quinta-feira, 28 de março de 2013

Broke Girls

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Assistir 2 Broke Girls 1 Temporada Dublado e Legendado

Descrição:

2 Broke Girls é uma série de televisão americana que estreou nos Estados Unidos em 19 de setembro de 2011 na CBS. É transmitida no Brasil pela Warner Channel. Sinopse A série narra a vida de duas garçonetes Max, uma garota pobre (que também trabalha como babá para uma socialite), e Caroline, que nasceu rica mas perdeu tudo. As duas se tornam amigas quando começam a trabalhar juntas em um restaurante. Elas tem um sonho de abrir um loja de cupcake, para isso precisam juntar 250 mil doláres, a cada episódio é mostrado a dificuldade que elas tem em pagar as contas e tentar economizar para realizar o sonho de suas vidas. Produção A série, juntamente com Whitney, é produzida e co-escrita por Whitney Cummings, os dois sitcoms foram escolhidos para estrear no fall season 2011-2012. 2 Brooke Girls foi disputada por algumas emissoras, até que a CBS fechou o contrato para produzir a primeira temporada. 2 Broke Girls foi indicada como Favorite New TV Comedy no People's Choice Awards.

TEMPORADAS COMPLETAS

Assistir 2 Broke Girls 1 Temporada

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Assistir 2 Broke Girls 1 Temporada Dublado e Legendado

Descrição:

2 Broke Girls é uma série de televisão americana que estreou nos Estados Unidos em 19 de setembro de 2011 na CBS. É transmitida no Brasil pela Warner Channel. Sinopse A série narra a vida de duas garçonetes Max, uma garota pobre (que também trabalha como babá para uma socialite), e Caroline, que nasceu rica mas perdeu tudo. As duas se tornam amigas quando começam a trabalhar juntas em um restaurante. Elas tem um sonho de abrir um loja de cupcake, para isso precisam juntar 250 mil doláres, a cada episódio é mostrado a dificuldade que elas tem em pagar as contas e tentar economizar para realizar o sonho de suas vidas. Produção A série, juntamente com Whitney, é produzida e co-escrita por Whitney Cummings, os dois sitcoms foram escolhidos para estrear no fall season 2011-2012. 2 Brooke Girls foi disputada por algumas emissoras, até que a CBS fechou o contrato para produzir a primeira temporada. 2 Broke Girls foi indicada como Favorite New TV Comedy no People's Choice Awards.

Assistir Episódios:

2 Broke Girls 1ª temporada ( Legendado )MixVideo
Episódio 01 - PilotMixVideo
Episódio 02 - And the Break-up SceneMixVideo
Episódio 03 - And Strokes of GoodwillMixVideo
Episódio 04 - And The Rich People ProblemsMixVideo
Episódio 05 - And The '90's Horse PartyMixVideo
Episódio 06 - And the Disappearing BedMixVideo
Episódio 07 - And the Pretty ProblemMixVideo
Episódio 08 - And Hoarder CultureMixVideo
Episódio 09 - And The Really Petty CashMixVideo
Episódio 10 - And the Very Christmas ThanksgivingMixVideo
Episódio 11 - And The Reality CheckMixVideo
Episódio 12 - And The Pop-Up SaleMixVideo
Episódio 13 - And The Secret IngredientMixVideo
Episódio 14 - And The Upstairs NeighborMixVideo
Episódio 15 - And The Blind SpotMixVideo
Episódio 16 - And the Broken HeartsMixVideo
Episódio 17 - And the Kosher CupcakesMixVideo
Episódio 18 - And the One-Night StandsMixVideo
Episódio 19 - And The Spring Break MixVideo
Episódio 20 - And The Drug Money MixVideo
Episódio 21 - And the Messy Purse Smackdown MixVideo
Episódio 22 - And the Big Buttercream Breakthrough MixVideo
Episódio 23 - And Martha Stewart Have a Ball (Part 1) MixVideo
Episódio 24 - And Martha Stewart Have a Ball (Part 2) MixVideo

Web pode ter sofrido um dos maiores ataques da história

Rede       VEJA

Web pode ter sofrido um dos maiores ataques da história

De acordo com a BBC, episódio foi provocado por ataques de negação de serviço. Até gigantes como o Google teriam sido atingidos

Escritores_internet
(Getty Images)
Um desentendimento entre o grupo inglês Spamhaus, organização que combate o spam na internet, e a companhia holandesa Cyberbunker, especializada na hospedagem de serviços digitais, pode ter dado origem, na semana passada, a um dos maiores ataques virtuais da história da internet. De acordo com a rede britânica BBC, o conflito entre as partes desencadeou uma série de ataques de negação de serviço – conhecidos por causar o engarrafamento de dados na rede –, causando lentidão para milhões de usuários de internet ao redor do planeta.


O conflito começou quando o Spamhaus adicionou os serviços da Cyberbunker a uma lista de bloqueio de spam, alegando que a empresa holandesa e seus clientes eram uma fonte de mensagens indesejadas e infectadas por vírus. Dessa forma, os usuários não conseguiram mais acessar sites da Cyberbunker e as páginas hospedadas no serviço.
A resposta à restrição veio por meio de uma nota oficial da Cyberbunker. A empresa acusou a Spamhaus de "abusar" do poder de decidir quais dados poderiam ou não trafegar pela internet.
A história, contudo, não acabou aí. Segundo a Spamhaus, a Cyberbunker – em "parceria com cibercriminosos" – teria iniciado então um ataque indiscriminado aos servidores de DNS responsáveis por manter no ar vários sites — inclusive o da Spamhaus. A ação teria afetado até mesmo grandes empresas como Google e Netflix: elas teriam conseguido absorver os pedidos de acessos ilegítimos, mas perderam em desempenho na troca de dados com usuários reais.
De acordo com o jornal The New York Times, um ativista digital chamado Sven Olaf Kamphuis, que diz ser o porta-voz da Cyberbunker, afirmou que seus colegas têm consciência do tamanho e da importância do ataque. “Nós sabemos que esse é o maior ataque de negação de serviço que o mundo já viu”, disse. “A intenção foi retaliar as ações do Spamhaus.”
Segundo a BBC, autoridades e especialistas em segurança digital investigam o caso. A internet só não teria entrado em colapso porque gigantes como o Google utilizaram sua capacidade computacional para absorver o ataque de negação de serviço.

Infográfico explica por que o Chipre entrou em crise

Crise do euro

Infográfico explica por que o Chipre entrou em crise

País enfrenta turbulências financeiras e precisou aceitar um austero plano de confisco de depósitos para conseguir crédito internacional; bancos reabrem as portas nesta quinta-feira


Os bancos do Chipre voltarão a funcionar nesta quinta-feira, mas sob severas restrições para evitar uma corrida desesperada por quem está preocupado com o destino de suas poupanças. O país aceitou um doloroso plano de resgate com credores internacionais na última segunda-feira.
Os bancos estão fechados desde o dia 16 de março - apenas parte dos caixas eletrônicos estão em funcionamento. De acordo com o ministro das finanças cipriota, Michael Sarris, algumas medidas foram tomadas para evitar pânico. "Acho que as medidas estarão dentro dos limites da razão", disse. "Vamos procurar a melhor forma de limitar a possibilidade de que grandes quantias sejam retiradas das agências, mas sem impor condições punitivas à economia, às empresas e aos indivíduos."
Detalhes - Em comunicado, o Banco Central do Chipre detalhou que estão proibidas as retiradas de mais de 300 euros por dia por conta e a cobrança de cheques. Embora não haja limitações ao uso de cartões de crédito dentro do país, no exterior estarão proibidos os pagamentos superiores a 5 mil euros mensais. Além disso, não será permitido sacar mais de 3 mil euros do país, seja mediante transferência bancária ou fisicamente.
As restrições, que serão aplicadas a todas as contas, terão duração de quatro dias e serão revisadas no final desse período, informou Yangos Dimitriu, gerente do Banco Central, que acrescentou que as medidas estão pendentes da aprovação legal definitiva. Dimitriu pediu calma à população e afirmou que não há necessidade alguma que todos corram aos bancos.
Leia mais: Insatisfeito com reestruturação, presidente do Banco do Chipre renuncia
Contexto - O acordo feito com os credores internacionais - Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia (CE) e Banco Central Europeu (BCE) - na segunda-feira de madrugada é visto como positivo por líderes europeus, que acreditam ser possível evitar a falência do país e sua consequente saída da zona do euro.
Apesar de ser menos agressivo do que a primeira proposta de acordo, rejeitada pelo Parlamento cipriota, que taxava todos os depósitos do país, atingindo também os mais pobres, o plano não agrada a população porque confisca parte de todas as poupanças acima de 100 mil euros, implicando em menos dinheiro disponível para consumo e, consequentemente, coloca em risco o crescimento econômico do país. Assim, os credores garantiram que dariam a ajuda de 10 bilhões de euros prometida para sanar o sistema financeiro local.
Nesta semana milhares de cipriotas saíram às ruas de Nicósia, capital do Chipre, para protestar contra o acordo, temendo que as medidas agravem a crise econômica e o desemprego. A Rússia também não tem gostado nada do plano, uma vez que estima-se que seus cidadãos tenham aproximadamente 20 bilhões de euros em depósitos no país.
Além disso, o acordo selado em Bruxelas prevê o fechamento do Laiki Bank (segunda maior instituição financeira do país) e sua divisão em um banco bom e um ruim. A parte saudável do banco, formada por todos os depósitos garantidos pelo acordo com os credores, ou seja, inferiores aos 100 mil euros, passará a fazer parte do Bank of Cyprus, a maior instituição financeira do Chipre e que será reestruturada.
Protestos - Na terça-feira, cerca de 3 mil estudantes protestaram no Parlamento, na primeira grande demonstração de insatisfação popular desde a aprovação do pacote, na madrugada de segunda-feira. O acordo praticamente ignorou o Parlamento cipriota, e a oposição disse que seus termos deveriam ser levados a referendo.
Em frente ao Banco Central, cerca de 200 funcionários da principal instituição bancária comercial do país, o Banco do Chipre, exigiam a renúncia do presidente do BC, Panicos Demetriades. "Desgraça" e "Tirem as mãos do Chipre", gritavam eles.
(com agência Reuters e EFE)

Amigos de magnata russo rejeitam hipótese de suicídio

Mundo     VEJA

Amigos de magnata russo rejeitam hipótese de suicídio

Boris Berezovski foi encontrado morto em sua mansão no último sábado. Polícia britânica levantou possibilidade de enforcamento

Boris Berezovsky no seu escritório em sua casa, na Inglaterra
Boris Berezovsky no seu escritório em sua casa, na Inglaterra - John Downing/Hulton Archive/Getty Images
Amigos do magnata russo Boris Berezovski, encontrado morto no último fim de semana, afastaram a hipótese de suicídio levantada pela polícia britânica. Apesar de ter ficado depressivo por um tempo depois de ser derrotado em uma disputa judicial milionária contra Roman Abramovich, os amigos dizem que Berezovski tinha melhorado e recentemente havia resolvido seus problemas financeiros. Teria até planejado uma viagem para a última segunda-feira, portanto, depois da data em que foi encontrado morto em sua mansão, perto de Londres.
“Sua ex-mulher, Galina, não acha que foi um suicídio. Ela sabe que ele ia a Israel. Boris amava o país. Ele tinha muitos amigos e se sentia relaxado lá. Eu não acredito que foi uma morte por causas naturais”, disse Nikolay Glushkov ao jornal britânico The Guardian. Segundo Glushkov, o russo havia acertado vários compromissos, incluindo alguns pessoais, para o período em que estaria em Israel.
Michael Cherney, empresário uzbeque que mora em Israel, disse ao Financial Times que conversou com Berezovski na manhã de sexta. O russo teria dito que ia a Israel na segunda e pediu para que Cherney o ajudasse a reservar um hotel. “Isso significa que ele não queria morrer”. O empresário também questionou a versão de enforcamento, dada pela polícia. “Como ele se enforcou se foi encontrado no chão? Nós precisamos esperar pela explicação oficial”.

Leia também: Grã-Bretanha acumula série de mortes suspeitas
Boris Berezovski, de 67 anos, foi encontrado morto no banheiro de sua casa, em Londres. A polícia descartou o envolvimento de terceiros no caso, mas a família e alguns amigos dizem não acreditar que o magnata se matou e sugerem que ele foi morto. “Boris era uma pessoa refinada e ele teria se matado com métodos menos dolorosos”, disse Glushkov.
No último domingo, a polícia britânica fez uma busca na casa do magnata e não encontrou nenhum objeto suspeito. Na segunda, os resultados de exames pós-morte apontaram que a causa da morte de Berezovski é “consistente com enforcamento”, mas que o “patologista não encontrou nada que indique luta violenta”. Exames toxicológicos estão sendo realizados e os resultados são esperados para daqui a algumas semanas.
Leia mais: Imprensa russa tenta explicar morte de magnata Berezovski
Família – A família de Berezovski prestou homenagens ao magnata nesta quarta. Anastasia, uma de suas filhas, descreveu o pai como uma pessoa que nunca parou de lutar pelo que defendia e que se preocupava em deixar os filhos orgulhosos. “Sua determinação e animação para todos os aspectos da vida é algo que se destaca até nas mais antigas memórias que tenho dele e permanecerá no fundo do meu coração. Não há palavras suficientes. Isso pode, de alguma forma, expressar tudo o que ele era. A única palavra que se aproxima é extraordinário”.
O funeral de Boris Berezovski só deve ser realizado daqui a seis semanas, quando a polícia liberar o corpo. Autoridades russas querem que Berezovski seja enterrado em Moscou, de onde ele partiu depois de se desentender com o presidente Vladimir Putin. Amigos dizem que ele deve ser enterrado em Londres ou em Israel.

Atirador deve se declarar culpado para evitar pena de morte

Justiça  VEJA

Atirador deve se declarar culpado para evitar pena de morte

James Holmes é acusado de matar 12 pessoas em um cinema em julho do ano passado, no Colorado Casa dos pais de James Holmes está cercada por repórteres

James Holmes - The University of Colorado/Reuters
O jovem americano James Holmes, de 25 anos, deve se declarar culpado diante do tribunal para evitar a pena de morte, de acordo com seus advogados. A defesa busca um acordo com a promotoria para que seu cliente não sofra a pena capital. De acordo com o jornal Denver Post, seus advogados disseram que Holmes está disposto a resolver o caso. “Ele quer resolver o caso para adiantar os procedimentos e dar uma conclusão para todos os envolvidos”, escreveram. Eles acrescentaram que os promotores ainda não responderam a seu pedido de acordo e que a procura pela pena de morte seria o “único impedimento para resolver o caso”. Os promotores devem anunciar seu posicionamento na próxima segunda-feira.

James Holmes
Leia mais: Atirador é descrito como um jovem solitárioSaiba quem são as 12 vítimas do ataque no Colorado
Holmes é acusado de matar 12 pessoas em um cinema no Colorado, nos Estados Unidos, em julho do ano passado. Na ocasião, ele abriu fogo contra o público durante uma estreia do filme Batman: o Cavaleiro das Trevas Ressurge. Holmes foi preso sem resistência no estacionamento do cinema. O jovem é acusado de múltiplos assassinatos e tentativas de assassinato. Os promotores dizem que o americano planejou o ataque durante meses, fazendo um pequeno arsenal em seu apartamento. O ataque entrou para o rol dos ataques mais violentos dos Estados Unidos nos últimos tempos.
Anteriormente, os advogados de defesa levantaram questões sobre a saúde mental de seu cliente, levando analistas a acreditar que Holmes se declararia inocente por razões de insanidade. Em audiência realizada no dia 12 de março, a defesa disse que não estaria pronta até maio ou junho. O julgamento está marcado para agosto.

Polícia quer ouvir pais de João Felipe e dono do hotel onde menino foi morto

Rio de Janeiro      VEJA

Polícia quer ouvir pais de João Felipe e dono do hotel onde menino foi morto

Manicure está presa depois de confessar ter asfixiado a criança e colocado seu corpo em uma mala, na cidade de Barra do Piraí, Sul do estado do Rio

O menino João Felipe, morto por manicure
O menino João Felipe, morto por manicure (Reprodução / TV Globo)
 
A Polícia Civil espera ouvir na próxima semana os pais de João Felipe Eiras Santana Bichara, de 6 anos, para buscar informações sobre o relacionamento da família com a manicure Suzana do Carmo de Oliveira Figueiredo, presa em flagrante na última segunda-feira pela morte do menino. Eles foram chamados para prestar depoimento na tarde desta quarta-feira, mas não compareceram por estarem emocionalmente muito abalados. O delegado também quer esclarecimentos do dono do Hotel São Luiz, onde a criança foi assassinada.
Leia mais: Polícia divulga foto na prisão de manicure que matou menino de 6 anos
Suzana prestou informações à polícia quando foi detida, dando diferentes versões para o caso. Durante o depoimento formal, ela afirmou que iria prestar declarações somente em juízo. Porém, em entrevista ao jornal Extra, confessou o crime e disse que teve um cúmplice. "Eu segurei no rostinho dele com a toalha e ele (cúmplice) segurou pelas pernas, no lençol, fazendo força, foi a hora que ele (João Felipe) fez xixi", declarou.
A polícia, no entanto, acredita que ela tenha cometido o homicídio sozinha. "Indícios apontam para um crime de natureza passional, em razão de alguns detalhes do crime que demonstram raiva", afirmou o delegado José Mário Salomão de Omena. Em uma das versões que apresentou, Suzana disse que sua intenção era dar um susto no pai do garoto, com quem afirma ter tido um relacionamento de um ano e meio.
De acordo com a polícia, a manicure telefonou para a escola onde João Felipe estudava, o Instituto de Educação Franciscana Nossa Senhora Medianeira, fazendo-se passar pela mãe do garoto. Ela teria dito que uma madrinha iria buscá-lo mais cedo para levá-lo a uma consulta médica. Assim, Suzana conseguiu levar a criança de táxi para o Hotel São Luiz, onde o asfixiou. Ela foi indiciada por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Casamento gay: a pauta é diferente nos EUA e no Brasil

Justiça  VEJA

Casamento gay: a pauta é diferente nos EUA e no Brasil

Suprema Corte americana avalia a manutenção ou não da legislação que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia e a Lei de Defesa do Casamento. No Brasil, STF reconheceu a união homoafetiva em 2011

Apoiadora do casamento gay em frente à Suprema Corte dos EUA
Apoiadora do casamento gay em frente à Suprema Corte dos EUA. No cartaz, a frase: “deixe a liberdade ressoar”, em uma brincadeira com a palavra ‘ring’, que também significa anel, aliança (Joshua Roberts/Reuters)
Nesta semana, a Suprema Corte dos Estados Unidos começou a analisar ações que podem determinar como o país passará a tratar a questão do casamento gay. Em duas sessões, foram apresentados argumentos contra e a favor de o casamento entre pessoas do mesmo sexo se tornar um direito constitucional - o que obrigaria todos os estados americanos a aceitá-la. A decisão deverá ser anunciada apenas em junho, mas os magistrados se mostram divididos sobre a questão. Por ora, é importante ressaltar algumas diferenças entre as discussões atuais sobre o casamento gay nos Estados Unidos e no Brasil - onde os ministros do Supremo Tribunal Federal reconheceram a união civil entre homossexuais em maio de 2011.
Saiba mais:
França: Assembleia Nacional aprova casamento homossexual
Parlamento britânico dá 1º passo para aprovar casamento gay


Brasil - No Brasil, a discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) se deu em torno do artigo 226 da Constituição Federal e do artigo 1.723 do Código Civil, que reconhecem a união estável entre homem e mulher, dando a eles direitos como herança, pensão por morte ou separação, declaração compartilhada do Imposto de Renda (IR), entre outros. À época, os ministros brasileiros concordaram que, mesmo sem menção no texto constitucional da união estável homossexual, os direitos civis de casais do mesmo sexo não poderiam ser negados.
Relator das ações que deram origem ao entendimento do Supremo, o ministro Ayres Britto lembrou que a Constituição Federal proíbe qualquer discriminação em virtude de sexo, raça, cor. Da mesma forma, não poderia haver discriminação em função da preferência sexual. “O sexo das pessoas, salvo disposição contrária, não se presta para desigualação jurídica”.
Com a decisão do Supremo, a união de homossexuais passou a ser reconhecida como entidade familiar, estendendo os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo. Antes da decisão do STF, as uniões homoafetivas eram tratadas como sociedades.

Em junho do mesmo ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) converteu uma união civil homoafetiva em casamento. Com a certidão de casamento em mãos, duas pessoas passam a ser reconhecidas como um casal, a ter como estado civil “casado” e podem adotar novos sobrenomes. A união estável implica uma escritura de convivência afetiva, e permite que o casal compartilhe patrimônios e benefícios, como plano de saúde e seguro de vida. O casamento dá origem a uma certidão, que pode ser usada, por exemplo, para exigir dos empregadores a extensão de benefícios para cônjuges aos parceiros homossexuais. Também permite que o par construa seu patrimônio como um casal, e não mais como sócios.

Porém, na prática, a falta de uma lei que de fato regulamente o casamento gay no Brasil faz com que todos os pedidos que chegam aos cartórios dos diferentes estados dependam da avaliação de um juiz - é ele quem decide se autoriza ou não o casamento. Com isso, a mesma questão acaba resultando em decisões diferentes pelo país, pois são tomadas caso a caso. O principal argumento de alguns juristas contrários ao casamento gay é que, ao entrar na alçada do Poder Legislativo, o Supremo exacerbou suas funções e afrontou a Constituição. No Congresso Nacional são três as principais propostas que visam regulamentar o tema.
EUA - Nos EUA, cada um dos estados americanos tem autonomia legislativa para aprovar leis, desde que elas respeitem a constituição do país. Atualmente, nove deles - Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire, Nova York, Vermont, Maryland, Maine e Washington - e o distrito de Columbia, sede da capital dos Estados Unidos, aprovam o casamento homossexual, mas em outros 38 estados, o casamento é limitado a heterossexuais. Dessa forma, a discussão sobre o casamento gay ultrapassa os termos em pauta no Brasil. Além de incitar os embates públicos de opinião, a realização das audiências nos EUA destaca o debate sobre o papel da Suprema Corte, a última instância da justiça americana, questionando se ela deve ou não intervir nos dilemas sociais que, tradicionalmente, são de competência dos legisladores de cada estado americano.

Hoje, 58% dos americanos são a favor do casamento gay e 36% são contra (percentuais opostos aos levantados em 2006). Cerca de 81% dos jovens americanos defendem a igualdade no casamento - a maioria de jovens republicanos é favorável. Em maio de 2012, o presidente Barack Obama se posicionou, pela primeira vez, a favor do casamento entre homossexuais. Porém, no âmbito da justiça, conservadores e liberais concordam que muitos estados ainda estão “experimentando” o casamento gay e dando à sociedade “mais tempo para entender a direção” que o assunto está tomando. Para eles, ainda era cedo para tomar uma decisão definitiva e histórica, visto que é difícil avaliar seu impacto.

Debate - O primeiro dia de discussão na Suprema Corte, na terça-feira, abordou a Proposta 8, que proíbe a união matrimonial entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia. Os magistrados devem analisar se a Proposta 8, ou a proibição de casamentos gay em geral, viola a garantia de igual proteção aos cidadãos sob a lei, prevista na emenda 14. Durante a sessão, nenhum dos nove magistrados demonstrou apoio à solução dada pelo governo de Obama, na qual a Proposta 8 seria derrubada e os estados que já reconhecem a união civil passariam a permitir casamentos de gays e lésbicas. Esse posicionamento do presidente pode levar a corte a decidir pelo tudo ou nada: fazer com que o casamento gay seja legal em todos os 50 estados ou deixar que eles decidam por si sós - e a aprovação não seria aconselhável em uma corte dividida, com um veredito apertado, sobre um caso de tamanha amplitude.

Nesta quarta, a Suprema Corte americana se dedicou à Lei de Defesa do Casamento (DOMA, na sigla em inglês), que o define como a união entre um homem e uma mulher. A lei, sancionada em 1996 pelo então presidente Bill Clinton, impede que os homossexuais casados nos nove estados que aceitam a união matrimonial sejam reconhecidos e recebam os benefícios fiscais em nível federal. A lei já foi contestada por quatro tribunais federais e duas cortes de apelação. O próprio Bill Clinton, recentemente, considerou a lei incompatível com a realidade e com o princípio da igualdade assegurado na Constituição. Sua mulher, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton - possível candidata presidencial em 2016 -, apoiou publicamente o casamento gay.

Casamento gay no mundo

Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o casamento homossexual foi legalizado em nove estados (Connecticut, Iowa, Maine, Maryland, Massachusetts, New Hampshire, Nova York, Vermont, Washington) e no distrito de Columbia. Seis estados (Colorado, Delaware, Havaí, Ilinois, New Jersey, Rhode Island) admitem uma forma de união civil que confere os mesmos direitos assegurados pelo casamento. Trinta e oito estados americanos restringem o casamento a heterossexuais.

'Mudança na programação matutina foi boa', diz diretor geral da Globo

Televisão

'Mudança na programação matutina foi boa', diz diretor geral da Globo

Em entrevista realizada com jornalistas na noite desta quarta-feira, Carlos Henrique Schroder afirma que a emissora não se arrependeu de trocar infantis por novo programa de Fátima Bernardes


Atriz Nanda Costa participa da festa de lançamento da grade de programação da TV Globo “Vem Aí”, no Credicard Hall em SP
Atriz Nanda Costa participa da festa de lançamento da grade de programação da TV Globo “Vem Aí”, no Credicard Hall em SP - Bob Paulino/TV Globo
Em entrevista realizada com jornalistas na noite desta quarta-feira, o diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, afirmou que nada muda na programação da emissora em 2013. Segundo ele, o canal está feliz com as mudanças feitas no ano passado, sendo a principal a troca da exibição de desenhos infantis pelo Encontro com Fátima Bernardes.
"Existe uma tendência mundial de levar o infantil para a TV a cabo. E o resultado da mudança na programação matinal da TV Globo foi muito boa. Uma decisão acertada. O programa da Fátima era algo que conversávamos há quatro anos, e já está estabelecido. Era um sonho dela. Já temos 10 pontos de audiência. E, enquanto isso, mantemos no sábado a programação infantil", disse Schroder.
O diretor-geral da emissora comentou ainda os rumores de que programas como Malhação e Domingão do Faustão estariam sendo reavaliados. Porém, segundo ele, por enquanto a programação da Globo permance a mesma. "Mudanças só acontecem se existem problemas, e a Globo não vê problema nestes programas", afirmou.

Brics criam banco de desenvolvimento próprio

Atualizado: 27/03/2013 15:54 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Brics criam banco de desenvolvimento próprio




Dilma diz que Brics são contrapeso à crise econômica internacional
Dilma diz que Brics são contrapeso à crise econômica internacional
Durban (África do Sul), 27 mar (EFE).- O grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) decidiu nesta quarta-feira a criação de seu próprio banco de desenvolvimento e, dessa maneira, deu um impulso a seu desejo de se transformar em uma alternativa financeira internacional.
No segundo e último dia da 5ª cúpula anual do bloco, realizada em Durban (África do Sul), os presidentes das cinco primeiras economias emergentes anunciaram o acordo para iniciar a instituição, da qual ainda se desconhece a localização da sede e o capital que cada um dos parceiros fornecerá.
'Decidimos estabelecer um novo banco de desenvolvimento', declarou o presidente sul-africano e anfitrião da reunião, Jacob Zuma, na sessão plenária da cúpula.
Segundo Zuma, o banco terá como objetivo 'mobilizar recursos', fomentar a construção de infraestruturas e o 'desenvolvimento sustentável' em países emergentes.
A presidente Dilma Rousseff afirmou que o banco será chave 'em um dos aspectos mais decisivos' da contribuição dos Brics à economia global, que é o 'financiamento do desenvolvimento'.
Uma vez pronta, a instituição servirá de complemento para instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM), que os Brics consideram excessivamente controladas pela Europa e Estados Unidos.
'O histórico das políticas de austeridade do FMI e do BM é muito desigual e não há dúvidas de que muitos países receberiam com agrado uma alternativa', disse o especialista Geoffrey Wood, da escola de negócios britânica Warwick Business School.
Em Durban, as cinco potências emergentes reafirmaram sua reivindicação 'urgente' de uma reforma do FMI que deve corrigir o déficit de representação que, em sua opinião, sofrem os países emergentes e em desenvolvimento.
O grupo, no entanto, não alcançou um acordo definitivo sobre outro de seus grandes objetivos: o estabelecimento de um fundo de reservas de divisas da contingência por um valor inicial de US$ 100 bilhões, proposto na última cúpula em 2012.
Na vertente política, os Brics insistiram na rejeição de uma saída da crise nuclear iraniana que não seja a 'negociada' e mostraram 'preocupação' pelas 'ameaças' de 'intervenção militar' e 'as sanções unilaterais' contra Teerã.
O bloco expressou também sua preocupação pela 'deterioração da segurança e a situação humanitária' na Síria.
Na declaração final da cúpula, os Brics, entre os quais se encontram reconhecidos parceiros do Governo de Damasco, como a Rússia e China, manifestaram sua oposição a 'uma maior militarização do conflito' e pediram o diálogo para resolver o problema.
Além disso, o grupo dos maiores países emergentes denunciou a 'falta de representatividade' no Conselho de Segurança da ONU, onde Rússia e China, membros permanentes e sócios do grupo, pedem que se outorgue maior importância à África do Sul, Índia e Brasil.
A reunião de Durban serviu também para estabelecer um centro de estudos dos Brics, assim como um conselho de negócios com o qual o bloco fomentará as relações comerciais entre seus parceiros.
Os cinco países assinaram, além disso, um acordo em matéria de economia sustentável, e se comprometeram no desenvolvimento e na industrialização da África mediante os investimentos em infraestrutura nos países do continente.
Os líderes dos Brics - os já citados Zuma e Dilma, mais seus colegas chinês, Xi Jinping, o russo Vladimir Putin e o indiano Manmohan Singh - aproveitaram a cúpula para fechar diversos acordos bilaterais.
No mais destacado deles, a presidente do Brasil assinou com a China - o maior parceiro comercial do país- um acordo de troca de divisas no valor de US$ 30 bilhões.
O pacto, que tem uma vigência de três anos, permitirá aos dois países efetuar seus intercâmbios comerciais em suas próprias moedas, em uma medida que protegerá as relações econômicas das oscilações do dólar e as turbulências financeiras.
O Brasil, precisamente, acolherá em 2014 a sexta cúpula do grupo, cujo crescimento e necessidade de investimentos em plena crise financeira multiplicou sua importância na cena econômica global.
Os países do Brics representam 42% da população mundial e ao redor de 45% da força de trabalho que existe no planeta, segundo dados do grupo.
Em 2012, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul somaram 21% do produto interno bruto (PIB) mundial e o comércio entre eles chegou a um total de US$ 282 bilhões.
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