quinta-feira, 28 de março de 2013

'Mudança na programação matutina foi boa', diz diretor geral da Globo

Televisão

'Mudança na programação matutina foi boa', diz diretor geral da Globo

Em entrevista realizada com jornalistas na noite desta quarta-feira, Carlos Henrique Schroder afirma que a emissora não se arrependeu de trocar infantis por novo programa de Fátima Bernardes


Atriz Nanda Costa participa da festa de lançamento da grade de programação da TV Globo “Vem Aí”, no Credicard Hall em SP
Atriz Nanda Costa participa da festa de lançamento da grade de programação da TV Globo “Vem Aí”, no Credicard Hall em SP - Bob Paulino/TV Globo
Em entrevista realizada com jornalistas na noite desta quarta-feira, o diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, afirmou que nada muda na programação da emissora em 2013. Segundo ele, o canal está feliz com as mudanças feitas no ano passado, sendo a principal a troca da exibição de desenhos infantis pelo Encontro com Fátima Bernardes.
"Existe uma tendência mundial de levar o infantil para a TV a cabo. E o resultado da mudança na programação matinal da TV Globo foi muito boa. Uma decisão acertada. O programa da Fátima era algo que conversávamos há quatro anos, e já está estabelecido. Era um sonho dela. Já temos 10 pontos de audiência. E, enquanto isso, mantemos no sábado a programação infantil", disse Schroder.
O diretor-geral da emissora comentou ainda os rumores de que programas como Malhação e Domingão do Faustão estariam sendo reavaliados. Porém, segundo ele, por enquanto a programação da Globo permance a mesma. "Mudanças só acontecem se existem problemas, e a Globo não vê problema nestes programas", afirmou.

Brics criam banco de desenvolvimento próprio

Atualizado: 27/03/2013 15:54 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Brics criam banco de desenvolvimento próprio




Dilma diz que Brics são contrapeso à crise econômica internacional
Dilma diz que Brics são contrapeso à crise econômica internacional
Durban (África do Sul), 27 mar (EFE).- O grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) decidiu nesta quarta-feira a criação de seu próprio banco de desenvolvimento e, dessa maneira, deu um impulso a seu desejo de se transformar em uma alternativa financeira internacional.
No segundo e último dia da 5ª cúpula anual do bloco, realizada em Durban (África do Sul), os presidentes das cinco primeiras economias emergentes anunciaram o acordo para iniciar a instituição, da qual ainda se desconhece a localização da sede e o capital que cada um dos parceiros fornecerá.
'Decidimos estabelecer um novo banco de desenvolvimento', declarou o presidente sul-africano e anfitrião da reunião, Jacob Zuma, na sessão plenária da cúpula.
Segundo Zuma, o banco terá como objetivo 'mobilizar recursos', fomentar a construção de infraestruturas e o 'desenvolvimento sustentável' em países emergentes.
A presidente Dilma Rousseff afirmou que o banco será chave 'em um dos aspectos mais decisivos' da contribuição dos Brics à economia global, que é o 'financiamento do desenvolvimento'.
Uma vez pronta, a instituição servirá de complemento para instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM), que os Brics consideram excessivamente controladas pela Europa e Estados Unidos.
'O histórico das políticas de austeridade do FMI e do BM é muito desigual e não há dúvidas de que muitos países receberiam com agrado uma alternativa', disse o especialista Geoffrey Wood, da escola de negócios britânica Warwick Business School.
Em Durban, as cinco potências emergentes reafirmaram sua reivindicação 'urgente' de uma reforma do FMI que deve corrigir o déficit de representação que, em sua opinião, sofrem os países emergentes e em desenvolvimento.
O grupo, no entanto, não alcançou um acordo definitivo sobre outro de seus grandes objetivos: o estabelecimento de um fundo de reservas de divisas da contingência por um valor inicial de US$ 100 bilhões, proposto na última cúpula em 2012.
Na vertente política, os Brics insistiram na rejeição de uma saída da crise nuclear iraniana que não seja a 'negociada' e mostraram 'preocupação' pelas 'ameaças' de 'intervenção militar' e 'as sanções unilaterais' contra Teerã.
O bloco expressou também sua preocupação pela 'deterioração da segurança e a situação humanitária' na Síria.
Na declaração final da cúpula, os Brics, entre os quais se encontram reconhecidos parceiros do Governo de Damasco, como a Rússia e China, manifestaram sua oposição a 'uma maior militarização do conflito' e pediram o diálogo para resolver o problema.
Além disso, o grupo dos maiores países emergentes denunciou a 'falta de representatividade' no Conselho de Segurança da ONU, onde Rússia e China, membros permanentes e sócios do grupo, pedem que se outorgue maior importância à África do Sul, Índia e Brasil.
A reunião de Durban serviu também para estabelecer um centro de estudos dos Brics, assim como um conselho de negócios com o qual o bloco fomentará as relações comerciais entre seus parceiros.
Os cinco países assinaram, além disso, um acordo em matéria de economia sustentável, e se comprometeram no desenvolvimento e na industrialização da África mediante os investimentos em infraestrutura nos países do continente.
Os líderes dos Brics - os já citados Zuma e Dilma, mais seus colegas chinês, Xi Jinping, o russo Vladimir Putin e o indiano Manmohan Singh - aproveitaram a cúpula para fechar diversos acordos bilaterais.
No mais destacado deles, a presidente do Brasil assinou com a China - o maior parceiro comercial do país- um acordo de troca de divisas no valor de US$ 30 bilhões.
O pacto, que tem uma vigência de três anos, permitirá aos dois países efetuar seus intercâmbios comerciais em suas próprias moedas, em uma medida que protegerá as relações econômicas das oscilações do dólar e as turbulências financeiras.
O Brasil, precisamente, acolherá em 2014 a sexta cúpula do grupo, cujo crescimento e necessidade de investimentos em plena crise financeira multiplicou sua importância na cena econômica global.
Os países do Brics representam 42% da população mundial e ao redor de 45% da força de trabalho que existe no planeta, segundo dados do grupo.
Em 2012, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul somaram 21% do produto interno bruto (PIB) mundial e o comércio entre eles chegou a um total de US$ 282 bilhões.
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Novo banco e fundo de reserva fortalecem articulação dos Brics

Atualizado: 27/03/2013 14:55 | Por BBC, BBC Brasil

Novo banco e fundo de reserva fortalecem articulação dos Brics

Novo banco e fundo de reserva fortalecem articulação dos Brics
"Os líderes dos Brics (AFP)"
A cúpula dos Brics na cidade sul-africana de Durban, que terminou nesta quarta-feira, foi a primeira realizada em um clima marcado por grandes incertezas econômicas para esse clube de países emergentes, com a China desacelerando e o Brasil crescendo a um ritmo de menos de 1% ao ano.
Não chega a ser uma surpresa, então, que o resultado mais relevante do encontro entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul tenha sido o avanço em dois projetos que visam aumentar as fontes de financiamento para esses cinco países.
Como era esperado, os cinco países do grupo deram sinal verde para o Banco de Desenvolvimento dos Brics, cujo objetivo é financiar projetos de infraestrutura nos países do grupo.
'(Esse banco) é mais um elemento para expandir a nossa capacidade de obter recursos', disse a presidente Dilma Rousseff. 'O grande desafio das economias dos Brics é justamente ampliar seus investimentos na área de infraestrutura.'
Na última reunião dos Brics, os cinco países do grupo tinham incumbido seus ministros das Finanças de avaliar a viabilidade do projeto desse banco.
Antes do encontro de Durban, havia especulação sobre qual poderia ser o capital aportado por cada país, como o banco iria atuar e onde ficaria sua sede.
A julgar pela falta de detalhes sobre a estrutura dessa instituição financeira no comunicado conjunto divulgado pelos cinco líderes dos Brics, porém, aparentemente eles não conseguiram chegar a um consenso sobre tais temas.
Também não ficou claro quando exatamente esse banco sairá do papel - e segundo algumas fontes do governo brasileiro isso pode não ocorrer antes de 2016.
Reservas de contingência
O segundo projeto a receber aval dos Brics foi o chamado Arranjo de Reservas de Contingência - um fundo de US$ 100 bilhões que servirá para socorrer países com problemas de liquidez financeira.
'Trata-se de um acordo importantíssimo porque estamos assistindo a uma grande volatilidade no mundo. Tivemos a crise do Lehman Brothers em 2008, recentemente o problema em Chipre e tudo que ocorreu no ano passado com os países europeus', disse Dilma.
'Nenhum país dos Brics sofreu nenhuma crise, nem bancária nem financeira. E o acordo de US$ 100 bilhões é muito significativo porque é mais uma contribuição para a estabilidade da moeda (desses países).'
Dilma disse ver a aprovação dos dois projetos como uma 'realização do Brasil'.
'No encontro (dos Brics) em Los Cabos (cidade do México, em 2012), nós tivermos uma atuação no sentido de confirmar a importância tanto do Banco de Desenvolvimento dos BRICS como desse acordo sobre o Contingente de Reservas', afirmou.
Outros acordos
Além das duas iniciativas, os Brics também chegaram a um acordo de cofinanciamento para projetos de desenvolvimento de energia limpa e infraestrutura na África.
Outra novidade do encontro foi a criação do Conselho Empresarial dos Brics, um órgão formado por cinco empresários de cada país que vai dar sugestões e fazer avaliações sobre como ampliar a cooperação econômica e comercial no bloco.
Para completar, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou que será realizado em Moscou, em junho, o primeiro encontro sobre política antidrogas dos Brics.
Na declaração conjunta, os Brics também procuraram se pronunciar sobre os mais diversos temas da agenda política global - desde o conflito na Síria e na República Centro Africana até a admissão da Palestina como membro observador da ONU e o programa nuclear iraniano.
Alguns dos textos das declarações, porém, são bastante vagos. Eles permitem aos cinco países acomodar (ou esconder) as diferenças em seus posicionamentos, segundo analistas.
'Se por um lado os países do grupo vocalizaram objetivos etéreos como 'conclamar a comunidade internacional a uma maior estabilidade dos mercados globais', por outro houve avanços concretos no estabelecimento do Banco de Desenvolvimento dos Brics', avaliou, em entrevista à BBC Brasil Marcos Troyjo, diretor do BRICLab da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos.
História
O acrônimo Bric (sem o S de África do Sul) foi criado pelo economista Jim O'Neill como um instrumento de análise financeira e originalmente se referia aos quatro países que, segundo ele, teriam mais peso econômico que as nações desenvolvidas por volta de 2040.
Em 2009, os países dos Bric resolveram transformar o acrônimo em uma entidade política e, em 2011, incluíram no grupo a África no Sul - transformando-o em Brics.
Entre as principais reivindicações do grupo está uma reforma que dê mais voz aos emergentes nas instituições de governança política e econômica globais, como o FMI e o Banco Mundial.
Mas, apesar de a função desse novo Banco de Desenvolvimento dos Brics se assemelhar a do Banco Mundial, Troyjo diz não ver 'qualquer tom de confrontação' no projeto.
'Pelo contrário, creio que há um sentido de complementaridade, derivada dessa noção de que o Banco Mundial tem frentes demais (para atuar) e, portanto, não dispõe do vigor necessário para projetos de grande porte originados a partir dos Brics', opina o especialista.
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Dilma acusa imprensa de manipular declaração sobre inflação

Planalto

Dilma acusa imprensa de manipular declaração sobre inflação

Presidente pediu que Alexandre Tombini , do BC, tentasse explicar publicamente o "mal entendido"

A presidente Dilma Rousseff reúne governadores e prefeitos para discutir investimentos do PAC em obras de pavimentação, mobilidade e saneamento
Dilma diz que declarações em Durban foram mal interpretadas (Ueslei Marcelino/Reuters)
Que o governo tem optado por estimular o crescimento da economia em detrimento do controle da inflação, não é novidade. Nesta quarta-feira, no entanto, foi a primeira vez que a presidente Dilma Rousseff deixou escapar sua heterodoxa preferência pelo Produto Interno Bruto (PIB), durante conversa com jornalistas em Durban, na África do Sul, onde esteve para o encontro dos Brics. Dilma afirmou que não concorda com políticas de combate à inflação que mirem a redução do crescimento econômico. A fala repercutiu como pólvora - o que fez o blog do Planalto divulgar uma nota feita pela presidente desmentindo sua frase. "Foi uma manipulação inadmissível de minha fala. O combate à inflação é um valor em si mesmo e permanente do meu governo", afirmou a presidente.
Dilma também pediu que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, conversasse com jornalistas para desfazer o "mal entendido". À Agência Estado, Tombini afirmou que era preciso que o "mal entendido fosse desfeito e que não há tolerância em relação à inflação". Ele até usou o expediente da insubordinação para consertar a frase de Dilma. "De inflação fala a equipe econômica. Em relação à política de juros, fala o Banco Central", disse.
Leia também: Banco de desenvolvimento dos Brics financiará infraestrutura2012, o ano em que o PIB do Brasil não aconteceu
Mercado entendeu o recado - De acordo com a nota, Dilma decidiu se pronunciar após "tomar conhecimento de que agentes do mercado financeiro estavam interpretando erroneamente seus comentários como expressão de leniência em relação à inflação". As declarações da presidente reduziram as apostas de elevação da Selic, a taxa básica de juros da economia. As taxas futuras, que já caíam desde a abertura do mercado, acentuaram o movimento imediatamente após as palavras da presidente.
Com as declarações de Dilma, os analistas entenderam que o governo acredita que a inflação no Brasil seja algo temporário e que o Banco Central poderá adiar o início do aperto monetário. As palavras de Dilma, na véspera da divulgação do Relatório Trimestral de Inflação, também foram criticadas por alguns agentes, porque atrapalharia o esforço do presidente do BC, Alexandre Tombini, em ancorar as expectativas do mercado.
(Com Estadão Conteúdo)

FILME E AI, COMEU


CNJ eleva gastos e reproduz vícios dos tribunais

CNJ eleva gastos e reproduz vícios dos tribunais

VEJA

Órgão gastou um milhão de reais em 2012 com ajuda de custo de convocados para trabalhar em Brasília; gastos com diárias quintuplicaram

O plenário do CNJ: apenas 45 punições a magistrados
CNJ teve aumento progressivo nos gastos com diárias, passagens e ajudas de custo (Luiz Silveira/ Agência CNJ)
Criado para combater vícios da magistratura e melhorar a gestão do Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começa a reproduzir os mesmos problemas dos tribunais brasileiros. São processos que andam a passos lentos, pressões políticas, inchaço da máquina, aumento de gastos com passagens aéreas, contas de telefone e diárias, além de pequenos, mas simbólicos, malfeitos, como o uso de carro oficial por ex-conselheiros.
Dados solicitados com base na Lei de Acesso à Informação mostram, por exemplo, aumentos progressivos nos gastos com diárias, passagens, auxílio-moradia e ajuda de custo, como pagamento de despesas de mudança. O órgão gastou mais de 1 milhão de reais em 2012 com as mudanças de servidores ou juízes convocados para trabalhar em Brasília.
Com auxílio-moradia para servidores convocados ou juízes auxiliares, as despesas subiram de 355.000 em 2008 para 900.000 no ano passado. Em valores corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no período, o gasto mais do que dobrou.
Os gastos com diárias praticamente quintuplicaram em quatro anos. Em 2011, o conselho despendeu 5,2 milhões com o pagamento para servidores, conselheiros e juízes auxiliares que viajaram para participar de seminários, reuniões, workshops, projetos ou para tocar as dezenas de programas do conselho.
Viagens – As despesas com passagens de avião também aumentaram progressivamente em razão da ampliação de programas. Em 2008, foram gastos 901.000 reais com viagens aéreas. O valor subiu para 2,3 milhões no ano passado. Mesmo quando corrigido pelo IPCA, o valor de 2008 é a metade do gasto de 2012.


Reservadamente, conforme assessores, o presidente do CNJ, ministro Joaquim Barbosa, critica a quantidade de programas e projetos abertos no conselho e que demandam gastos com passagens e diárias. De acordo com esses assessores, Barbosa considera que os conselheiros se valem desses programas para se autopromoverem.
A lista de programas inclui ações voltadas, por exemplo, para doação de órgãos, combate ao crack e gestão socioambiental. O site do CNJ já indica a quantidade de projetos em curso no órgão. O link "Programas de A a Z" mostra que há programas na área fundiária, de saúde, meio ambiente, direitos humanos, capacitação e execução penal.
Alguns deles geraram impactos positivos e serviram para suprir lacunas nem sempre preenchidas pelo Executivo. No entanto, estão em compasso de espera. Um dos programas foi voltado para dar efetividade à Lei Maria da Penha. Assim que entrou em vigor, a lei foi contestada inclusive em decisões judiciais.
Os mutirões carcerários também sofreram uma paralisia. Há mais de três meses o CNJ não faz uma inspeção em presídio, mesmo com a crise que atingiu o sistema carcerário de Santa Catarina no início do ano.
Outro lado – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o aumento dos gastos com diárias e passagens aéreas é resultado do desenvolvimento de programas em âmbito nacional. "Para cumprir sua missão constitucional, nos últimos anos, o CNJ tem desenvolvido diversos programas e projetos de trabalho, todos com projeção nacional, envolvendo a participação de todos os órgãos do Poder Judiciário, sejam federais ou estaduais", informou o CNJ.
A assessoria ainda argumentou que o aumento das despesas com auxílio-moradia resulta da reestruturação do órgão e do reajuste do valor pago entre 2008 e 2012. No início deste ano, por exemplo, o CNJ elevou o auxílio-moradia de 3 384 para 4 158 reais. O conselho afirmou ainda que uma instrução normativa do próprio CNJ garante aos juízes auxiliares uma passagem aérea de ida e outra de volta todo mês para sua cidade de origem. O benefício é concedido aos juízes auxiliares desde novembro de 2009.
A assessoria do CNJ informou que quando um presidente assume, os juízes convocados pelo antecessor deixam o cargo. Novos juízes são convocados, o que aumenta os gastos do conselho. A assessoria de imprensa acrescentou que o uso de carros oficiais é regulado por uma resolução do próprio conselho, que proíbe o uso para fins pessoais. O CNJ informou que os mutirões carcerários serão retomados no próximo mês. O primeiro será em Natal, no Rio Grande do Norte, seguido do Piauí em data ainda indefinida.
Tribunais – Aos gastos elevados, verificados pelo CNJ em vários tribunais do país, somam-se duas novas suspeitas. Na semana passada, foi revelado o pedido feito pelo então conselheiro Tourinho Neto – que encerrou seu mandato dia 19 – para que um colega julgasse rapidamente um processo de interesse de sua filha.
E partiu de um conselheiro a denúncia em plenário de que o CNJ estaria protegendo poderosos e punindo apenas juízes sem ligações políticas. "Quem tem poder alto tem dificuldade de ser punido nesse plenário", afirmou o conselheiro Jefferson Kravchychyn, representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em sessão no início do mês.
(Com Estadão Conteúdo)

'BBB13': Agora milionária, Fernanda conquista de vez André

Reality show

'BBB13': Agora milionária, Fernanda conquista de vez André

Um dia depois de sair do programa com o prêmio de 1,5 milhão de reais, mineira confirma que namoro com André continua fora da casa - e fala até de casamento

Fernanda e André assumem namoro pós-BBB
Fernanda e André assumem namoro pós-BBB - Reprodução
Entre um grande amor e o prêmio de 1,5 milhão de reais, Fernanda garantia que preferia ficar com o primeiro. Isso, claro, antes de ser escolhida pelo público como a vencedora do 'BBB13', e embolsar o prêmio principal na noite de terça-feira. Agora, ela não precisa mais escolher: já tem o dinheiro e, de quebra, ganhou o príncipe. Um dia depois de sair milionária da casa, a mineira conquistou também o coração de André. "Estamos juntos e vamos continuar com nosso relacionamento", afirmou ele nesta quarta, durante uma maratona de bate-papos promovida pela produção com todos os participantes.
Leia: Fernanda, a Barbie Turbinada, vence o BBB13
"Vou fazer o possível para nossa história continuar sendo linda. Eu queria ter ficado em segundo, mas estou feliz", continou o capixaba, que durante o confinamento não demonstrou tanto interesse assim na sister. Ainda extasiada com a vitória - e o romance -, Fernanda falou até em casamento, mas pediu calma aos fãs do casal. "É um príncipe, né? Mas tudo no seu tempo. Para que atropelar as coisas?" André concordou com a, agora oficial, namorada. Sexo, ambos garantem que ainda não rolou. "Ficamos juntos mas ainda não conseguimos ter o nosso momento", disse ele.
Leia mais: Nasser e Andressa, o casal com mais sorte no amor
Outros casais - Já Nasser e Andressa, segundo e terceiro colocados respectivamente, não foram tão enfáticos quanto ao futuro. Dizem preferir conversar a respeito antes, ao contrário de Kamilla e Elieser, que passaram toda a final grudados. "A gente está junto, se respeita", conta a miss. "Chamam a gente de casal panda", revelou o modelo.
Vote: Em que casal você aposta para continuar o romance fora do programa?
Aline, a primeira eliminada que continua sem papas na língua, opinou sobre os relacionamentos, e diz não acreditar em nenhum deles. Sobre Fernanda e André: "Os dois são falsos". A respeito de Kamilla e Elieser: "Ele é um cavalheiro e está apaixonado de verdade. Mas ela não é mulher para ele". E o noivado que ela mantinha fora da casa? Continua muito bem, garante.

Charlie Sheen diz que pode salvar Lindsay Lohan

Charlie Sheen diz que pode salvar Lindsay Lohan

VEJA

Além da ajuda financeira, agora o ator quer dar conselhos para colocar a garota problema no caminho certo. “Se me ouvir, ela vai se dar bem"

Lindsay Lohan e Charlie Sheen
Lindsay Lohan e Charlie Sheen (John Shearer e Riccardo S. Savi/Getty Images/AFP)
O ator Charlie Sheen, conhecido por ter um comportamento controverso e protagonizar barracos que envolviam brigas, internações, detenções e uso de drogas, agora decidiu se redimir e assumir o papel de salvador de outra estrela problemática: Lindsay Lohan.
Já que não consegue um mentor mais apropriado, Lindsay tem aproveitado a ajuda dada por Sheen, que já ofereceu dinheiro para pagar dívidas da atriz, bancou vestido de gala e a convidou para atuar em sua nova série, Anger Management.
“Eu tenho uma afinidade com uma pessoa [Lindsay] que claramente precisa de ajuda, queira ela ou não. Ela pode continuar saindo com seus amigos de balada, ou me dar atenção e ouvir conselhos de um cara que já chegou ao fim da linha, e conhece bem o caminho dessa jornada”. Charlie disse ao site TMZ neste domingo. “Se me ouvir, ela vai se dar bem. Se não, ai é com ela”, concluiu
Charlie e Lindsay se tornaram próximos durante as filmagens de Todo Mundo em Pânico 5, que estreia em 12 de abril no Brasil.
O ator ainda afirmou que todo esse interesse pela garota não passa de uma sincera amizade. “Eu a amo, a respeito, e eu nunca encostei um dedo nela fora de cena. O que acha de mim agora, America?”, brincou sobre sua má reputação nos Estados Unidos.

Líder do PSC diz que Feliciano fica em comissão e ataca PT

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Líder do PSC diz que Feliciano fica em comissão e ataca PT


Após mais um dia de tumulto na Comissão de Direitos Humanos, o líder do PSC na Câmara, André Moura (SE), reafirmou nesta quarta-feira na tribuna da Casa que o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) será mantido no comando do colegiado. Moura, que até agora havia evitado o confronto com os críticos do colega de bancada, aproveitou para atacar diretamente o PT.
“A posição do PSC é em caráter irrevogável. O Marco Feliciano vai cumprir o seu mandato”, disse o líder, que ironizou a postura dos petistas: “Será que julgar a indicação do PSC do deputado pastor Marco Feliciano é correto para um partido como o PT, que indicou dois mensaleiros condenados pela mais alta corte do país para a Comissão de Constituição de Justiça?”. Ele fazia menção a José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP).
Com o apoio incondicional do PSC, a situação não deve mudar. Feliciano não cogita renunciar ao posto e os partidos contrários à permanência do deputado à frente da comissão não têm alternativa regimental para destitui-lo.
(Gabriel Castro, de Brasília)