quarta-feira, 27 de março de 2013

FILME 3


Bolsa de Hong Kong: Hang Seng abre em alta de 0,33%

Bolsa de Hong Kong: Hang Seng abre em alta de 0,33%


MSN   NIKS'

Pequim, 27 mar (EFE).- O índice Hang Seng da Bolsa de Valores de Hong Kong abriu nesta quarta-feira (data local) em alta de 0,33%, aos 22.385,47 pontos. EFE
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

Chile vence fácil e complica o Uruguai nas Eliminatórias

Atualizado: 26/03/2013 20:12 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Chile vence fácil e complica o Uruguai nas Eliminatórias




Chile vence fácil e complica o Uruguai nas Eliminatórias
Chile vence fácil e complica o Uruguai nas Eliminatórias
Santiago do Chile, 26 mar (EFE).- Com um gol do atacante gremista Vargas, o Chile bateu o Uruguai nesta terça-feira por 2 a 0, em Santiago, em jogo válido pela 12ª rodada das Eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2014, e pôs fim a um longo período sem vitórias que havia começado no início de junho de 2012.
Com a vitória de hoje, a seleção chilena chegou aos 15 pontos e à quarta posição, a última que garante vaga direta para o Mundial. Já o Uruguai, que não vence desde junho do ano passado, tem 13 e está na quinta colocação, que leva para a repescagem contra um representante da Ásia.
O Chile abriu o placar logo aos dez minutos do primeiro tempo contando com a ajuda da defesa uruguaia. Aguirregaray dominou errado na entrada da área e entregou a bola para Paredes, que tocou para Beausejour cruzar. Na sequência, mais um erro defensivo: Alvaro Pereira cortou errado e Paredes voltou a aproveitar a falha para mandar para o fundo da rede.
No segundo tempo, o Uruguai voltou melhor e quase empatou com um belo chute de Alejandro Silva, que acabou parando no travessão. Os visitantes ainda chegaram a reclamar de um pênalti não marcado pelo árbitro pelo Nestor Pittana depois que Jara cortou a bola com a mão na área.
No entanto, apesar das queixas e da pressão, quem balançou a rede outra vez foi o Chile. Aos 32 da segunda etapa, Matias Fernandez deu bom passe para Isla, que driblou um zagueiro e chutou para a defesa de Muslera. Esperto na jogada, o gremista Vargas aproveitou o rebote e fechou o placar.
Correndo sério risco de não ir à Copa no Brasil, a Celeste Olímpica folga na próxima rodada enquanto o time do técnico Jorge Sampaoli encara o Paraguai, fora de casa, no dia 7 de junho.
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

Obama nomeia mulher como diretora do Serviço Secreto

Atualizado: 26/03/2013 20:43 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Obama nomeia mulher como diretora do Serviço Secreto




Obama nomeia mulher como diretora do Serviço Secreto
Obama nomeia mulher como diretora do Serviço Secreto
Washington, 26 mar (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nomeou Julia Pierson como nova diretora do Serviço Secreto, o que representa uma mudança para o órgão responsável pela segurança presidencial, que até agora só havia sido dirigido por homens.
Em comunicado divulgado pela Casa Branca, Obama anunciou a designação de Julia e ressaltou os '30 anos de experiência' dela no Serviço Secreto, onde até agora ocupava o cargo de chefe de gabinete.
Julia Pierson, cuja nomeação não precisa ser confirmada pelo Senado, 'sempre exemplificou o espírito e a dedicação que os homens e mulheres do Serviço Secreto demonstram a cada dia', elogiou Obama.
Além disso, o presidente americano ressaltou a 'carreira exemplar' de Julia, e garantiu que ela está 'eminentemente qualificada' para dirigir a agência que também é responsável pela luta contra a corrupção.
Julia, de 53 anos, será a primeira mulher a dirigir a agência, que em abril de 2012 enfrentou um escândalo de prostituição durante a Cúpula das Américas em Cartagena, na Colômbia.
As revelações que vieram à tona na época puseram em primeiro plano as críticas à cultura interna do Serviço Secreto, dominado por homens.
Pelo menos 12 agentes estavam envolvidos no escândalo por terem levado prostitutas a seus quartos do hotel em Cartagena antes da visita de Obama durante a Cúpula das Américas.
Mark Sullivan, que estava à frente do Serviço Secreto desde 2006 pediu perdão pelo ocorrido, e anunciou sua renúncia em fevereiro de 2012.
Julia, sua sucessora, entrou no Serviço Secreto em 1983, como agente especial em Miami (Flórida) e dirigiu vários departamentos dentro da agência antes de ocupar o cargo de chefe de gabinete que assumiu em 2008.
Em comunicado, Sullivan aprovou a nomeação de Julia e ressaltou os 30 anos de trabalho conjunto, assim como o seu 'julgamento, liderança, personalidade, caráter e compromisso com o país' da nova diretora.
Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

temperatura no Brasil

Niks'

 temperatura no Brasil

°F  | °C
Cidades

Filme


Niks'

niks'

O suborno ornamental

O suborno ornamental
O verbo “ornar” está longe de ter caído em desuso, mas também não tem sido visto com muita frequência ornando o discurso dos brasileiros. Tem origem no latim ornare (“fornecer, equipar, armar, aparelhar, preparar, embelezar”), mas foi apenas na última dessas acepções, e portanto como sinônimo de “enfeitar”, que chegou ao português no século XIV. Seus parentes etimológicos adornar e ornamentar também carregam o mesmo sentido.
A curiosidade desta semana não está tanto no verbo ornar, mas em seu primo subornar – que, acredito, dispense definições. Mais precisamente, no fato mesmo de haver tal parentesco entre um vocábulo inocente, ligado ao aprimoramento estético, e um culpado até a medula, que designa o ato de dar propina, corromper, comprar os favores de alguém para obter uma vantagem ilícita. Entre uma ação executada para que todos vejam e outra que vive nas sombras. Que relação poderia haver entre ornar e subornar?
Subornar, palavra do século XVI, também veio do latim: subornare é apenas o verbo ornare adornado pelo prefixo sub, que no caso indica algo que se passa às escondidas, de forma oculta ou furtiva – o mesmo papel que desempenha no adjetivo sub-reptício e no verbo surrupiar (ou surripiar), em que o prefixo perde o b, mas está lá.
Conclui-se de tudo isso que subornar é, em sua raiz, simplesmente o ato de “fornecer, equipar, armar, aparelhar, preparar, embelezar” – mas por baixo do pano, às escondidas. Serve dinheiro vivo, claro.

Campanha de vacinação quer imunizar 31 milhões contra a gripe

Vacinação

Campanha de vacinação quer imunizar 31 milhões contra a gripe

Serão 42 milhões de doses, que serão aplicadas de 15 a 26 de abril

Calendário básico de vacinação: até os 10 anos de idade, a criança deve tomar as 28 doses das vacinas disponíveis pelo Sistema Único de Saúde
Campanha de vacinação contra a gripe: Crianças entre seis meses e dois anos fazem parte do público-alvo (Thinkstock)
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira que a campanha nacional de vacinação contra a gripe de 2013, que acontecerá entre os dias 15 e 26 de abril, tem como meta imunizar 31,3 milhões de indivíduos. Esse número representa 80% de todo o público alvo da ação, que inclui pessoas maiores que 60 anos, indígenas, profissionais de saúde, população carcerária, mulheres até 45 dias depois do parto, crianças de seis meses a dois anos de idade e doentes crônicos.
Segundo o Ministério, serão distribuídas 42,9 milhões de doses em todo o país. A vacina protege contra três tipos do vírus influenza: o B, o H1N1 e o H3N2. Para crianças de até dois anos que nunca foram vacinadas, é preciso dar duas doses, com um intervalo de trinta dias entre elas. Além disso, portadores de alguma doença crônica precisam apresentar uma prescrição médica para que possam ser imunizados.
As pessoas que não fazem parte do público-alvo da campanha, mas que desejarem receber a vacina contra a gripe, podem ser imunizadas em laboratórios ou farmácias da rede privada. No entanto, segundo informou o Ministério da Saúde, elas devem ficar atentas à data de validade da vacina. O ministro Alexandre Padilha afirmou, porém, não há recomendação para que todos os indivíduos sejam imunizados, mas sim apenas aqueles que apresentam maior risco de desenvolver consequências graves da gripe.
(Com reportagem de Aretha Yarak)

*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.
(Estadão Conteúdo)

Lula, o homem público mais financiado pelo capital da história, defende que financiamento privado de campanha seja crime inafiançável

Ai, ai…
Lula nunca teve limites e sempre se beneficiou disso. E, é evidente, muita gente permitiu que não tivesse. Então ele segue adiante. O homem participou, ao lado de Felipe González, ex-primeiro ministro da Espanha, do Fórum “Novos Desafios da Sociedade”, promovido pelo jornal “Valor Econômico”. Antes que fale sobre ele propriamente, um comentário sobre o espírito do tempo. Acho o máximo os nomes desses fóruns. Sempre tem um “novo alguma coisa”. Imaginem como seria constrangedor para a nossa inteligência fazer fóruns sobre os “velhos desafios” que não superamos. Vamos ver:
“O Velho Desafio da Educação de Qualidade”;
“O Velho Desafio da Eficiência dos Portos”;
“O Velho Desafio de uma Tributação não Extorsiva”…
E vai por aí. Debater o presente é chato. Erra-se com mais grandeza e com mais generosidade sobre o futuro. Ninguém cobra nada. Nunca ninguém perdeu dinheiro no Brasil sendo um mau profeta. Nem dinheiro nem poder, né, Guido? Eita! Vontade de ficar falando sobre esse assunto divertido em vez de ocupar meu tempo com Lula, mas é necessário porque apontar a sua mais recente hipocrisia é um dever cívico.
Na presença do espanhol, vejam vocês!, Lula reconheceu que houve avanços no governo FHC… Ah, bom! Espero que tucanos não saiam alardeando isso por aí como um diploma de aprovação: “Vejam o que ele disse!” Quando começar o processo de demonização da oposição e do passado, na campanha eleitoral, aí quem sabe se possam resgatar as raras vezes em o próprio Lula e Dilma disseram a verdade sobre a história — ainda que verdade tímida. “Avanços” é uma palavra-gaveta. Cabe qualquer coisa aí. Qual avanço? Que proposta tinha o PT à época para dar um jeito na inflação, por exemplo, e o que o partido fez durante o lançamento do Real?
Lula só estava evitando parecer bronco, imbecil mesmo!, diante de um convidado ilustre, que conhece o mundo. Fora das quatro paredes daquele evento, retomará a sua ladainha de sempre contra o passado, as elites etc. A própria Dilma, para consumo interno, aderiu à farsa, negando até a evidência escandalosa de que o cadastro únicos dos atendidos por programas sociais começou a ser elaborado no governo FHC.  Não pensem que Lula mudou, que Lula aprendeu, que Lula passou a ser mais justo. Ele distingue muito bem as esferas: o discurso para plateias selecionadas é diferente da fala palanqueira. A diferença não é só de estilo, mas também de conteúdo.
Financiamento público de campanha
Lula, segundo informa Paulo Gama, na Folha, voltou a defender a farsa do financiamento público de campanha como princípio, entende-se, de moralização da política. O homem fartamente financiado por empreiteiras para correr o mundo “em defesa dos interesses nacionais” — e, claro! nesse caso, não vê mal nenhum! — tenta nos convencer de que a mãe de todas as corrupção é o financiamento privado — e legal!!! — de campanha, o que é mesmo um piada.
O problema, desde sempre, é o financiamento ilegal, não é mesmo? De campanhas e de eleitos, prática que não pode ser punida por uma Justiça Eleitoral que não tem lá tantos instrumentos. Alguém pode explicar, com base na lógica, por que o financiamento público impediria o caixa dois? Ninguém consegue. Quando se proibirem formalmente as doações privadas, haverá, isto sim, é uma explosão de financiamentos ilegais porque alguns que hoje contribuem dentro da lei vão migrar para a clandestinidade. E, evidente, os cofres públicos serão sangrados um pouco mais.
Entre repasses do fundo partidário e as compensações fiscais para os veículos de radiodifusão tanto para o horário político como para o horário eleitoral, o Estado brasileiro já gasta algo que roça aí no meio bilhão de reais a cada ano. Assim, já existe financiamento público — não na dimensão pretendida pelo Apedeuta.
Mais: é claro que ele não faria uma proposta dessas naqueles tempos em que o PT tinha 8 deputados. Hoje, é o maior partido da Câmara, e a divisão do dinheiro destinado à eleição teria de obedecer a algum critério. O tamanho da bancada já regula a distribuição do tempo de TV e do fundo partidário. Certamente seria quesito fundamental também na repartição da verba destinada à eleição. Agora que o PT chegou lá, quer mudar as leis para… não sair mais de lá.
Imaginemos uma lei que funcionasse à perfeição, só com financiamento público: com mais dinheiro, o PT teria melhores condições de enfrentar as outras legendas, e isso faria com que tivesse mais condições de permanecer como maior legenda; uma vez sendo a maior, terá mais verba… E estaria criado o ciclo vicioso do poder eterno…
Audácia do Apedeuta
Lula, o presidente do MSL — o Movimento dos Sem-Limite —, foi longe. O brasileiro mais fartamente financiado pelo capital privado de que se tem notícia na história (e, à diferença de Eike Batista, o de hoje em dia, nem precisa apresentar resultados…), se diz contra a financiamento privado de campanhas. Dinheiro de empresas e de particulares, ele só acha legítimo quando patrocina esta instituição da humanidade chamada “Luiz Inácio Lula da Silva”. Nesse caso, tudo bem! Aí é por uma boa causa!
Fora disso, ele é contra. Ousaria dizer, violando a língua, que ele é “contríssimo”!!! Tanto que, segundo disse, o financiamento privado de campanhas eleitorais deveria ser “crime inafiançável”. Já o financiamento público de algumas empresas privadas, bem, nesse caso, ele pode ceder um pouco. Afinal, não nos esqueçamos de que as andanças do lobista Lula geram despesas para os cofres públicos, conforme já ficou demonstrado.
Qualquer outro que fosse flagrado na situação em que Lula foi no caso das empreiteiras não falaria de corda em casa de enforcado. Com ele, é diferente. Isso mais o anima a defender o que seria, então, um privilégio só a ele mesmo concedido: o farto financiamento privado. Lula, já escrevi centenas de vezes, nada tem de burro. Mas é espantoso o que este senhor concorre para emburrecer a política!!!
PS –  Ah, sim: ele também recomendou cuidado com esse negócio de combate à corrupção. Deu a entender que vê muito falso moralismo e diz que alguns que acusam são piores do que os acusados. Ele só não quis falar dos que foram mesmo flagrados, com provas. As alianças que o PT fez nos últimos dez anos demonstram, com efeito, que o PT vê esse negócio de corrupção sem preconceitos.
Por Reinaldo Azevedo