sexta-feira, 29 de março de 2013

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Taxa de desemprego fica em 5,6% em fevereiro deste ano

Trabalho

Taxa de desemprego fica em 5,6% em fevereiro deste ano

É o mais baixo resultado para o mês desde o início da série do IBGE

Funcionário na linha de produção da fábrica da AmBev, em Minas Gerais
A massa de renda real habitual dos ocupados no país somou 42,8 bilhões de reais em fevereiro (Léo Drumond)
A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 5,6% em fevereiro. É o mais baixo resultado para o mês desde o início da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego, que começou em março de 2002. Em janeiro, a taxa foi de 5,4%, e, em fevereiro do ano passado, de 5,7%. O rendimento médio real dos trabalhadores registrou variação de 1,2% em fevereiro ante janeiro e aumento de 2,4% na comparação com fevereiro de 2012.
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A massa de renda real habitual dos trabalhadores no país somou 42,8 bilhões de reais em fevereiro, mostrando estabilidade em relação a janeiro. Na comparação com fevereiro de 2012, a massa cresceu 4,2%. Já a massa de renda real efetiva dos ocupados totalizou 42,6 bilhões de reais em janeiro, o que representa um recuo de 21,9% em relação a dezembro de 2012. Na comparação com janeiro de 2012, houve aumento de 4,4% na massa de renda efetiva. O rendimento médio real dos trabalhadores em fevereiro foi de 1.849,50 reais, contra 1.827,55 reais em janeiro.
(Com Estadão Conteúdo)

Irã instala centrífugas mais modernas para enriquecer urânio

Oriente Médio       VEJA

Irã instala centrífugas mais modernas para enriquecer urânio

Os novos aparelhos, mais avançados, podem acelerar o processo em 3 vezes

Centrífugas da usina nuclear de Nantanz estão mais potentes
Centrífugas da usina nuclear de Nantanz estão mais potentes (Press TV/AFP)
O diretor da Organização de Energia Atômica do Irã, Fereydoun Abbasi, confirmou nesta quarta-feira que foram instaladas centrífugas de última geração para o enriquecimento de urânio na cidade de Natanz, na região central iraniana. Sem detalhar o número dos novos dispositivos, ele afirmou que a instalação começou há quase um mês. O anúncio ocorre no mesmo dia em que inspetores nucleares da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) participam em Teerã de uma nova rodada de negociações sobre o controverso programa nuclear do país, com o objetivo expandir a fiscalização de testes suspeitos de estar relacionados com o desenvolvimento de armas.


"Para atingir escala industrial (combustível nuclear) de produção, temos que instalar um grande número desses dispositivos”, afirmou Abbasi, de acordo com a rede pública de televisão iraniana PressTV. Ele disse que os novos aparelhos “destinam-se a enriquecer o urânio em até 5%, e não têm nenhum uso para o enriquecimento a 20%”. O número de centrífugas instaladas não está claro, mas calcula-se que ele pode chegar a 3.000. Em seu último relatório, em novembro de 2012, a Aiea afirmou que Natanz abrigava 8.856 centrífugas IR-1 em atividade de enriquecimento a 5%, e 328 para o enriquecimento a 20%.

Em janeiro, o Irã enviou uma carta à Aiea afirmando que pretendia instalar um número indeterminado de novas centrífugas em Natanz, sua principal planta de enriquecimento de urânio. A decisão trouxe preocupações para os Estados Unidos e seus aliados, especialmente Israel, para quem o objetivo iraniano é desenvolver armas nucleares - o que Teerã nega. A atualização no equipamento pode tornar até três vezes mais rápido o processo de enriquecimento de urânio, segundo um diplomata citado pelo jornal The New York Times, que não foi identificado devido à natureza secreta do documento enviado à agência da ONU.


Atualmente, o Irã usa centrífugas modelo IR1, desenvolvidas na década de 70. Agora o país estaria se preparando para instalar equipamentos modelo IR2m, mais avançados. O Irã já dizia há anos que estava inclinado a melhorar sua capacidade de enriquecimento com novas centrífugas desenvolvidas internamente a partir de tecnologia inicialmente adquirida do Paquistão. Analistas afirmavam que o Irã não tinha acesso a muitos materiais necessários para a construção de novas centrífugas, mas Teerã afirma estar fabricando o que não consegue importar - e continua a defender que seu programa nuclear tem fins pacíficos.

O programa nuclear iraniano é alvo de uma série de sanções internacionais nas áreas econômica, comercial e financeira, além de militar. Para grande parte da comunidade internacional, o programa é suspeito de ter fins não pacíficos. Já o Irã assegura que enriquece urânio até uma pureza de 5% para a produção de eletricidade, ou até 20% para alimentar um reator de pesquisa médica. Mas as grandes potências temem que o país pode enriquecer até 90%, o nível necessário para fazer uma arma nuclear.
Diálogo - Autoridades iranianas se reuniram em Teerã nesta quarta com Herman Nackaerts, vice-diretor da agência de energia atômica da ONU. Depois do encontro, o enviado do Irã para a Aiea disse que as duas partes concordaram em “alguns pontos”, e que uma nova reunião será realizada. A declaração de Ali Asghar Soltanieh indica que os dois lados falharam mais uma vez em finalizar um acordo que permita à agência reiniciar sua investigação sobre o programa nuclear iraniano.
“Além de afastar algumas diferenças e concordar sobre alguns pontos do texto, os dois lados decidiram examinar e trocar ideias sobre novas propostas que foram apresentadas nesta reunião, no próximo encontro”, disse Soltanieh, segundo a agência Fars.
Há meses a agência da ONU tem pressionado Teerã para conseguir acesso a uma área militar restrita em Parchin, cerca de 30 quilômetros ao sul da capital. Inspetores internacionais suspeitam que o local pode estar sendo usado para testar bombas. “As diferenças continuam, mas vamos trabalhar muito para tentar resolvê-las”, disse Nackaerts a jornalistas em Viena, antes de viajar a Teerã, de acordo com a agência estatal iraniana Irna.
A mesma agência divulgou uma declaração do presidente Mahmoud Ahmadinejad dizendo que o diálogo era “a única solução” para a questão nuclear, e que o Irã já era um país nuclear. “É impossível recuar desse caminho”.
Em outra linha de negociação, autoridades iranianas devem se reunir com representantes dos Estados Unidos, China, Rússia, Grã-Bretanha, França e Alemanha, no final deste mês, no Cazaquistão. O encontro faz parte de uma série de conversas entre os países sobre o programa de enriquecimento de urânio do Irã – negociações que até agora têm se mostrado inconclusivas.
As preocupações sobre o programa nuclear iraniano aumentaram depois de a Coreia do Norte ter anunciado a realização do terceiro teste nuclear de sua história, nesta terça-feira. Acredita-se que os dois países compartilham conhecimento nuclear.
(Com agência Reuters)

Irã oferece 'pacote de propostas' em diálogo com potências

Diplomacia

Irã oferece 'pacote de propostas' em diálogo com potências

O governo de Teerã diz que pode contemplar a paralisação do enriquecimento de urânio a 20% - em troca da suspensão de todas as sanções internacionais

Países participam das negociações de Almaty, no Cazaquistão
Países participam das negociações de Almaty, no Cazaquistão (Stanislav Filippov / Reuters)
O Irã vai fazer uma nova oferta às potências do grupo 5+1 (Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia, China e Alemanha) sobre seu controverso programa nuclear nas negociações de Almaty, que começaram nesta terça-feira, no Cazaquistão. O objetivo é superar as divergências entre as partes, informou à agência France-Presse uma fonte ligada à delegação iraniana.
"Preparamos nossa própria oferta com várias versões diferentes. Em função da oferta feita pelo grupo 5+1, apresentaremos uma de nossas versões", afirmou a fonte, acrescentando que Teerã pode contemplar a paralisação do enriquecimento de urânio a 20% em troca da suspensão de todas as sanções internacionais, em particular as do Conselho de Segurança da ONU.


Segundo a TV estatal iraniana, o país vai oferecer um "pacote abrangente de propostas" durante as negociações nucleares com as potências mundiais, e as propostas podem mudar dependendo das ofertas do grupo 5+1. Diplomatas ocidentais adiantaram que as potências ofereceriam alívio das sanções sobre o comércio de ouro e metais preciosos se o Irã fechar a usina subterrânea de enriquecimento de urânio de Fordow.
Diplomatas esperam que a última rodada de negociações vai quebrar o impasse sobre as atividades nucleares do Irã, que os Estados Unidos e seus aliados suspeitam que têm a intenção de desenvolver armas, acusações que Teerã nega. O programa nuclear iraniano é alvo de uma série de sanções internacionais nas áreas econômica, comercial e financeira, além de militar.


Esta foi a primeira reunião em oito meses entre o Irã e seis grandes potências mundiais, e nesse período a República Islâmica expandiu as atividades que o Ocidente suspeita que possam levar ao desenvolvimento de armas nucleares. As negociações em Almaty, que se seguem a encontros inconclusivos no ano passado em Istambul, Bagdá e Moscou, devem ir até quarta-feira.

Mas, num momento em que a elite política iraniana está preocupada com as disputas que antecedem à eleição presidencial de junho no país, poucos acreditam que a reunião resultará em alguma solução para o impasse, que já se arrasta há uma década. "Ninguém espera ir embora de Almaty com um acordo totalmente concluído", disse um porta-voz de Catherine Ashton, chefe de política externa da União Europeia.
(Com agências France-Presse e Reuters)

Irã monta 3.000 novas centrífugas para enriquecer urânio

Oriente Médio        VEJA

Irã monta 3.000 novas centrífugas para enriquecer urânio

País havia anunciado que instalaria uma nova geração de máquinas perto de Natanz, mas é a primeira vez em que aparecem dados e números específicos

O pôster de Ali Khamanei, Líder Supremo do Irã, próximo às centrífugas de energia nuclear
O pôster de Ali Khamanei, Líder Supremo do Irã, próximo às centrífugas de energia nuclear (IRIB Iranian TV/Reuters)
O Irã está montando cerca de 3.000 centrífugas avançadas para enriquecimento de urânio, informou a imprensa iraniana neste domingo. A notícia deve ampliar as preocupações do Ocidente sobre o controverso programa nuclear da República Islâmica.


O Irã anunciou no início do ano que instalaria uma nova geração de centrífugas na sua principal usina de enriquecimento de urânio, perto da cidade de Natanz, no centro do país, mas nas informações deste domingo aparecem pela primeira vez dados e números específicos sobre as máquinas.


Se funcionarem corretamente, elas máquinas poderão permitir que o Irã acelere significativamente a construção do seu estoque de urânio enriquecido, um material que o Ocidente teme que possa ser usado no desenvolvimento de armas atômicas. Teerã insiste no caráter pacífico das suas atividades.
(Com agência Reuters)

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"Nenhum presidente fez tanto para proteger Israel", diz vice de Obama

Diplomacia

"Nenhum presidente fez tanto para proteger Israel", diz vice de Obama

Biden defendeu política americana para aliado em discurso a grupo pró-Israel

O vice-presidente americano Joe Biden discursa para o  Comitê Americano para Assuntos Israelenses
O vice-presidente americano Joe Biden discursa para o  Comitê Americano para Assuntos Israelenses (Chip Somodevilla / AFP)
Três semanas antes da primeira viagem de Barack Obama como presidente a Israel, o vice-presidente Joe Biden procurou nesta segunda-feira amenizar qualquer tensão entre os dois países, ao dizer para um influente grupo pró-Israel que “o presidente Barack Obama não está blefando” ao falar sobre impedir o Irã de conseguir uma arma nuclear. A declaração foi uma referência à ameaça do governo americano de usar a forma militar – se as vias diplomáticas falharem – para interromper o programa nuclear iraniano.
“Nenhum presidente fez tanto para proteger fisicamente Israel quanto Barack Obama”, disse, em discurso ao Comitê Americano para Assuntos Israelenses, segundo informação do jornal The New York Times.


Pouco depois do discurso do vice-presidente americano, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, apareceu via satélite no evento para dizer que está ansioso para agradecer Obama pelo apoio e que pretende discutir com o presidente americano as ameaças provenientes da Síria e do Irã, país que, em sua avaliação, está desafiando a diplomacia e caminhando rapidamente em direção à “linha vermelha” com seu programa nuclear.
Houve algumas poucas manifestações de desconforto entre os participantes do evento sobre a nomeação do ex-senador Chuck Hagel para comandar o Pentágono. Ele recebeu críticas por comentários contrários à influência do lobby pró-Israel no Congresso americano. Mas o comitê não assumiu uma posição pública sobre a indicação.
Saiba mais: Irã oferece 'pacote de propostas' em diálogo com potências
Ao demonstrar posições harmônicas, os dois países tentam se livrar das impressões dos últimos anos, quando a conferência expôs tensões entre a administração Obama e o governo Netanyahu relacionadas a questões como os assentamentos judaicos e as estratégias para enfrentar a ameaça iraniana.
Mais cedo, o secretário de Estado americano, John Kerry, disse que há um período limitado de tempo disponível para as conversações entre o Irã e as potências mundiais sobre o controverso programa nuclear iraniano.