.


O deputado é acusado de não comparecer a dois cultos após receber 13.300 reais de cachê. A denúncia foi feita em 2009 pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Ele nega as irregularidades. "Foi um desacordo comercial e o valor já foi devolvido. Confiamos no Supremo", diz o advogado Rafael Novaes. Agora, o processo contra o deputado entrará em sua fase final.
Nas últimas semanas, Feliciano ganhou destaque por suas controversas declarações a respeito de homossexuais e africanos. Apesar de enfrentar protestos rotineiros pedindo sua saída da Comissão de Direitos Humanos, ele resiste e diz que não pretende renunciar.

França pede que turistas evitem transporte coletivo no Brasil

Rio de Janeiro


Nota no site da embaixada recomenda que franceses usem táxi e alerta para aumento dos casos de criminalidade, especialmente à noite

Site alerta para risco no transporte público brasileiro
Site alerta para risco no transporte público brasileiro (Reprodução Internet)
O estupro da turista americana e o espancamento de seu namorado francês em uma van, na madrugada do último sábado, no Rio de Janeiro, levou a Embaixada da França a fazer um alerta a quem pretende visitar o Brasil. Em nota publicada no site da embaixada, o governo francês desaconselha o uso do transporte coletivo à noite, especialmente das vans, “devido a uma onda de assaltos e roubos”.
O aviso, que indica o uso de táxi na cidade, foi publicado na última quarta-feira. Um dia depois do alerta, um grupo de dez alemães que estava em uma van, na Estrada das Paineiras, foi assaltado. Os alemães, que chegaram no Rio quarta-feira, foram assaltados em seu primeiro passeio na cidade, quando pretendiam conhecer o Corcovado.
Os dois crimes contra turistas, em seis dias, teve destaque no noticiário internacional. No primeiro episódio, a jovem americana e seu namorado foram mantidos presos na van, durante seis horas. Segundo as investigações, ela foi estuprada por Wallace Aparecido Souza Silva, 21 anos, Jonathan Froudakis de Souza, 19 anos, e Carlos Armando Costa dos Santos, 21. O namorado foi espancado pelo trio, que usou a chave de roda do veículo. Os três foram reconhecidos e estão presos na Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat).

Chávez é homenageado com missas e atos militares um mês após sua morte

Atualizado: 05/04/2013 19:17 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia





Nélida Fernández.
Caracas, 5 abr (EFE).- No dia em que se completa um mês da morte do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, várias missas, exposições, tiros de salva e atos militares foram realizados em seu país natal e outras nações latino-americanas para homenagear o falecido líder.
As honras a Chávez começaram de manhã com a inauguração de uma exposição de 350 fotos das diversos períodos de sua vida na Biblioteca Nacional da Venezuela. Além disso, desde muito cedo foram postadas mensagens no Twitter alusivas ao governante como 'AunMesDeTuPartidaComandante' e 'UnMesSinTiYsoyMasCHAVISTAqueNUNCA'.
A homenagem prosseguiu na Academia Militar de Caracas, lugar no qual Chávez, que esteve no poder desde 1999 e tinha sido reeleito para o período 2013-2019, se formou e onde foi velado durante dez dias após sua morte, em 5 de março, vítima de um câncer que lhe foi diagnosticado em 2011 e cujo tipo ainda não foi revelado.
No recinto militar, o governante encarregado da Venezuela e candidato às eleições presidenciais, Nicolás Maduro, fez um discurso para uma audiência formada principalmente por militares e que foi transmitido pela emissora estatal 'VTV', no qual chamou Chávez de 'Cristo redentor dos pobres', 'comandante supremo' e 'líder único e irrepetível'.
Primeiro foi 'líder militar' e depois 'líder de toda a América, de todo um mundo que quer uma mudança', e ao morrer 'foi para outra vida, a vida eterna', disse Maduro, candidato do governo para as eleições de 14 de abril.
Maduro foi designado pelo próprio Chávez como potencial candidato à presidência no dia 8 de dezembro do ano passado, quando o então presidente deu sua última declaração pública antes de embarcar para Havana para se submeter a uma cirurgia para combater o câncer.
A missa principal foi realizada no Quartel da Montanha, onde estão os restos mortais de Chávez. Assistiram à cerimônia ministros e familiares do governante, entre eles sua mãe, irmãos, sua filha Rosa e seu filho Hugo.
A eucaristia começou depois de uma salva de artilharia às 16h25 locais (17h55 de Brasília), momento exato do falecimento de Chávez, aos 58 anos.
'Quero que continuemos vivendo neste ambiente de ressurreição e apostando na vida de Hugo Rafael, que está agora mais perto do que nunca do povo como lembrança na alma, em tudo sempre nos acompanha', disse o padre Numa Molina, que oficiou a missa.
'Como ele não vai estar com este povo se o amou tanto? A diferença é que agora o mal não tem domínio sobre ele', afirmou o religioso.
Também houve uma missa no teatro Teresa Carreño, onde também houve uma apresentação de um coral infantil.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, também lembrou hoje a data da morte de Chávez e pediu a seus seguidores um minuto de silêncio durante um ato de governo em La Paz.
Morales lembrou que, em 2003, Chávez disse que apoiava a reivindicação boliviana de recuperar a saída ao oceano Pacífico, perdida em uma guerra contra o Chile em 1879, e que sonhava se banhar algum dia em uma praia boliviana.
'Nenhum presidente, nem ex-presidente (de outros países) se expressou dessa maneira. Que desejava se banhar no mar boliviano, no oceano Pacífico', disse Morales.
Além disso, a reunião de hoje dos chanceleres de Costa Rica, Cuba, Chile e Haiti em Havana começou lembrando o líder venezuelano e o impulso que deu ao projeto regional.
Através de um comunicado, a Chancelaria venezuelana agradeceu pelos atos de lembrança a Chávez com a 'mais sincera e emocionada gratidão a todos os governos, organizações regionais e internacionais e movimentos sociais do mundo inteiro.
'Com seu legado de luta, lealdade, liberdade e amor pela pátria, continuaremos avançando na construção de um mundo pluripolar, de igualdade e justiça, impulsionando e fortalecendo a Revolução Bolivariana e o Socialismo do Século XXI', acrescenta o comunicado. EFE
nf/id
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

Acidente de ônibus mata 14 no Peru

Atualizado: 05/04/2013 20:17 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Acidente de ônibus mata 14 no Peru





Lima, 5 abr (EFE).- Pelo menos 14 pessoas morreram e outras seis ficaram feridas depois que o ônibus no qual viajavam caiu por um precipício em uma remota cidade na região de Puno, no sul do Peru, informou nesta sexta-feira a Polícia Nacional.
Os detalhes do acidente, que aconteceu na quinta-feira no setor de Morocruz, na província de San Antonio de Putina, só foram conhecidos hoje devido à distância do local.
Segundo as informações policiais, o ônibus caiu de um abismo de 200 metros de profundidade quando se dirigia da cidade de Juliaca, capital da província de San Román, para Sina.
A emissora 'Radio Programas del Peru' assinalou que as vítimas são oito homens e seis mulheres e que os feridos foram internados nos hospitais de San Antonio de Putina e de Juliaca. EFE
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

Boeing completa último voo de testes do novo sistema de baterias do 787

Atualizado: 05/04/2013 20:23 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Boeing completa último voo de testes do novo sistema de baterias do 787






Boeing completa último voo de testes do novo sistema de baterias do 787
Boeing completa último voo de testes do novo sistema de baterias do 787
Nova York, 5 abr (EFE).- A Boeing anunciou nesta sexta-feira que completou um voo de demonstração para certificar o novo sistema de baterias para seu avião de passageiros 787, cujas unidades estão em terra desde janeiro passado.
O voo de hoje foi o último teste para certificar o novo sistema de baterias do 787, tal como havia estabelecido a Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), divulgou a empresa por meio de comunicado.
Sem qualquer registro de problemas, o voo de hoje começou em um aeroporto de Washington e teve duração de uma hora e 49 minutos. Agora, a Boeing analisará todos os dados recolhidos, e em seguida, entregará o material à FAA, para que os técnicos federais certifiquem o novo sistema.
Aproximadamente 50 unidades do 787 de várias companhias aéreas de todo o mundo ficarem em meados de janeiro, por causa de dois incêndios similares em aeronaves, nas novas baterias de íons de lítio.
Desde então, Boeing trabalha junto com a FAA para introduzir mudanças que permitam a empresa receber autorização para retomar as operações com este modelo de avião.
As ações da companhia fecharam hoje em alta de 1,44% na Bolsa de Nova York, onde já cresceram 14,34% desde o início do ano, e 17,09% nos últimos 12 meses.
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados