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Papa convida jovens à JMJ 'em julho, no Rio'

Atualizado: 24/03/2013 17:25 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Papa convida jovens à JMJ 'em julho, no Rio'



Papa convida jovens à JMJ 'em julho, no Rio de Janeiro'
Papa convida jovens à JMJ 'em julho, no Rio de Janeiro'
Cidade do Vaticano, 24 mar (EFE).- O papa Francisco reiterou neste domingo durante o Ângelus o convite a todos os jovens do mundo para viajarem ao Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude, que será realizada em julho.
'Em julho, no Rio de Janeiro, preparai espiritualmente o coração para a Jornada Mundial da Juventude', disse o papa em espanhol, italiano, alemão, inglês, polonês e francês durante a oração do Ângelus, após a missa do Domingo de Ramos, oficiada na Praça de São Pedro.
Durante a missa, o papa lembrou que o Domingo de Ramos é também a Jornada da Juventude.
'O lema deste ano é 'Ide e fazei discípulos de todos os povos'. Queridos amigos, também eu me ponho em caminho com vós... Agora já estamos perto da próxima etapa desta grande peregrinação da cruz de Cristo. Aguardo com alegria o próximo mês de julho, no Rio de Janeiro', declarou.
Durante o Ângelus, o pontífice também dedicou palavras de consolo para as pessoas que sofrem, especialmente os doentes de tuberculose.
'Que Nossa Senhora das Dores ampare especialmente quem está vivendo situações particularmente difíceis, lembrando especialmente os afetados pela tuberculose, pois hoje é o Dia Mundial contra esta doença', afirmou.
Francisco deixou a Praça de São Pedro no papamóvel descoberto, após percorrer o local entre as 250 mil pessoas que, segundo o Vaticano, assistiram ao primeiro rito da Semana Santa.
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FIlme da Madrugada


Atualizado: 25/03/2013 21:41 | Por GUSTAVO PORTO, estadao.com.br

Aécio também diz que PSDB pode 'fazer mais' pelo País

Saudado por uma plateia paulista como o candidato à Presidência da República pelo PSDB, o senador Aécio Neves (PSDB-MG)...



Aécio afirma que PSDB pode 'fazer mais' pelo Brasil (JF Diorio/Estadão)
Saudado por uma plateia paulista como o candidato à Presidência da República pelo PSDB, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) evitou assumir a disputa, mas respondeu positivamente ao apelo do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e topou assumir a presidência nacional do partido. "Contem comigo de cabeça erguida, como devem andar os tucanos. Dizendo: nós faremos mais", disse Aécio, em discurso durante congresso tucano, encerrado na noite desta segunda-feira em São Paulo.
O mote "nós faremos mais" utilizado pelo tucano no Congresso do PSDB foi o mesmo utilizado, mais cedo, por sua principal adversária em 2014, a presidente Dilma Rousseff, e pelo virtual presidenciável do PSB, governador Eduardo Campos (PE), que estiveram juntos em um evento no sertão pernambucano. Tanto Dilma quanto Campos também disseram que poderão fazer mais pelo País.
O nome de Aécio será ratificado na convenção nacional do partido, em maio, evento que poderá ser em São Paulo, o maior colégio eleitoral do País. "Ele sai daqui presidente do partido. A expectativa agora é de que a convenção se transforme no lançamento da candidatura de Aécio a presidente", disse uma liderança do PSDB. Aécio afirmou que reconhece o papel do presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), mas, falando como o futuro ocupante do comando tucano, pediu uma "profissionalização" nas ações do partido. "Vamos nos conectar cada vez mais."
No entanto, ao ser indagado se aceitaria a candidatura à sucessão de Dilma e após a saudação dos militantes que lotaram a sede do partido em São Paulo, o senador foi mais comedido. Aécio declarou que se sentia honrado e avaliou que primeiro iria seguir os pedidos de Alckmin e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e percorreria o Brasil.
"Nós precisamos percorrer uma longa estrada até 2014. Essa é a hora de o PSDB se mostrar vigoroso", disse. "A escolha do candidato do PSDB vai ocorrer no amanhecer de 2014, quando vamos estar todos juntos, prontos para enfrentar esse governo que vai estar desgastado, cansado, porque perdeu a capacidade de transformar. E se contenta, hoje, em ter um projeto de poder que é um vale tudo", completou.
Aécio procurou até mesmo afagar o ex-governador José Serra, principal ausência tucana no encontro. "Sempre haverá um espaço de destaque para o governador Serra." O senador afirmou ainda que as candidaturas de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (sem partido) trazem conteúdo e são bem-vindas. "Mas nosso campo é mais confortável, porque sabemos o que queremos: somos oposição à ineficiência, que é a principal marca desse governo."

Índios recusam proposta da Justiça sobre Museu do Índio

Rio de Janeiro

Índios recusam proposta da Justiça sobre Museu do Índio

Grupo rejeita oferta de ficar hospedado em albergue e parte para local desconhecido

Indígenas discutem com policiais durante a desocupação da aldeia Maracanã, no RJ
Indígenas discutem com policiais durante a desocupação da aldeia Maracanã, no RJ - Vanderlei Almeida/AFP
Terminou sem acordo a audiência de conciliação deste domingo entre indígenas que invadiram o Museu do Índio, em Botafogo, no Rio de Janeiro, e o juiz federal Wilson José Witzel. A audiência foi realizada na sede da Justiça Federal do Rio e durou cerca de dez horas. Os 21 indígenas presentes no local recusaram a proposta feita pela Fundação Nacional do Índio (Funai), que havia proposto que eles ficassem hospedados em um albergue no bairro da Glória, na zona sul da cidade, durante quatro dias. De acordo com a assessoria de imprensa da Justiça Federal, o grupo não quis informar onde passará a noite.
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Os indígenas reivindicam a reintegração de posse do terreno localizado ao lado do estádio do Maracanã, na zona norte da cidade, onde funciononou o Museu do Índio entre 1973 e 1978. O casarão foi construído em 1866 e está em ruínas. O governo discute como utilizar a área, enquanto os indígenas querem que o imóvel seja restaurado. "A nossa pauta é única. Queremos de volta a Aldeia Maracanã", afirmou Urutau Guajajara, de 53 anos.
Na última sexta-feira, depois de um cerco policial e de pelo menos cinco detenções, os indígenas que ocupavam o antigo museu concordaram em deixar o local. Na tarde do sábado, no entanto, eles invadiram o novo museu, em Botafogo, tentando forçar um acordo com o presidente da instituição, José Carlos Levinha. Sem sucesso, ficaram no local até a madrugada deste domingo.
O grupo se nega a aceitar a proposta do governo estadual de encaminhá-los a um terreno no bairro de Jacarepaguá. No local, foi construído um alojamento temporário com camas, cozinha e banheiros. Os indígenas criticam as condições da área, onde funcionava a Colônia Curupaiti, destinada a hansenianos. Eles afirmaram também que repudiam a hospedagem oferecida pela Prefeitura do Rio, no Hotel Acolhedor, destinado ao pernoite de população de rua.

Especial

Especial
VEJA, Agosto de 1948

Nos chamados 'Jogos da Austeridade', Londres supera os
fantasmas da guerra e sedia uma Olimpíada notável – na qual, mais do
que em qualquer outra, o importante foi mesmo participar

Tributo à esperança: apenas três anos depois da guerra, Londres recebe a celebração do esporte

Em Londres, os sinais dos seis anos de guerra que esfacelaram a Europa ainda podem ser vistos e sentidos por toda a parte. Enquanto os prédios em ruínas e os escombros empilhados nas ruas escancaram as cicatrizes que a blitz nazista deixou na capital do império britânico, o racionamento de alimentos, de roupas, de materiais de construção e de combustível trata de seguir atormentando a nação do rei George VI, às voltas com uma dívida de quase três vezes seu produto interno bruto. Em mais uma demonstração de força psicológica e espírito de luta, contudo, os londrinos, que há menos de oito anos surpreenderam o planeta ao sobrepujar a até então invencível força aérea germânica na Batalha da Grã-Bretanha, lograram entregar ao mundo neste ano de 1948 uma Olimpíada, diante das circunstâncias, absolutamente irretocável. No papel, celebrou-se a 14ª edição dos Jogos Olímpicos da era moderna; na prática, ergueu-se um monumento vivo e pulsante em homenagem à liberdade e à esperança.
Entre 29 de julho e 14 de agosto, mais de 4.100 atletas de 59 países reuniram-se na Grã-Bretanha para a disputa do maior evento esportivo global desde Berlim-1936. E, mais do que pelo estabelecimento de recordes ou pela superação de limites pessoais, esses homens e mulheres transformaram-se em legítimos heróis olímpicos pelo simples fato de comungarem, ao lado dos 8 milhões de londrinos, de um esforço sem precedentes para vencer a herança maldita da guerra. Sem o capital para a construção de novas instalações para as provas, tratou-se de reformar e adaptar as existentes; diante do racionamento de comida, frutificou-se a solidariedade das nações, que partilharam tantos suprimentos quanto podiam; com a escassez de mão-de-obra, manifestou-se a dedicação dos competidores, que tiveram de comprar ou costurar seus próprios uniformes e levar suas próprias toalhas para os alojamentos improvisados. Nos chamados "Jogos da Austeridade", todos saíram vitoriosos.
Acomodações espartanas: os preparativos para receber os atletas - sem conforto, mas com dignidade

Ringue na piscina – Em 1946, quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou Londres como sede da Olimpíada de 1948 – as duas edições anteriores, em 1940 e 1944, haviam sido canceladas por causa do conflito que redefiniu as fronteiras do planeta –, sabia-se que apenas a realização do evento em si já seria uma tarefa hercúlea. Com os cofres públicos zerados, era claro que o Comitê Olímpico Britânico não poderia contar com financiamentos estatais da administração do primeiro-ministro Clement Attlee. Recorreria-se, sim, a um esforço conjunto da organização, da população, dos esportistas e das próprias autoridades, a fim de mostrar que, apesar das cicatrizes de batalha – ou exatamente por causa delas –, Londres era o palco ideal para uma celebração da paz naquela magnitude.
E assim, buscando-se economizar cada centavo, campos militares do Exército e da Força Aérea Britânica, bem como enfermarias e faculdades, foram usados como dormitórios para abrigar os atletas. Os competidores anfitriões permaneceram em suas residências e utilizaram a malha de transporte público local para se deslocar até as áreas de competição. Nenhum estádio ou ginásio foi construído para o evento: aproveitou-se e adaptou-se toda a estrutura existente em Londres e em seus arredores, o que foi bastante para sediar com galhardia os 136 eventos de 23 modalidades esportivas. Claro que houve alguns sacrifícios: sede das competições aquáticas, a Empire Pool precisou dividir suas instalações com o pugilismo – um inesperado ringue surgia em um tablado instalado sobre a piscina coberta. Já o estádio imperial, em Wembley, que abrigou as provas de atletismo e as finais do futebol, precisou dar adeus à tradicional pista de corrida de cachorros. Aproximadamente 800 toneladas de cinzas foram despejadas para converter o espaço para uso dos humanos.
Com o severo racionamento de alimentos em vigor na Grã-Bretanha – do qual nem mesmo os atletas escaparam –, cada nação colaborou como conseguiu. A Holanda enviou mais de cem toneladas de frutas e vegetais para serem distribuídas entre as delegações; a Dinamarca, 160.000 ovos; a Checoslováquia, 20.000 garrafas de água mineral. Na verdade, toda ajuda, de qualquer natureza, foi extremamente bem-vinda – o Canadá, por exemplo, cedeu duas pranchas de madeira de pinho, que viraram os trampolins da Empire Pool.
A adaptação de Wembley: de pista de corrida de cachorros para palco da primeira Olimpíada do pós-guerra

Ao manter o orçamento sob rédeas curtas, os responsáveis por Londres-1948 ainda conseguiram outra vitória: transformaram os Jogos Olimpícos em um produto superavitário. Com uma receita de 761.000 libras (graças, principalmente, a 545.000 libras em ingressos vendidos) e uma despesa de 732.000 libras, a Olimpíada produziu, portanto, um lucro de cerca de 29.000 libras ao Comitê Organizador – sobre o qual recaiu um imposto de 8.000 libras. Lorde Burghley, presidente do Comitê, fez questão de dividir os louros com todos aqueles que se engajaram no evento. "Se o sucesso dos Jogos pode ser atribuído a um fator mais do que qualquer outro, é ao incrível modo com que o espírito olímpico acendeu a todos aqueles que dele participaram", discursou. "Cada um deles deve se orgulhar por ter contribuído com seu melhor para criar uma grande e gloriosa façanha, não apenas na saga esportiva, mas também por fazer a juventude superar a mesquinharia dos homens e fincar uma bandeira de tolerância, compreensão e amizade na qual o mundo pode verdadeiramente prosperar."
Mais que medalhas – "O importante nos Jogos Olímpicos não é vencer, mas sim participar. O essencial na vida não é conquistar, mas lutar com dignidade." Nunca antes na história da Olimpíada o lema de Pierre de Coubertin, que emoldurou o placar de Wembley na cerimônia de abertura do evento, foi tão adequado. Feitos notáveis, como os quatro ouros da holandesa Fanny Blankers-Koen ou o emocionante triunfo do atirador húngaro Karoly Takacs, é certo, já estão gravados no almanaque de glórias dos Jogos Olímpicos. Da mesma forma, ficará eternizada a estrondosa vitória dos Estados Unidos no quadro de medalhas – evidentemente, a Alemanha, líder em Berlim-1936, não foi convidada para os Jogos deste ano, assim como o Japão, cujos atos bélicos ainda não foram totalmente digeridos pela comunidade internacional. Porém, como confessou o fenomenal Emil Zatopek, campeão dos 5.000 metros, Londres-1948 representou uma conquista muito maior do que um recorde ou uma medalha.
“Depois de todos esses dias sombrios da guerra, dos bombardeios, da matança, da fome, o retorno dos Jogos Olímpicos foi como se o sol estivesse finalmente nascendo de novo. De repente, não havia mais fronteiras, não havia mais barreiras, apenas as pessoas se confraternizando. Foi algo maravilhosamente caloroso. Homens e mulheres que haviam acabado de perder cinco anos de sua vida estavam de volta." A vida estava de volta.

Secretário de estado americano faz visita surpresa ao Iraque

Secretário de estado americano faz visita surpresa ao Iraque

VEJA

John Kerry alerta governo de Bagdá sobre uso do espaço aéreo iraquiano por aviões do Irã para abastecer Síria com armas

Kerry posa com os marines durante visita à embaixada americana em Bagdá
Kerry durante visita à embaixada americana em Bagdá (Jason Reed/AFP)
O secretário de estado americano John Kerry chegou de surpresa neste domingo a Bagdá, capital do Iraque, e fez uma advertência às autoridades do país sobre o uso do espaço aéreo iraquiano por aviões do Irã. Segundo Kerry, aviões iranianos sobrevoam o Iraque carregados de armas em direção à Síria, com o objetivo de fornecer armamentos ao regime do ditador Bashar Assad. "Disse muito claramente ao primeiro-ministro que o sobrevoo de aeronaves que partem do Irã contribui para apoiar o presidente Assad", afirmou Kerry a jornalistas, após reunião com o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al Maliki.
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Os Estados Unidos já pediram em várias ocasiões que o Iraque controle as cargas dos aviões procedentes do Irã com destino à Síria. Esta é, no entanto, a primeira viagem de um chefe da diplomacia americana ao Iraque desde que Hillary Clinton esteve no país, em 2009.
Kerry também demonstrou preocupação com a onda de protestos da minoria sunita iraquiana. O chefe da diplomacia americana pediu a Maliki, um xiita, que atue em favor de uma melhor integração dos sunitas — que constituem 25% da população e que, desde dezembro, realizam protestos por se considerarem marginalizados.
A visita de Kerry tem motivação simbólica, já que acontece poucos dias depois do décimo aniversário da invasão americana ao país. A ação levou à derrubada de Saddam Hussein, mas fracassou em estabelecer a democracia estável imaginada pelo ex-presidente George W. Bush.
O ex-embaixador americano no Iraque Ryan Crocker defende um maior envolvimento do governo de Barack Obama no país. "Devemos aproveitar todas as vantagens de nosso acordo de associação estratégica para aumentar nosso peso político (...) para demostrar ao Iraque ele tem um sócio, um aliado e outras opções invés de olhar para o Irã", declarou o diplomata.
(Com Agência AFP)