terça-feira, 2 de abril de 2013

Vilanova realiza primeira viagem com o Barcelona após voltar de Nova York

Atualizado: 01/04/2013 19:54 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Vilanova realiza primeira viagem com o Barcelona após voltar de Nova York





Vilanova realiza primeira viagem com o Barcelona após voltar de Nova York
Vilanova realiza primeira viagem com o Barcelona após voltar de Nova York
Barcelona, 1 abr (EFE).- O Barcelona partiu nesta segunda-feira rumo a Paris, onde amanhã jogará contra o Paris Saint-Germain, em confronto válido pelas quartas de final da Liga dos Campeões, com um time liderado pelo treinador Tito Vilanova, que pela primeira vez viaja com o grupo após retornar de Nova York, onde tratava um tumor descoberto há meses.
É a primeira viagem de Vilanova desde janeiro com sua equipe, embora na sexta-feira passada tenha tido o primeiro contato com os jogadores após retornar de Nova York e descansar alguns dias com sua família.
A última vez que Vilanova esteve em uma viagem com o Barcelona foi em 19 de janeiro, quando o time jogou e perdeu para o Real Sociedad (3-2), no que foi o primeiro tropeço dos catalães no Campeonato Espanhol.
Vilanova já teve a primeira oportunidade para estar com o Barcelona no fim de semana passado, mas a equipe técnica decidiu que Jordi Roura continuaria à frente do time, mas em Paris, Vilanova voltará a aparecer tanto na coletiva de imprensa de hoje como na partida de amanhã.
Tito Vilanova conta com a companhia de sua família e não deve estar no banco de reservas amanhã, após ter delegado a Roura a responsabilidade de atender os meios de imprensa.
Além de Vilanova, Éric Abidal, que há meses passou por um transplante de fígado, também viaja com o Barcelona.
A delegação do Barcelona é formada por 21 jogadores: Victor Valdés, José Pinto, Daniel Alves, Gerard Piqué, Cesc Fàbregas, Xavi, David Vila, Iniesta, Alexis Sánchez, Messi, Thiago, Mascherano, Bartra, Sergio Busquets, Jordi Alba, Montoya, Abidal, Song, Tello, Oier e Deulofeu.
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FILME As Branquelas


Família de M.Jackson testemunhará em julgamento relacionado com sua morte

Atualizado: 01/04/2013 19:55 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Família de M.Jackson testemunhará em julgamento relacionado com sua morte




Los Angeles (EUA.), 1 abr (EFE).- Após quase quatro anos da morte de Michael Jackson, as circunstâncias de sua morte voltarão a debate em um novo julgamento por causa de um processo movido por seus familiares contra a promotora AEG, acusada de negligência ao dar assistência médica inadequada ao artista.
Segundo o site da 'CNN', a seleção do júri começa nesta terça-feira em um tribunal de Los Angeles. O processo pode se alongar por vários meses.
A AEG Live é a produtora dos shows que Michael faria na Arena O2 de Londres, pouco antes de sua morte.
O processo, apresentado em setembro de 2010 na Suprema Corte de Los Angeles, se concentra no fato de que a AEG Live atuou supostamente de forma negligente na hora de contratar Conrad Murray como médico pessoal de Michael Jackson.
Murray foi condenado a quatro anos de prisão, a pena máxima possível para um caso de homicídio involuntário, segundo decretou o juiz Michael Pastor, da Suprema Corte de Los Angeles.
Michael Jackson faleceu aos 50 anos em junho de 2009, vítima de uma intoxicação de remédios, principalmente do anestésico de uso hospitalar Propofol, segundo determinou a necrópsia. O cardiologista, responsável por administrar a medicação a Michael Jackson, cumpre pena na prisão do condado de Los Angeles.
A mãe do músico, Katherine, que figura no processo junto com os filhos do artista (Prince, Paris e Blanket), reivindica que o contrato assinado entre Michael Jackson e a AEG obrigava esta empresa a 'atuar razoavelmente' em relação ao bem-estar físico do 'rei do pop'.
Além disso, reprova a entidade pela contratação de Murray como médico pessoal de Jackson sem ter investigado a fundo o histórico do especialista.
'A AEG não ofereceu um médico que realmente se preocupasse com Michael e também não contava com o equipamento adequado para salvar sua vida', afirmou a mãe do artista no processo. É esperado o testemunho de Katherine, Prince e Paris durante o julgamento.
O site da 'CNN' garantiu que os advogados da AEG Live usarão argumentos como os supostos abusos de menores cometidos por Michael Jackson e evidências de sua dependência química para defender o papel da empresa na morte do artista.
'Não sei como se pode evitar a responsabilidade do senhor Michael Jackson neste caso', disse o advogado da AEG Live, Marvin Putnam, em um trecho de um documentário que a 'CNN' exibirá nesta sexta-feira.
Putnam afirma que o julgamento sobre os abusos é relevante 'porque resultou em um aumento incrível de seu consumo de medicamentos'.
A juíza da Suprema Corte do condado de Los Angeles, Yvette Palazuelos, disse em fevereiro que os advogados da família Jackson tinham reunido material suficiente para denunciar judicialmente o caso e demonstrar que a AEG Live poderia ter advertido que Murray utilizaria medicamentos de risco na hora de tratar do artista.
Os parentes de Jackson esperam receber uma quantia similar a que o músico receberia durante o curso de sua carreira se não tivesse morrido. Segundo especialistas, essa quantia é estimada em vários bilhões de dólares. EFE
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Maduro tem vantagem de 10,6 pontos sobre Capriles, segundo pesquisa

Atualizado: 01/04/2013 19:59 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Maduro tem vantagem de 10,6 pontos sobre Capriles, segundo pesquisa





Maduro tem vantagem de 10,6 pontos sobre Capriles, segundo pesquisa
Maduro tem vantagem de 10,6 pontos sobre Capriles, segundo pesquisa
Caracas, 1 abr (EFE).- O candidato do movimento chavista às eleições presidenciais na Venezuela, Nicolás Maduro, tem uma vantagem de 10,6 pontos sobre seu principal rival, Henrique Capriles, a duas semanas do pleito que vai escolher o sucessor de Hugo Chávez, informou nesta segunda-feira a pesquisa GIS-XXI.
Segundo a enquete, se o comparecimento popular às urnas for de 77% a 80% no dia das eleições, Maduro obteria 55,3% dos votos, e Capriles, candidato do partido opositor Mesa da Unidade Democrática, receberia 44,7%.
'A manobra desta etapa resultou em um caminho favorável ao chavismo e a seu candidato Nicolás Maduro, e por outro lado significou uma perda de espaço tanto da oposição como de seu candidato', disse o diretor da pesquisa, Jesse Chacón, ao apresentar os resultados.
A pesquisa foi realizada em todo o país entre os dias 18 e 23 de março, duas semanas depois da morte de Hugo Chávez, com uma amostra de 1.500 pessoas, com uma margem de erro de 2,5% para mais ou para menos.
O responsável pela pesquisa e ex-ministro de Chávez em várias ocasiões, declarou que com relação a uma pesquisa de fevereiro, o percentual de Maduro aumentou aproximadamente 7 pontos em relação ao de Capriles, que caiu por volta de 4 pontos.
Maduro foi proclamado o candidato da situação para as eleições de 14 de abril depois que Chávez o nomeou como seu sucessor poucos meses antes de morrer de câncer, no dia 5 de março.
A pesquisa mediu também a avaliação que os venezuelanos fizeram dos 14 anos em que Chávez governou a Venezuela (1999-2013).
Para 77% dos consultados, a gestão foi boa ou ótima, enquanto para 15% ela foi razoável.
Ao perguntar aos eleitores sobre a sensação imediata à morte de Chávez, 39% disseram ter sentido tristeza ou amor, seguidos por 16% que afirmaram ter reagido com preocupação ou medo. Quanto à primeira reação após saber da notícia, 25% disseram que choraram.
A pesquisa também mostrou que 49% dos consultados simpatizam com Maduro, contra 35% que preferem Capriles.
O candidato governista é considerado 'honesto' por 54% dos consultados, contra 32% do opositor.
Por fim, 59% veem Maduro com capacidade para unir os venezuelanos, contra 36% que acreditam que Capriles é o ideal para essa função.
De acordo com a pesquisa, 52% avaliam como ruim ou péssimo o comportamento de Capriles após a morte de Chávez, e 30% o consideram bom ou ótimo. Essas porcentagens chegam a 25% e 60% no caso de Maduro.
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Nova York recomeça busca por corpos de vítimas do 11/9

Atualizado: 01/04/2013 20:05 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Nova York recomeça busca por corpos de vítimas do 11/9




Nova York recomeça busca por corpos de vítimas do 11/9
Nova York recomeça busca por corpos de vítimas do 11/9
Nova York, 1 abr (EFE).- As autoridades de Nova York iniciaram nesta segunda-feira uma nova campanha para a busca e identificação dos restos mortais de mais de mil vítimas dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, em meio às queixas das famílias pela forma como é feito este procedimento.
Especialistas e legistas começaram nesta manhã a analisar 450 metros cúbicos de escombros procedentes das obras realizadas nos últimos dois anos e meio na área próxima das Torres Gêmeas.
A análise será supervisionada pelo escritório legista da cidade (OCME, sigla em inglês) e vai acontecer em uma instalação municipal construída próxima do aterro sanitário de Fresh Kills, em Staten Island, por aproximadamente dez semanas.
Assim como vem sendo feito desde os atentados, os restos mortais que forem encontrados passarão por exames de DNA, que serão comparados com o dos familiares dos desaparecidos.
No entanto, a iniciativa não agradou as associações de familiares das vítimas, que no último fim de semana pediram, sem sucesso, que as buscas fossem paralisadas até que uma melhor análise dos escombros já retirados fosse feita e que a investigação estivesse a cargo de outras entidades.
No passado, foram feitas alegações que a OCME manejou mal o material genético procedente dos restos humanos achados entre os escombros dos atentados, o que impediu a realização de um número preciso de identificações.
Duas associações, 'Pais e Famílias de Bombeiros do 11/9' e 'Vítimas do WTC' (World Trade Center), convocaram para hoje um protesto em frente à Prefeitura para insistir com suas reivindicações, entre elas o fim das novas buscas até que a OCME esteja sob tutela do estado de Nova York.
'Tudo isso é um escândalo e ninguém da Prefeitura nos ouve', disse à Agência Efe Sally Regenhard, uma porta-voz do grupo 'Vítimas do WTC'.
No entanto, as autoridades municipais se negaram em adiar a análise iniciada hoje da carga de 60 caminhões de obras públicas com material guardado desde junho de 2010.
A Prefeitura insiste que a investigação vai continuar até que tudo o que falta seja analisado.
'Os esforços da cidade para tentar identificar todos os desaparecidos no 11/9 já duram mais de uma década e continuarão até quando for necessário. Estamos agindo conforme o previsto', afirmou à Efe a porta-voz municipal Samantha Levine.
Nos atentados do 11/9 morreram 2.750 pessoas e até agora só foram identificadas 1.634, o que significa que existem mais de mil pessoas cujos restos mortais ainda não foram encontrados.
O passar do tempo não acalmou a ansiedade dos familiares, que continuam sem saber com toda certeza o que aconteceu com seus parentes mortos no atentado e também não têm como sepultá-los.
Um caso que chamou atenção especial ocorreu em agosto do ano passado, quando a família de Randy Scott, que trabalhava em uma firma financeira em uma das duas torres do WTC, recebeu uma nota manuscrita encontrada entre os escombros com os dizeres: 'Apartamento 84 escritório oeste. 12 pessoas presas'.
O autor da nota, que foi encontrada na rua no dia dos atentados e passou por várias instituições, foi identificado graças a uma gota de sangue cujo DNA pôde ser analisado e comparado com o dos familiares de Scott.
O processo de busca pelos restos mortais foi acelerado em 2006, quando foram encontrados ossos humanos em um esgoto da região, e desde então foram identificadas 34 novas vítimas e se encontraram 2.435 fragmentos de corpos de vítimas já identificadas, segundo números oficiais.
Alguns restos humanos não puderam ser identificados, pois seu material genético estava danificado demais e, atualmente, há uma disputa entre as famílias dos desaparecidos e o centro de visitantes do 11/9, onde serão sepultados os corpos.
Os parentes querem ter acesso, em paz, aos restos de seus familiares, sem a multidão de turistas que todos os dias passam pelo memorial.
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Mulher mais velha dos Estados Unidos morre aos 113 anos

Atualizado: 01/04/2013 20:08 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Mulher mais velha dos Estados Unidos morre aos 113 anos




Miami, 1 abr (EFE).- A mulher que era a mais velha dos Estados Unidos até agora, Elsie Thompson, morreu na Flórida aos 113 anos de idade, publicaram nesta segunda-feira alguns veículos da imprensa local.
A mulher morreu no dia 21 de março apenas duas semanas antes de completar 114 anos, no dia 5 de abril. Na semana passada aconteceu o funeral em sua memória em uma igreja metodista de Clearwater (Flórida).
Elsie nasceu no estado da Pensilvânia em 1899 e se casou ali com o senador estadual Ronald Thompson. Ambos se mudaram para Clearwater após a aposentadoria do marido, que faleceu em 1986.
Elsie afirmou em entrevistas anteriores para os meios locais que o segredo de sua longevidade estava no fato de gostar de estar com gente e que sempre encarava um novo dia com um sorriso.
Está previsto que suas cinzas sejam transferidas para a Pensilvânia para serem sepultadas com seu marido, informou seu único filho, de 72 anos e residente da Califórnia ao jornal 'The Tampa Bay Times'.
Após a morte de Elsie, Jeralean Talley - nascida no dia 23 de maio de 1899 - passa a ser a americana mais velha do país. EFE
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Orlando Bloom estreia na Broadway com versão inter-racial de Romeo e Julieta

Atualizado: 01/04/2013 20:18 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Orlando Bloom estreia na Broadway com versão inter-racial de Romeo e Julieta




Orlando Bloom estreia na Broadway com versão inter-racial de Romeo e Julieta
Orlando Bloom estreia na Broadway com versão inter-racial de Romeo e Julieta
Nova York, 1 abr (EFE).- O ator britânico Orlando Bloom fará sua estreia nos palcos da Broadway com uma nova versão de 'Romeo e Julieta' na qual a protagonista será interpretada pela atriz afro-americana Condola Rashad, informou nesta segunda-feira a imprensa local.
O clássico de Shakespeare tem estreia prevista para o dia 19 de setembro no teatro Richard Rogers em Manhattan.
A nova versão de 'Romeo e Julieta' será dirigida por David Leveaux, que já dirigiu outras estrelas de Hollywood no passado em suas estreias na Broadway, como o espanhol Antonio Banderas em sua primeira aparição nos teatros de Nova York em 2003.
Bloom, de 36 anos, fez seu estreia teatral no West End de Londres em 2007, em uma representação de 'In Celebration' de David Storey. Já Condola Roshad, de 26 anos, conta em seu histórico com uma nomeação para um prêmio Tony por seu papel em 'Stick Fly'.
A última vez que este clássico de Shakespeare foi representado na Broadway foi há mais de duas décadas, com uma versão do Circle in the Square que estreou em 1977, lembrou hoje 'The New York Times'.
'Não pretendo transformar uma versão contemporânea de Shakespeare em um ponto de vista político ou sociológico', disse o diretor ao jornal, que também lembrou que na atualidade ainda existem famílias que seriam contra uma relação inter-racial de seus filhos.
A atriz americana Jayne Houdyshell, ganhadora de um prêmio Tony, interpretará o papel de ama de leite e confidente de Julieta. O também americano Joe Morton será o senhor Capuleto, o patriarca da família de Julieta.
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Incêndio em mesquita deixa 13 mortos em Mianmar

Atualizado: 01/04/2013 20:25 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Incêndio em mesquita deixa 13 mortos em Mianmar





Bangcoc, 2 abr (EFE).- Pelo menos 13 pessoas, entre elas várias crianças, morreram nesta madrugada na capital de Mianmar, Yangun, após um incêndio por uma falha elétrica na mesquita onde pernoitavam, informou a polícia do país.
A mesquita, localizada no leste de Yangun, era lugar de hospedagem para 75 crianças órfãs. Segundo as autoridades a maioria saiu ilesa das chamas, afirmaram as autoridades.
Thet Lwin, porta-voz da polícia de Yangun, disse à imprensa que o fogo ocorreu devido ao superaquecimento de um transformador 'e não por atividades criminosas'.
Vários povoados, localizados nas províncias centrais do país, estão imersas em uma onda de violência entre seguidores budistas e muçulmanos que explodiu no último dia 20 de março após uma discussão na cidade de Meiktila, província de Mandalay, entre os donos muçulmanos de uma loja de ouro e clientes budistas.
Desde essa data, as batalhas se propagaram pelo menos por outras 15 cidades e causaram a morte de 43 pessoas, 86 ficaram feridas e cerca de 12 mil tiveram que abandonar seus lares, segundo números oficiais.
O Ministério do Interior calcula que mais de 1.300 edifícios, grande parte deles localizados nos bairros de maioria muçulmana, foram completamente destruídos.
As autoridades birmanesas afirmaram que 68 pessoas foram detidas por seu envolvimento nestes incidentes violentos. EFE
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Obama corre contra o tempo para evitar desemprego nos EUA

Dívida fiscal

Obama corre contra o tempo para evitar desemprego nos EUA

Parte do plano de controle do déficit público prevê corte automático de mais de 85 bilhões de dólares do orçamento destinado à Defesa a partir de 1º de março

Barack Obama, em última coletiva de imprensa de seu primeiro mandato
Para o presidente Barack Obama, os cortes previstos para semana que vem não são inteligentes e vão prejudicar a economia dos EUA (Jason Reed / Reuters)
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou nesta terça-feira sobre os danos à economia e à criação de empregos que a entrada em vigor de cortes automáticos de despesa previstos para 1º de março podem causar. Por uma decisão do Congresso adotada em 2011, sem um acordo sobre a redução do grande déficit público, entrarão em vigor cortes automáticos de mais de 85 bilhões de dólares - a maioria no orçamento destinado à Defesa. "Esses cortes não são inteligentes, não são justos, e prejudicarão nossa economia", sustentou Obama.
O presidente foi acompanhado de trabalhadores dos serviços de emergências do governo federal, que foram usados de exemplo ao lado de professores, agentes do FBI e controladores do tráfego aéreo que poderiam perder seus empregos devido aos cortes. "Nossa prioridade máxima deve ser fazer todo o possível para que a economia cresça e criar bons empregos para a classe média", ressaltou Obama em um pronunciamento na Casa Branca ao lembrar que, se esses cortes entrarem em vigor, ocorrerá "exatamente o contrário".
O propósito de Obama é que o Congresso aprove um plano de curto prazo que combine reduções de despesa e aumento de receitas fiscais para evitar esses cortes, que em princípio eram previstos para o início do ano e foram adiados. "A porta está aberta. Eu pus duros cortes e reformas sobre a mesa e estou disposto a trabalhar com todo mundo para chegar a um acordo", disse o presidente.

Obama também lembrou que está disposto a cortar despesas em programas sociais, como pedem os republicanos, mas afirmou que é igualmente necessária uma reforma para fechar muitas "lacunas" fiscais e aumentar as cargas de impostos aos cidadãos mais ricos. "Infelizmente, os republicanos não pedem nada aos americanos mais ricos nem às corporações maiores", lamentou Obama em referência à oposição dos conservadores a que esses setores paguem mais impostos.
Os democratas no Senado apresentaram um plano na semana passada para evitar esses cortes que estão enfrentando uma forte oposição dos republicanos.
(VEJA Com agência EFE)