terça-feira, 26 de março de 2013
Veja dicas e técnicas para otimizar sua apresentação oral 4 FINAL
20/03/2013
Aprenda a fazer uma boa apresentação oral
Veja dicas e técnicas para otimizar sua apresentação oral
Antes
e durante a apresentação você deve se concentrar para ficar calmo e
mostrar que está concentrado no tema; a postura também é importante.
Desta forma, você transmitirá ao público a sensação de confiança e
de domínio do tema. Evite olhar demais para o seu guia ou para o
professor -- o ideal é dirigir os olhares para os espectadores e usar um
tom de voz pausado e claro. Procure ser criativo e original na
abordagem. Boa apresentação!
Veja dicas e técnicas para otimizar sua apresentação oral 3
Aprenda a fazer uma boa apresentação oral
Veja dicas e técnicas para otimizar sua apresentação oral
Ferramentas ajudam a melhorar o aspecto de sua apresentação; veja algumas dicas:
- Vídeos sempre despertam a atenção da plateia, pois tem imagens e movimento, mas não abuse: exiba apenas trechos curtos para não ofuscar a apresentação
- Imagens, assim como os vídeos, ajudam a ilustrar o material; mesmo que não use imagens no PowerPoint, por exemplo, tente sempre mostrar fotos ao público para ajudar a transmitir sua mensagem
- Escrever no quadro é uma forma simples de mostrar ao público quais são os principais tópicos de sua apresentação; use bem esse papel de 'professor' que você tem disponível
- Apresentação digital é a forma mais organizada de fazer sua apresentação oral: use o PowerPoint ou outros programas disponíveis na internet. O ideal é não colocar muito texto nos slides, pois desta forma a plateia ficará focada em ler e não ouvir suas explicações; use cores e formatos diferentes para chamar a atenção
- Vídeos sempre despertam a atenção da plateia, pois tem imagens e movimento, mas não abuse: exiba apenas trechos curtos para não ofuscar a apresentação
- Imagens, assim como os vídeos, ajudam a ilustrar o material; mesmo que não use imagens no PowerPoint, por exemplo, tente sempre mostrar fotos ao público para ajudar a transmitir sua mensagem
- Escrever no quadro é uma forma simples de mostrar ao público quais são os principais tópicos de sua apresentação; use bem esse papel de 'professor' que você tem disponível
- Apresentação digital é a forma mais organizada de fazer sua apresentação oral: use o PowerPoint ou outros programas disponíveis na internet. O ideal é não colocar muito texto nos slides, pois desta forma a plateia ficará focada em ler e não ouvir suas explicações; use cores e formatos diferentes para chamar a atenção
Aprenda a fazer uma boa apresentação oral
É
importante ressaltar que, ao dominar o tema abordado, vocês estará apto
a responder perguntas do público que venham a surgir. Para dominar o
tema, leia bastante sofre ele, organize as ideias e treine em voz alta;
se puder pedir ajuda a alguma pessoa, melhor ainda -- assim você vai
treinando como se comportar diante de uma plateia
Aprenda a fazer uma boa apresentação oral 2
Apesar de sua apresentação ser um resumo, é muito difícil decorar todo o
texto. Para facilitar, leve um guia de apoio, com os principais tópicos
que irá desenvolver livremente. Este guia não deve conter frases
extensas, mas sim apenas tópicos e frases curtas, que remetam ao assunto
abordado. O uso de um marcador é importante para destacar o que
não deve faltar. Não se esqueça de fazer o guia com uma letra legível
para não atrapalhar seu discurso. Lembre-se que quanto mais organizado o
seu guia, melhor será sua apresentação, mas dominar o tema é essencial
Veja dicas e técnicas para otimizar sua apresentação oral
Aprenda a fazer uma boa apresentação oral
Veja dicas e técnicas para otimizar sua apresentação oral
Fazer
uma apresentação oral para os colegas não é uma missão fácil. Mais do
que timidez, algumas pessoas chegam mesmo a ficar em pânico frente à
tarefa. Porém, tanto para a vida acadêmica quanto para a profissional,
aprender a falar para um público pequeno ou grande é essencial. A seguir
ensinamos algumas técnicas e dicas que podem ajudar em seu ano letivo
Investimento estrangeiro nos Brics triplica, diz Unctad
Atualizado: 25/03/2013 16:51 | Por BBC, BBC Brasil
Investimento estrangeiro nos Brics triplica, diz Unctad
BBC Brasil
"Dólares"
No ano passado, os países do grupo receberam US$ 263 bilhões em IED.
A China recebeu quase metade (46%) desse total. Em segundo lugar, aparece o Brasil, com 25%, seguido por Rússia (17%) e Índia (10%).
De acordo com a Unctad, os Brics também se tornaram investidores importantes nesse período.
O fluxo de investimentos para fora desses países passou de US$ 7 bilhões em 2000 para US$ 126 bilhões em 2012, quando responderam por 9% do total mundial.
'Dez anos antes, essa fatia era de apenas 1%', diz a Unctad.
O relatório diz que os investimentos feitos pelos Brics são principalmente em busca de mercados em países desenvolvidos ou no contexto de alianças regionais.
Os países desenvolvidos foram destino de 42% do total de IED para fora dos Brics, sendo que a União Europeia respondeu por 34%.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Magnata russo Berezovsky morreu enforcado, diz polícia
Atualizado: 25/03/2013 18:37 | Por Reuters, Reuters
Magnata russo Berezovsky morreu enforcado, diz polícia
A polícia, que já havia removido o corpo da casa dele para realizar uma autópsia, disse que não havia sinais de briga violenta, acrescentando que mais testes serão realizados, incluindo exames de toxicologia e histologia.
Uma vez conhecido como o cardeal cinza das políticas do Kremlin, ele ajudou Vladimir Putin a chegar ao poder antes de fugir em 2000 para a Inglaterra, onde se tornou um dos mais ferozes críticos do governo russo.
O corpo de Berezovsky, de 67 anos, foi encontrado em sua propriedade em Ascot, uma cidade próspera a poucos quilômetros do Castelo de Windsor, da rainha Elizabeth, no sábado.
Alguns de seus sócios insinuaram anteriormente que Berezovsky poderia ter se matado porque estava profundamente deprimido depois de perder uma batalha judicial de 6 bilhões de dólares no ano passado contra outro magnata russo, Roman Abramovich.
"Os resultados do exame post-mortem, realizado por um patologista do Ministério do Interior, determinaram que a causa da morte é consistente com enforcamento", disse a polícia em comunicado. "O patologista não encontrou nada que indicasse uma briga violenta."
Detetives chegaram a inspecionar a casa Berezovsky em busca de traços de radiação e produtos químicos, mas não encontraram nada e disseram que não havia nenhuma evidência do envolvimento de uma terceira parte em sua morte.
(Reportagem de Maria Golovnina)
Estudo expõe poluição nos rios do País
Atualizado: 23/03/2013 02:03 | Por Bruno Deiro, estadao.com.br
Estudo expõe poluição nos rios do País
Levantamento da SOS Mata Atlântica em 21 cidades mostra que, dos 30 rios avaliados, nenhum estava em situação satisfatória
A
análise de 30 rios localizados nas Regiões Sudeste e Nordeste mostra a
situação preocupante da gestão hídrica no País. Divulgado ontem, no Dia
Internacional da Água, o levantamento da SOS Mata Atlântica não
encontrou nenhum rio, córrego ou lago em 21 cidades visitadas no ano
passado em situação satisfatória: 21 foram considerados de qualidade
regular e outros 9, classificados como ruins.
A ação é parte do projeto A Mata Atlântica é aqui, exposição itinerante que passou por municípios de nove Estados brasileiros entre janeiro e dezembro de 2012. Entre as três dezenas de rios avaliados, 26 foram analisados pela primeira vez pelo projeto. Dos quatro rios avaliados em outros anos, três pioraram seus índices e um manteve a mesma classificação.
A avaliação englobava 14 parâmetros físico-químicos, que incluem transparência da água, quantidade de lixo e odor. Dessa forma, a qualidade da água era avaliada segundo cinco níveis de pontuação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 28 pontos), regular (de 29 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos).
Três locais tiveram a pior avaliação, com 23 pontos: o Córrego Bussocaba, em Osasco, na foz do Rio Tietê, o Rio Grande, no Rio, e o Rio Salgadinho, em Maceió. Segundo Romilda Roncatti, coordenadora da exposição itinerante, o fato de a maior parte (70%) dos rios estar em situação regular não diminui a preocupação.
"Independentemente de ser regular ou ruim, todos são preocupantes. Os rios de qualidade regular são bastante poluídos e os ruins não têm nenhuma condição de uso pela população", explica. "Temos de voltar os olhos para as águas de nosso País, especialmente na questão do saneamento básico."
Especialmente nos locais que tiveram a pior avaliação, explica Roncatti, a principal agravante era o despejo de esgoto doméstico. "É preciso investir em infraestrutura para que o esgoto não vá direto para o rio. Percebemos ainda que muita gente tende a olhar o rio como um lixão, que leva os resíduos para longe. É preciso mudar este olhar", afirma a coordenadora.
As análises que tiveram o melhor resultado foram as do Rio Vaza-Barris, em Aracaju, com 34 pontos, e do Rio Pratagy, em Maceió, com 33 pontos.
Esta é a terceira vez que o levantamento anual, que não tem valor pericial, é realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica. No ano passado, em uma avaliação mais ampla, a análise de 49 rios de 11 Estados do Sudeste, Sul e Nordeste constatou que 75,5% eram classificados como de qualidade regular, enquanto que os 24,5% restantes tinham nível ruim.
"Esta analise é meramente informativa e não confrontamos com dados de outras instituições. Mas ela tem parâmetros corretos e tem servido para levar informação às populações que vivem e dependem desses recursos hídricos", afirma Roncatti.
Itinerante
A análise dos rios é parte do projeto A Mata Atlântica é aqui, que seleciona a cada ano diversas localidades que, no passado, foram cobertas por esse tipo de floresta. Dois biólogos fixos, num caminhão-baú, escolhem um ponto nas cidades visitadas para montar a central de informações. Com a ajuda de um monitor local, é organizada uma programação de 15 dias de palestras, oficinas e debates - com a participação de escolas, chegam a receber 80 crianças por hora.
Desde maio do ano passado, o projeto percorre cidades litorâneas com o tema Nosso verde também depende do azul. "Pela proximidade com o mar, as cidade de praia deveriam ser mais conscientes, mas infelizmente não é o que temos visto", lamenta Romilda. "O lixo doméstico muitas vezes é despejado na própria praia."
A ação é parte do projeto A Mata Atlântica é aqui, exposição itinerante que passou por municípios de nove Estados brasileiros entre janeiro e dezembro de 2012. Entre as três dezenas de rios avaliados, 26 foram analisados pela primeira vez pelo projeto. Dos quatro rios avaliados em outros anos, três pioraram seus índices e um manteve a mesma classificação.
A avaliação englobava 14 parâmetros físico-químicos, que incluem transparência da água, quantidade de lixo e odor. Dessa forma, a qualidade da água era avaliada segundo cinco níveis de pontuação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 28 pontos), regular (de 29 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos).
Três locais tiveram a pior avaliação, com 23 pontos: o Córrego Bussocaba, em Osasco, na foz do Rio Tietê, o Rio Grande, no Rio, e o Rio Salgadinho, em Maceió. Segundo Romilda Roncatti, coordenadora da exposição itinerante, o fato de a maior parte (70%) dos rios estar em situação regular não diminui a preocupação.
"Independentemente de ser regular ou ruim, todos são preocupantes. Os rios de qualidade regular são bastante poluídos e os ruins não têm nenhuma condição de uso pela população", explica. "Temos de voltar os olhos para as águas de nosso País, especialmente na questão do saneamento básico."
Especialmente nos locais que tiveram a pior avaliação, explica Roncatti, a principal agravante era o despejo de esgoto doméstico. "É preciso investir em infraestrutura para que o esgoto não vá direto para o rio. Percebemos ainda que muita gente tende a olhar o rio como um lixão, que leva os resíduos para longe. É preciso mudar este olhar", afirma a coordenadora.
As análises que tiveram o melhor resultado foram as do Rio Vaza-Barris, em Aracaju, com 34 pontos, e do Rio Pratagy, em Maceió, com 33 pontos.
Esta é a terceira vez que o levantamento anual, que não tem valor pericial, é realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica. No ano passado, em uma avaliação mais ampla, a análise de 49 rios de 11 Estados do Sudeste, Sul e Nordeste constatou que 75,5% eram classificados como de qualidade regular, enquanto que os 24,5% restantes tinham nível ruim.
"Esta analise é meramente informativa e não confrontamos com dados de outras instituições. Mas ela tem parâmetros corretos e tem servido para levar informação às populações que vivem e dependem desses recursos hídricos", afirma Roncatti.
Itinerante
A análise dos rios é parte do projeto A Mata Atlântica é aqui, que seleciona a cada ano diversas localidades que, no passado, foram cobertas por esse tipo de floresta. Dois biólogos fixos, num caminhão-baú, escolhem um ponto nas cidades visitadas para montar a central de informações. Com a ajuda de um monitor local, é organizada uma programação de 15 dias de palestras, oficinas e debates - com a participação de escolas, chegam a receber 80 crianças por hora.
Desde maio do ano passado, o projeto percorre cidades litorâneas com o tema Nosso verde também depende do azul. "Pela proximidade com o mar, as cidade de praia deveriam ser mais conscientes, mas infelizmente não é o que temos visto", lamenta Romilda. "O lixo doméstico muitas vezes é despejado na própria praia."
Peixes morrem com falta de oxigênio no Lago de Furnas em Minas
Atualizado: 08/03/2013 18:33 | Por Rene Moreira, Especial para o Estado, estadao.com.br
Peixes morrem com falta de oxigênio no Lago de Furnas em Minas
Baixo nível da represa gerou algas, além de bactérias e fungos, que reduzem o oxigênio na água
Polícia Ambiental/Divulgação
"Pescadores encontraram tilápias mortas às margens da represa em janeiro"
O Lago de Furnas vem de uma estiagem recorde no ano passado e os problemas na água estariam relacionados ao processo de recuperação da represa. As mortes estão ocorrendo nos tanques utilizados pelos psicultores para a criação. Eles dizem que até peixes com mais de um quilo aparecem mortos com frequência. Especialistas apontam que enquanto o nível da represa esteve baixo, algas cresceram principalmente nas margens causando a redução do nível de oxigênio da água.
Outro problema detectado nesse período em que o nível do lago vai se recuperando é o surgimento de bactérias e fungos. Com todos esses fatores somados, a temperatura da água sobe ao mesmo tempo em que diminui a quantidade de oxigênio. Alguns criadores da região têm apelado até para medicamentos que são jogados aos peixes, mas nem mesmo essa medida vem surtindo efeito e em alguns tanques de produção a perda é grande.
Mortes de peixes e já haviam sido registradas em Furnas na segunda quinzena de janeiro deste ano, quando pescadores do Povoado de Areado, na região de Alfenas, encontraram tilápias mortas às margens da represa. A Polícia Militar do Meio Ambiente esteve no local na ocasião e registrou o problema. No entanto, não encontraram qualquer indício de contaminação na represa, sendo recolhidas amostras da água para análise. Esse caso é apurado pelo inistério Público de Belo Horizonte e Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEAM).
De acordo com o Operador Nacional do Sistema, a região de Furnas está operando com 53,44% de sua capacidade. No ano passado a represa chegou a 12%, um recorde negativo histórico. Na época, somente na região de Campo Belo (MG) morreram 7 toneladas de peixes por conta da seca do lago, que chegou a ficar 14 metros abaixo de seu nível normal. Este ano a quantidade de chuva tem surpreendido e a represa já subiu mais de 7 metros, mas ainda assim serão necessários cerca de dois anos para que volte a seu índice normal.
A represa de Furnas tem potência de 1.216 MW, o que corresponde a 1,05% da capacidade nacional. Mas somada com as outras usinas que influencia, a capacidade sobe para 26.047 MW (22,5%). Sua potência é suficiente para abastecer 45 milhões de brasileiros. Em sua capacidade integral, o lago fica a 768 metros acima do nível do mar.
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