domingo, 24 de março de 2013

Magnata russo Boris Berezovsky é encontrado morto em sua casa na Inglaterra

Magnata russo Boris Berezovsky é encontrado morto em sua casa na Inglaterra

VEJA

Aos 67 anos, empresário deixou uma fortuna de cerca de 700 milhões de dólares e seis filhos

Boris Berezovsky no seu escritório em sua casa, na Inglaterra
Boris Berezovsky no seu escritório em sua casa, na Inglaterra - John Downing/Hulton Archive/Getty Images
O magnata russo Boris Berezovsky, de 67 anos, foi encontrado morto em sua casa na Inglaterra na tarde deste sábado. A morte foi anunciada pelo genro de Berezovsky, Egor Schuppe, num post no Facebook, e confirmada por seu advogado, Alexander Dobrovinsky. Ainda não foi informada a causa da morte, mas alguns veículos de imprensa afirmam que Berezovsky estava deprimido e pode ter se suicidado.O empresário sobreviveu a diversas tentativas de assassinato ao longo dos anos – entre elas um atentado a bomba que matou seu motorista.
No começo da década de 90, Berezovsky, matemático por formação que começou a amealhar sua fortuna no setor de venda automotiva, se aproximou do stablishment político da Rússia – de Boris Yeltsin e Vladimir Putin, em especial. Ele apoiou Putin quando este ascendeu à presidência do país, em 1999. Mas o contato entre ambos azedou e o magnata se tornou um crítico acerbo do regime de Moscou. Em 2000, depois de romper com Putin, ele se mudou para a Inglaterra e recebeu asilo político três anos depois.
Em 1997, o patrimônio de Berezovsky, então no auge de seus sucesso e influência, foi estimado pela revista Forbes em 3 bilhões de dólares. Ao longo da década seguinte, tornou-se difícil avaliar a extensão de sua riqueza, calcada em uma rede pouco transparente de negócios. Um estimativa de 2012 falava em 700 milhões de dólares. Na lista de 2013, o empresário já não estava entre os mais ricos devido ao colapso de muitos de seus investimentos. Ele vinha realizando a venda de bens como um iate e o quadro Lenin Vermelho (Red Lenin), do artista pop americano Andy Wahrol.
Nos últimos anos, Berezovsky envolveu-se em duas espetaculares batalhas legais. Numa ação de divórcio, sua ex-mulher, a russa Galina Besharova, conquistou o direito a um patrimônio de 150 milhões de dólares. Outro embate o contrapôs ao compatriota Roman Abramovich, dono do clube de futebol Chelsea. A ação, de 5 bilhões de dólares, girava em torno da petrolífera Sibneft e foi a maior ação civil na história jurídica da Grã-Bretanha. Em 2012, Berezovsky foi derrotado nos tribunais e teve de arcar com despesas jurídicas de 250 milhões de dólares.
Ele é apontado no Brasil como um dos articuladores da parceria feita em 2004 entre o Corinthians e o grupo de investidores Media Sports Investment (MSI), do qual seria o principal acionista. Essa união levou ao clube jogadores como Carlitos Tévez, Javier Mascherano e Nilmar. O Ministério Público chegou a pedir a prisão do magnata, em 2007, por lavagem de dinheiro.

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Vinde a mim os eleitores: a força da bancada evangélica no Congresso

Vinde a mim os eleitores: a força da bancada evangélica no Congresso

VEJA

A confusão envolvendo o deputado-pastor Marco Feliciano expôs a atuação dos parlamentares ligados a igrejas evangélicas. E eles vieram para ficar

Gabriel Castro e Marcela Mattos, de Brasília
Deputados durante momento de oração
Parlamentares evangélicos em momento de oração (Saulo Cruz/Agência Câmara)
"O Senhor disse que aqueles que querem viver piedosamente serão perseguidos. Estamos vivendo um ensaio daquilo que ainda virá com mais intensidade contra os cristãos". Com o colarinho desabotoado, terno e gravata escuros e camisa branca, o pastor Henrique Afonso (PV-AC) faz um alerta às pessoas que acompanham sua pregação na manhã da última quarta-feira. O local: o plenário número dois das comissões da Câmara dos Deputados. O público: oito deputados federais e trinta servidores do Congresso.
O culto ocorre semanalmente. Os parlamentares-pastores fazem um rodízio. A cada semana, uma dupla divide a direção do serviço e a pregação do dia. Na última quarta-feira, o sermão de Henrique Afonso estava relacionado à tensão gerada pela eleição de Marco Feliciano (PSC-SP), pastor da Assembleia de Deus, para a presidência da Comissão de Direitos Humanos. O deputado enfrenta resistência por afirmar que a união de pessoas do mesmo sexo é condenável e dizer que os africanos são vítimas de uma maldição dos tempos bíblicos. O caso apontou os holofotes para a atuação da bancada evangélica no parlamento. Em parte pelos próprios defeitos, em parte pela incompreensão dos adversários políticos, esses parlamentares têm ganhado espaço cada vez maior no debate político nacional. E os sinais são de que eles vieram para ficar.
A presença de evangélicos na política – assim como a de católicos ou espíritas –  não é novidade. Partidos de inspiração cristã existem em países como Suíça, Inglaterra e Holanda sem que isso signifique qualquer ameaça à democracia. A mulher mais poderosa da Europa, a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, pertence à tradicional União Democrata-Cristã de seu país. A mesma Alemanha tem como presidente o independente Joachim Gauck, um conhecido pastor luterano. O maior partido do Parlamento Europeu, o European People's Party, é composto fundamentalmente por democratas-cristãos. Assim como os cultos na Câmara dos Deputados, a realização de eventos religiosos no Congresso dos Estados Unidos é comum desde a época de Thomas Jefferson. O movimento abolicionista surgiu na Inglaterra, organizado por um grupo de doze protestantes. A campanha dos direitos civis nos Estados Unidos teve como líder o pastor batista Martin Luther King.

Frente Parlamentar Católica?


  1. Ao contrário dos evangélicos, os parlamentares católicos não compõem uma frente parlamentar. Mas a bancada se organiza informalmente. Entre os deputados que pertencem à Igreja, os mais ativos são os ligados ao movimento da Renovação Carismática – um equivalente ao movimento pentecostal nas igrejas protestantes. Apesar de não se organizarem em um grupo oficial, os católicos são os criadores da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e contra o Aborto, presidida pelo deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP). O grupo, engrossado por evangélicos, conta com 220 deputados e doze senadores.
Em Brasília, chama a atenção a atuação organizada desse grupo de parlamentares que, apesar de pertencerem a partidos diferentes, se articulam na defesa de suas bandeiras. E elas costumam ser mais contra do que a favor: contra a legalização do aborto, o casamento gay, a eutanásia e a liberação das drogas. A favor, basicamente, da ampla liberdade religiosa. No total, os evangélicos representam 14,2% dos deputados e 5% dos senadores.
A bancada evangélica também não foge à regra do Congresso Nacional quando o assunto são denúncias de corrupção. Dos 73 integrantes na Câmara, 23 respondem a processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Há acusados de corrupção, peculato (desvio praticado por servidor público), crime eleitoral, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e estelionato. Há até um condenado a prisão que pode ir para a cadeia em breve: Natan Donadon, que tem pena de treze anos e quatro meses a cumprir.
Outro ponto delicado é a legitimidade do uso de fiéis como plataforma política. São muitos os indícios de que alguns deputados evangélicos utilizam os seguidores como massa de manobra. Na última quarta-feira, em meio à turbulência envolvendo a Comissão de Direitos Humanos, Anthony Garotinho (PR-RJ) dava conselhos a Marco Feliciano no plenário da Câmara e sugeria que o colega renunciasse à presidência do colegiado. Ex-governador do Rio, Garotinho foi direto: "O que você tinha que capitalizar no meio evangélico, já capitalizou".
"Todos os partidos têm buscado, de uma maneira geral, ter evangélicos nos seus quadros, porque é um segmento substantivo do eleitorado brasileiro. Essas religiões estão crescendo, e é claro que há interesse como massa eleitoral", diz o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) João Paulo Peixoto. Ele também afirma que os parlamentares evangélicos, se não são melhores do que a média, não fogem à regra dos colegas de Congresso: "Os evangélicos não estão acima do bem e do mal. Embora tenham uma pregação rígida dos valores morais, há também um outro lado que diz respeito à própria condição humana", afirma.
O deputado João Campos (PSDB-GO), pastor da Assembleia de Deus e presidente da Frente Parlamentar Evangélica, reconhece que os desvios éticos prejudicam a imagem dos parlamentares da frente: "Se tiver um processo de corrupção, é claro que incomoda. A exposição negativa pode prejudicar, mas acho que faz parte do processo".
Histórico – A Frente Parlamentar Evangélica foi criada em 2003. Três anos depois, o Congresso foi atingido por um escândalo que colocou os evangélicos em evidência da pior forma possível: a Máfia das Sanguessugas, que desviava emendas parlamentares e abastecia os bolsos de deputados e empresários, envolveu 23 integrantes da bancada. Desses, dez eram da Igreja Universal do Reino de Deus e nove pertenciam à Assembleia de Deus. Talvez por isso, os deputados ligados a essas igrejas perderam espaço nas eleições de 2006. A recuperação nas urnas ocorreu em 2010 com a renovação dos quadros políticos. Hoje, representantes da Assembleia de Deus – que tem diversas ramificações e não possui comando único, como é o caso da Igreja Universal – são os mais numerosos.
Além dos deputados, quatro senadores compõem o time evangélico no Congresso. A maioria desses 77 parlamentares pertence à base da presidente Dilma Rousseff. Mas, como algumas bandeiras relacionadas ao aborto e ao casamento de pessoas do mesmo sexo não são prioridade na pauta dos partidos de oposição, os evangélicos acabam ocupando uma função dúbia: apoiam o governo em temas econômicos e de assistência social, mas divergem abertamente quando o Executivo quer, por exemplo, distribuir o "kit-gay" nas escolas primárias ou relaxar as penas para traficantes de drogas.
A parceria com um governo petista é especialmente contraditória porque o partido tem como resolução oficial a legalização do aborto e a defesa das bandeiras do movimento gay. O autor do sermão da última quarta-feira no culto da Câmara sabe bem disso. Henrique Afonso, que é presbiteriano, foi integrante do PT até 2009, quando acabou punido por não abrir mão da oposição ao aborto. Luiz Bassuma, espírita, também deixou a sigla e foi parar no mesmo PV.

"Nós tínhamos uma cláusula de consciência quando eu entrei no PT, e isso me garantia a expressão da minha cosmovisão", explica Afonso. "A partir do momento em que tiraram essa cláusula de consciência e passaram a defender explicitamente a descriminalização do aborto e outras matérias associadas à bioética, eu tive de ter um posicionamento contrário."
Afonso e Bassuma entraram no PV porque, na época, a sigla tinha como expoente a ex-senadora Marina Silva, também evangélica. Agora, ela pretende formalizar o seu novo partido, a Rede, para disputar as eleições presidenciais de 2014. É pouco provável que o projeto seja bem-sucedido. Mas, se funcionar, Marina será a primeira representante das igrejas protestantes a chegar ao poder máximo.
Leia também:
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Estado laico – Anthony Garotinho, um dos expoentes da bancada, afirma que a laicidade - separação do poder político e administrativo da religião - do estado é uma bandeira dos protestantes. "O que não pode é misturar a sua fé com a laicidade do estado", diz. O ex-governador do Rio de Janeiro é um curioso caso de político que mudou de eleitores ao longo da carreira: até 1994, quando se converteu e passou a integrar a Igreja Presbiteriana, ele se definia como marxista. Embora possa parecer contraditória, a defesa da laicidade é uma bandeira antiga dos deputados evangélicos. Antes de temas como a união de pessoas do mesmo sexo ganharem espaço no Congresso, um dos principais alvos dos protestantes eram a Igreja Católica, que eles viam como privilegiada pelo poder público.
A presença dos evangélicos no Congresso é apenas o resultado de uma realidade demográfica: o rápido crescimento das religiões evangélicas, especialmente as pentecostais, deve resultar em uma consolidação da presença de pastores protestantes no poder. A bancada evangélica, aliás, permanecerá em evidência nos próximos dias. A pressão para que Marco Feliciano deixe a presidência da Comissão de Direito Humanos continua crescendo. Ele diz que não abrirá mão do cargo. Mas, se isso acontecer, os parlamentares de partidos de esquerda que protestam contra o pastor não devem ficar muito animados: os deputados evangélicos permanecerão sendo maioria na comissão. Sinal de novos tempos no Congresso.
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Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Cunha: influente no Congresso e enrolado na Justiça Líder do PMDB, a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados, o deputado Eduardo Cunha (RJ) é conhecido por ser um bom articulador: negocia cargos e liberação dos recursos de emendas dos parlamentares. Cunha ajudou a levar o polêmico pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos, ao ceder vagas de seu partido ao PSC. A questão religiosa por vezes o sobressalta. O deputado-pastor criticou a ministra de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, devido ao seu posicionamento favorável à legalização do aborto e à união homossexual. “A nomeação da abortista sodoministra foi um desastre para a imagem do governo. Lamentável mesmo”, disse, por meio do Twitter. Atualmente, Cunha é réu de ação penal do STF por falsificação de documentos. Além disso, é investigado por sonegação de impostos. 

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STF autoriza investigação contra líder do governo no Senado

Atualizado: 23/03/2013 06:48 | Por Reuters, Reuters

STF autoriza investigação contra líder do governo no Senado






SÃO PAULO, 23 Mar (Reuters) - O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu inquérito para investigar denúncia de que o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), cometeu fraude na desapropriação de um terreno em 2003, quando era governador do Amazonas.
Em decisão na noite de sexta-feira, segundo informações da Agência Brasil, o ministro Gilmar Mendes, do STF, acatou pedido da Procuradoria Geral da República para investigar se Braga cometeu os crimes de peculato, formação de quadrilha e fraude em licitação.
Segundo a denúncia da PGR, um terreno comprado pela empresa Columbia Engenharia por 400 mil reais foi desapropriado pelo governo do Estado três meses depois por 13,1 milhões de reais para a construção de moradias populares.
Além de Braga, outras seis pessoas estariam envolvidas no suposto esquema, segundo a PGR.
Ao abrir o inquérito para analisar o caso, Mendes autorizou várias medidas, como quebra de sigilo bancário, perícia da Polícia Federal e coleta do depoimento dos envolvidos.
Como Braga é senador, dispõe de prerrogativa de foro e qualquer abertura de investigação contra ele precisa ser autorizada pelo Supremo.

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Vettel vence na Malásia; Massa chega em quinto

Atualizado: 24/03/2013 05:05 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Vettel vence na Malásia; Massa chega em quinto





Vettel vence na Malásia; Massa chega em quinto
Vettel vence na Malásia; Massa chega em quinto
Redação esportes, 24 mar (EFE).- O piloto alemão Sebastian Vettel (Red Bull), tricampeão do mundo de Fórmula 1, completou neste domingo um fim de semana excepcional ao ganhar o Grande Prêmio da Malásia, a segunda prova da temporada, em uma corrida na qual o brasileiro Felipe Massa terminou na quinta posição.
Vettel foi o melhor após 56 voltas no percurso de Sepang, para completando a corrida em uma hora, e ganhou na frente de seu companheiro de equipe, o australiano Mark Webber, que foi o segundo, e do inglês Lewis Hamilton (Mercedes), que também subiu ao pódio, ao finalizar em terceiro.
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Juiz aposentado Hazar Khan Khoso liderará governo interino no Paquistão

Atualizado: 24/03/2013 05:37 | Por EFE Brasil, EFE Multimedia

Juiz aposentado Hazar Khan Khoso liderará governo interino no Paquistão






O juiz aposentado Hazar Khan Khoso comandará governo interino do Paquistão
O juiz aposentado Hazar Khan Khoso comandará governo interino do Paquistão
Islamabad, 24 mar (EFE).- O juiz aposentado Hazar Khan Khoso será o primeiro-ministro do governo interino do Paquistão até que seja constituído um novo Executivo após as eleições gerais de 11 de maio, anunciou neste domingo uma fonte da Comissão Eleitoral paquistanesa.
Khoso foi eleito entre quatros candidatos possíveis, informou o chefe da Comissão, Fakhrudin G. Ibrahim, segundo a imprensa local.
Segundo a emissora de TV 'Geo', Khoso, que procede da província do Baluchistão, no oeste do país, era o candidato apoiado pelo último governo, do Partido Popular (PPP), e foi eleito no segundo dia de votações.
Os outros três candidatos - todos eles juízes aposentados - eram Falz ur Rehman (também procedente do Baluchistão), Riaz Kiyani (da província de Punjab), Roshan Essani (de Sindh) e Shahzad Akbar Khan (de Khyber-Pakhtunkhwa).
O governo interino tem como objetivo supervisionar as próximas eleições.
Na quarta-feira passada, o chefe de Estado paquistanês, Asif Ali Zardari, assinou a ata que estabelece a realização, em 11 de maio, do pleito legislativo no país.
A eleição da Comissão Eleitoral ocorreu depois que o PPP de Zardari e o líder da oposição, Chaudhry Nisar Alí Khan, da Liga Muçulmana-N, não conseguiram fechar um acordo sobre o primeiro-ministro interino após o anúncio do pleito.
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Sinopse:

1600 Penn é uma série criada Jason Winer (Modern Family), Jon Lovett, um dos jornalistas que escrevia os discursos do Presidente Barak Obama, e Josh Gad, ator do musical The Book of Mormon, que também estrela a série. A sitcom gira em torno de uma família que vive na Casa Branca. Bill Pullman, de Torchwood, interpreta o Presidente dos EUA Dale Gilchrist, um viúvo que se casa com Emily Nash Gilchrist (Jenna Elfman, de Dharma e & Greg), uma jovem que se destaca na imprensa como uma mulher bonita e graciosa mas que, em casa, tem dificuldades de lidar com os filhos do marido.
Estes são Skip (Josh Gad), rapaz bem intencionado porém desajeitado, que acaba colocando em risco suas boas ações; Rebecca (Martha MacIsaac, que substituiu Brittany Snow), uma adolescente perfeccionista e ambiciosa; Marigold (Amara Miller), uma pré-adolescente, e o garoto Xander (Benjamin Stockham, de Sons of Tucson).

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Episódio 01 - Putting Out Fires Legendado
Episódio 02 - The Skiplantic Ocean Legendado
Episódio 03 - So You Don't Want to Dance Legendado
Episódio 04 - Meet the Parent Legendado
Episódio 05 - Frosting/Nixon Legendado
Episódio 06 - Skip the Tour Legendado
Episódio 07 - To the Ranch Legendado
Episódio 08 - Game Theory Legendado
Episódio 09 - Game Theory Legendado
Episódio 10 - The Short Happy Life of Reba Cadbury INGLÊS
Episódio 11 - Dinner, Bath, Puzzle INGLÊS
Episódio 12 - Bursting the Bubble 04/04/2013

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1600 Penn é uma série criada Jason Winer (Modern Family), Jon Lovett, um dos jornalistas que escrevia os discursos do Presidente Barak Obama, e Josh Gad, ator do musical The Book of Mormon, que também estrela a série. A sitcom gira em torno de uma família que vive na Casa Branca. Bill Pullman, de Torchwood, interpreta o Presidente dos EUA Dale Gilchrist, um viúvo que se casa com Emily Nash Gilchrist (Jenna Elfman, de Dharma e & Greg), uma jovem que se destaca na imprensa como uma mulher bonita e graciosa mas que, em casa, tem dificuldades de lidar com os filhos do marido.
Estes são Skip (Josh Gad), rapaz bem intencionado porém desajeitado, que acaba colocando em risco suas boas ações; Rebecca (Martha MacIsaac, que substituiu Brittany Snow), uma adolescente perfeccionista e ambiciosa; Marigold (Amara Miller), uma pré-adolescente, e o garoto Xander (Benjamin Stockham, de Sons of Tucson).

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