quinta-feira, 21 de março de 2013

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Brasília pede ajuda da ONU para estádio da Copa

Brasília pede ajuda da ONU para estádio da Copa

Atualizado: 21/03/2013 04:30 | Por Reuters, Reuters 
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Por Anthony Boadle
BRASÍLIA, 20 Mar (Reuters) - Com dificuldades para concluir seu estádio antes da Copa das Confederações, Brasília está pedindo ajuda a uma fonte surpreendente: a Organização das Nações Unidas (ONU).
O governo do Distrito Federal assinou nesta semana um acordo de 35 milhões de reais com duas agências da ONU para que elas adquiram serviços e itens como barracas, geradores e câmeras de segurança para o estádio, disse um funcionário da entidade internacional à Reuters na quarta-feira.
O contrato é um dos mais claros sinais de que o Brasil está atrasado na construção dos estádios e de outras obras importantes para eventos esportivos que irá sediar. A Copa das Confederações, em junho, é um evento-teste para a Copa do Mundo, um ano depois.
A vantagem da ONU é que ela pode adquirir produtos e serviços sem passar pelos complexos e demorados processos de licitação exigidos pela lei brasileira.
Como o Estádio Nacional Mané Garrincha tem apenas 87 por cento das suas obras já realizadas, e a Fifa espera recebê-lo em meados de abril, o fator tempo é crucial.
"Com o curto cronograma e a necessidade de focar na conclusão do estádio, o governo do Distrito Federal não conseguiu fazer a compra a tempo por meio de licitação pública", disse Arnaud Peral, representante-adjunto do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil.
Algumas das estruturas temporárias a serem adquiridas pelas agências da ONU para a Copa das Confederações - que reúne campeões continentais mais o país-sede - continuarão disponíveis para os setes jogos da Copa do Mundo a serem disputados em Brasília em 2014, segundo Peral.
Boaz Paldi, porta-voz do PNUD em Nova York, disse que o acordo com o Brasil "não é inteiramente inédito", e que o valor do contrato ainda pode aumentar.
Ele disse que o PNUD já auxiliou no passado projetos relacionados aos Jogos Pan-Americanos, e que a agência ganhará "visibilidade" no Brasil devido à sua participação.
Um porta-voz do governo do Distrito Federal disse que o governador Agnelo Queiroz (PT) tem por regra não comentar os contratos da capital.
No entanto, por meio de sua assessoria, o governo enviou nota para esclarecer que "os convênios firmados com o PNUD não têm relação com as obras do estádio, que estão dentro do cronograma, e sim com estruturas temporárias" que ficarão ao redor da arena, conforme exigido pela Fifa.
O governou acrescentou que o estádio será inaugurada no dia 21 de abril.
Não é a primeira vez que o Brasil se vale da experiência de agências da ONU. No ano passado, para o evento ambiental Rio+20, o PNUD colaborou para garantir a transparência dos processos de aquisição, e também a acessibilidade para pessoas com deficiências, a sustentabilidade ambiental e a inclusão social.
A Fifa já alertou que o Brasil não pode mais ter atrasos nas obras. O novo estádio de Brasília, com 70 mil lugares, será o segundo maior da Copa de 2014. Ainda falta cobri-lo, instalar acessórios e plantar a grama.
Antes da Copa das Confederações, o estádio deve receber dois jogos: a final do Campeonato Brasiliense, em 18 de maio, e a primeira rodada do Campeonato Brasileiro, entre Santos e Flamengo, uma semana depois.
(Reportagem adicional de Jeferson Ribeiro em Brasília e Louis Charbonneau em Nova York)

 

ONU fará investigação sobre suposto ataque com armas químicas na Síria

Atualizado: 21/03/2013 08:20 | Por Reuters, Reuters

ONU fará investigação sobre suposto ataque com armas químicas na Síria




NAÇÕES UNIDAS, 21 Mar (Reuters) - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou nesta quinta-feira que a ONU vai lançar uma investigação a pedido do governo sírio sobre alegações de que armas químicas foram usadas no país.
"Tomei a decisão de realizar uma investigação da ONU sobre a eventual utilização de armas químicas na Síria", disse Ban a jornalistas. Ele disse que a investigação irá focar "o incidente específico trazido à minha atenção pelo governo sírio."
A Síria pediu a Ban na quarta-feira para investigar um suposto ataque com armas químicas por "grupos terroristas", perto da cidade de Aleppo, na terça-feira, afirmou o embaixador sírio da ONU, Bashar Ja'afari.
A oposição síria afirmou na quarta-feira que houve um segundo ataque com armas químicas, na terça-feira, em Damasco, além daquele que o governo e a oposição se acusam mutuamente de terem realizado em Aleppo, no mesmo dia.
Mas Ban deixou claro que o foco da investigação seria o ataque em Aleppo.
"É claro que estou ciente de que há outras alegações de casos semelhantes envolvendo o uso relatado de armas químicas", disse ele, acrescentando que as ONU teria a cooperação da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW, na sigla em inglês) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).
"A plena cooperação de todas as partes será essencial. Insisto que isso inclua acesso irrestrito", disse ele. "Eu reiterei este ponto em meu contato com as autoridades sírias".
"Há muito trabalho a fazer e isso não vai acontecer da noite para o dia, é obviamente uma missão difícil", disse Ban. "Eu pretendo que esta investigação comece, logo que for praticamente possível."
(Reportagem de Michelle Nichols)

Capitães de Areia - Jorge Amado

Capitães de Areia - Jorge Amado

Filme baseado no livro Autor: Jorge Amado 
Resumo do livro:
Os Capitães da Areia são um grupo de meninos de rua. O livro é dividido em três partes. Antes delas, no entanto, há uma seqüência de pseudo-reportagens, explica-se que os Capitães da Areia são um grupo de menores abandonados e marginalizados, que aterrorizam Salvador. Os únicos que se relacionam com eles são Padre José Pedro e uma mãe-de-santo. O Reformatório é um antro de crueldades, e a polícia os caçam como os adultos antes do tempo que são.
A primeira parte em si, "Sob a lua, num velho trapiche abandonado" conta algumas histórias quase independentes sobre alguns dos principais Capitães da Areia (o grupo chegava a quase cem, morando num trapiche abandonado, mas tinha líderes). 
Pedro Bala, o líder, de longos cabelos loiros e uma cicatriz no rosto, uma espécie de pai para os garotos, mesmo sendo tão jovem quanto os outros, e depois descobre ser filho de um líder sindical morto durante uma greve; Volta Seca, afilhado de Lampião, que tem ódio das autoridades e o desejo de se tornar cangaceiro; Professor, que lê e desenha vorazmente, sendo muito talentoso; Gato, que com seu jeito malandro acaba conquistando uma prostituta, Dalva; Sem-Pernas, o garoto coxo que serve de espião se fingindo de órfão desamparado (e numa das casas que vai é bem acolhido, mas trai a família ainda assim, mesmo sem querer fazê-lo de verdade); João Grande, o "negro bom" como diz Pedro Bala, segundo em comando; Querido-de-Deus, um capoeirista que é só amigo do grupo; e Pirulito, que em grande fervor religioso.
O ápice da primeira parte vem em duas partes: quando os meninos se envolvem com um carrossel mambembe que chegou na cidade, e exercem sua meninez; e quando a varíola ataca a cidade e acaba matando um deles, mesmo com Padre José Pedro tentando ajudá-los e se encrencando por isso.
A segunda parte, "Noite da Grande Paz, da Grande Paz dos teus olhos", surge uma história de amor quando a menina Dora torna-se a primeira "Capitã da Areia", e mesmo que inicialmente os garotos tentem tomá-la a força, ela se torna como mãe e irmã para todos. (O homossexualismo é comum no grupo, mesmo que em dado momento Pedro Bala tente impêdi-lo de continuar, e todos eles costumam "derrubar negrinhas" na orla.) Mas Professor e Pedro bala se apaixonam por ela, e Dora se apaixona por Pedro Bala. Quando Pedro e ela são capturados (ela em pouco tempo passa a roubar como um dos meninos), eles são muito castigados, respectivamente no Reformatório e no Orfanato. Quando escapam, muito enfraquecidos, se amam pela primeira vez na praia e ela morre, marcando o começo do fim para os principais membros do grupo.
"Canção da Bahia, Canção da Liberdade", a terceira parte, vai nos mostrando a desintegração dos líderes. Sem-Pernas se mata antes de ser capturado pela polícia que odeia; Professor parte para o RJ para se tornar um pintor de sucesso, entristecido coma morte de Dora; Gato se torna uma malandro de verdade, abandonando eventualmente sua amante Dalva, e passando por ilhéus; Pirulito se torna frade; Padre José Pedro finalmente consegue uma paróquia no interior, e vai para lá ajudar os desgarrados do rebanho do Sertão; Volta Seca se torna um cangaceiro do grupo de Lampião e mata mais de 60 soldados antes de ser capturado e condenado; João Grande torna-se marinheiro; Querido-de-Deus continua sua vida de capoeirista e malandro; Pedro Bala, cada vez mais fascinado com as histórias de seu pai sindicalista, vai se envolvendo com os doqueiros e finalmente os Capitães da Areia ajudam numa greve. Pedro Bala abandona a liderança do grupo, mas antes os transforma numa espécie de grupo de choque. Assim Pedro Bala deixa de ser o líder dos Capitães da Areia e se torna um líder revolucionário comunista.
Este livro foi escrito na primeira fase da carreira de Jorge Amado, e nota-se grandes preocupações sociais. As autoridades e o clero são sempre retratados como opressores (Padre José Pedro é uma exceção mas nem tanto; antes de ser um bom padre foi um operário), cruéis e responsáveis pelos males.
Os Capitães de Areia são heróicos, "Robin Hood's" que tiram dos ricos e guardam para si (os pobres). O Comunismo é mostrado como algo bom, e o Padre José Pedro tem dúvidas quanto a posição da Igreja quanto ao assunto. No geral, as preocupações sociais dominam, mas os problemas existenciais dos garotos os transforma em personagens únicos e corajosos, corajosos Capitães da Areia de Salvador.

Bancos do Chipre podem fechar se imposto não for aprovado--autoridade do UE

Atualizado: 21/03/2013 08:22 | Por Reuters, Reuters

Bancos do Chipre podem fechar se imposto não for aprovado--autoridade do UE




BRUXELAS, 21 Mar (Reuters) - Se o Chipre não puder concordar com um imposto sobre depósitos, o país enfrentará o fechamento de seus maiores bancos, o que iria eliminar completamente os depositantes sem seguro, ou ser forçado a deixar a zona do euro, afirmou uma autoridade da União Europeia nesta quinta-feira.
"No limite, a escolha é deles", disse a autoridade, que tem informações diretas das negociações entre a zona do euro, o Fundo Monetário Internacional e o Chipre.
(Reportagem de Jan Strupczewski)

FILMES de ANIMAção

FILMES de ANIMAção]

Teleconferência da zona do euro revela grau de preocupação com Chipre

Atualizado: 21/03/2013 08:22 | Por Reuters, Reuters

Teleconferência da zona do euro revela grau de preocupação com Chipre




BRUXELAS, 21 Mar (Reuters) - Autoridades financeiras da zona do euro admitiram durante teleconferência na quarta-feira que o bloco está "numa confusão" por causa do Chipre, e discutiram a imposição de controles de capital para isolar a união monetária de um possível colapso da economia cipriota.
Em anotações detalhadas às quais a Reuters teve acesso, um funcionário descreveu um ambiente de emoções à flor da pele, dificultando a busca por soluções racionais, e disse que "falou-se abertamente a respeito do (Chipre) deixar a zona do euro".
A teleconferência reuniu membros do Grupo de Trabalho do Eurogrupo, composto por vice-ministros das Finanças e dirigentes dos Tesouros dos 17 países da zona do euro, além de representantes do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia.
Chipre decidiu não participar da conferência, o que vários participantes viram com preocupação.
"O Parlamento (cipriota) está provavelmente emotivo demais e não vai decidir nada. Se o Chipre sente que não pode nem participar da conferência, isso é um grande problema para nós", disse o representante francês, segundo as anotações obtidas pela Reuters. "Nunca vimos isso", indignou-se ele.
O representante alemão citou a necessidade de saber mais sobre a fuga de capitais do Chipre para a Rússia e a Grã-Bretanha, e enfatizou que "estamos prontos para encontrar uma solução imediatamente", desde que os parâmetros do resgate definido no sábado entre os ministros de Finanças da zona do euro sejam respeitados.
Esse funcionário também citou a necessidade de resolver a situação dos dois maiores bancos da ilha, ambos próximos do colapso, e mencionou a possibilidade do Chipre deixar a zona do euro.
Caso isso ocorra, o funcionário disse que seria preciso tomar providências para proteger o restante da zona do euro, de modo a evitar um contágio sobre outros países --e particularmente a Grécia.
Uma questão repetidamente discutida na teleconferência foi o risco de grandes saques das contas correntes quando os bancos cipriotas reabrirem, provavelmente na terça-feira. O representante do Banco Central Europeu disse que a situação está sendo monitorada de perto e que "preparativos técnicos" estão sendo feitos para limitar os saques bancários.
"Algumas leis precisam ser aprovadas. No geral, estamos em uma situação muito difícil", disse o funcionário, segundo as anotações. "(Estamos) tentando fazer tudo dentro dos nossos poderes para limitar quaisquer retiradas não autorizadas."
O ministro cipriota das Finanças continua discutindo em Moscou, nesta quinta-feira, uma forma de envolver a Rússia no resgate, de modo que grandes correntistas dos bancos do Chipre --entre os quais há muitos russos-- não sejam afetados por um confisco.
Os mercados financeiros pouco têm se abalado com os problemas cipriotas, talvez por considerar que o país é pequeno demais para causar uma grave crise (seu PIB é de apenas 17 bilhões de euros), ou por confiar em uma solução.
"Os mercados acreditam que vamos encontrar uma solução e que vamos fornecer mais dinheiro, e esse pode não ser o caso", disse um dos participantes da conferência.
Ao encerrar a discussão, o presidente do grupo, o austríaco Thomas Wieser, qualificou a situação como nebulosa, e também lamentou a ausência cipriota.
"A economia vai despencar no Chipre, independentemente de qualquer coisa", disse ele, segundo as anotações. "Restrições sobre o capital provavelmente serão impostas", afirmou ele, acrescentando que novas teleconferências devem ser convocadas nos próximos dias.
(Texto de Luke Baker)

Ataque cibernético a Seul expõe "guerra digital" norte-coreana

Atualizado: 21/03/2013 07:49 | Por Reuters, Reuters

Ataque cibernético a Seul expõe "guerra digital" norte-coreana




Por Ju-min Park
SEUL, 21 Mar (Reuters) - Um ataque cibernético que afetou três redes de TV e dois grandes bancos da Coreia do Sul foi considerado pela maioria dos analistas como uma demonstração de força da Coreia do Norte, num momento de excepcional tensão na dividida península coreana.
Autoridades sul-coreanas atribuíram a violação de quarta-feira a um servidor da China, país já usado no passado por hackers norte-coreanos. Isso demonstra a vulnerabilidade da Coreia do Sul --a economia mais conectada do planeta-- a guerras não-convencionais.
A chancelaria chinesa disse que os hackers são um "problema global", anônimo e transfronteiriço.
"Hackers costumam usar endereços IP de outros países para realizar seus ataques", disse a jornalistas um porta-voz do ministério chinês, Hong Lei.
Uma fonte governamental em Seul atribuiu o ataque diretamente ao regime comunista norte-coreano, mas a polícia e a agência nacional de crimes informáticos disse que a apuração das responsabilidades pode levar meses.
Jang Se-yul, ex-soldado norte-coreano que formou hackers numa academia militar de Pyongyang antes de desertar para o Sul, em 2008, estima que o Norte tenha cerca de 3.000 militares, incluindo 600 hackers profissionais, na sua unidade cibernética.
O local onde Jang estudou, a Universidade Mirim, se chama hoje Universidade da Automação. Ela foi criada no final da década de 1980 para contribuir com a automação militar norte-coreana, e tem atualmente uma turma especial para formar hackers profissionais.
Os "guerreiros cibernéticos" norte-coreanos desfrutam de regalias como apartamentos de luxo, disse Jang à Reuters.
Segundo ele, Pyongyang vê os ataques digitais como uma nova frente na sua "guerra" contra a Coreia do Sul. "Não acho que eles irão parar em uma disfunção temporária. A Coreia do Norte pode facilmente derrubar outro países em um ataque de guerra cibernética", afirmou.
Como acontece com quase tudo na Coreia do Norte, é difícil determinar ao certo as capacidades cibernéticas do país. A vasta maioria dos norte-coreanos não tem computador nem acesso a internet, uma política que o regime de Kim Jong-un adota para limitar a influência estrangeira sobre a população.
O funcionário indicado para ser o próximo chefe da inteligência sul-coreana disse recentemente ao Parlamento que o Norte é suspeito de ter causado a maior parte dos 70 mil ataques cibernéticos registrados nos últimos cinco anos contra instituições públicas do país, segundo relato do canal de TV YTN.
Recentemente, a Coreia do Norte ameaçou os EUA com um ataque nuclear, e disse que bombardearia a Coreia do Sul em resposta a exercícios militares "hostis" realizados conjuntamente por Washington e Seul.
(Reportagem adicional de Jack Kim, Narae Kim, Hyunjoo Jin, Joyce Lee, Se Young Lee, em Seul, e Ben Blanchard em Pequim)

Orações Subordinadas Substantivas

Orações Subordinadas Substantivas




Por Araújo, A. Ana Paula de
Um período pode ser composto por coordenação ou por subordinação. Quando é composto por coordenação, as orações possuem uma independência estrutural, podendo vir separadamente sem prejuízo. Já no período composto por subordinação, as orações são dependentes entre si por meio de suas estruturas. Há três tipos de orações subordinadas: As substantivas, as adjetivas e as adverbiais. Trataremos aqui especificamente sobre o primeiro tipo:
Orações Subordinadas Substantivas
São orações que exercem a mesma função que um substantivo, na estrutura sintática da frase.
Exemplo 1:
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- A menina quis um sorvete. (período simples)
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = objeto direto;
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Temos duas posições na frase anterior em que podemos usar um substantivo: o sujeito (menina) e o objeto direto (sorvete). Nessas mesmas posições podem aparecer, em um período composto, orações subordinadas substantivas.
Dependendo de onde elas apareçam e da função que elas exerçam, poderemos classificar como Subjetiva (função de sujeito) ou como Objetiva direta (função de objeto direto).
Sendo assim, notamos que:
- A menina quis que eu comprasse sorvete. (período composto)
A menina = sujeito;
Quis = verbo transitivo direto;
Que eu comprasse sorvete = Oração subordinada substantiva Objetiva direta
E ainda em:
- Quem me acompanhava quis um sorvete. (período composto)
Quem me acompanhava = oração subordinada subjetiva;
Quis = verbo transitivo direto;
Um sorvete = Objeto direto;
Além das posições de sujeito e objeto direto, as orações subordinadas substantivas podem exercer a função de um predicativo, de um objeto indireto, de um aposto e de um complemento nominal.
Portanto podemos ter oração subordinada substantiva de 6 tipos:
1. Subjetiva: ocupa a função de sujeito.
Exemplos:
- É preciso que o grupo melhore.
Verbo de Ligação + predicat. + O. S. S. Subjetiva
- É necessário que você compareça à reunião.
VL + predicat. O. S. S. Subjetiva
- Consta que esses homens foram presos anteriormente.
VI + O. S. S. Subjetiva
- Foi confirmado que o exame deu positivo.
Voz passiva O. S. S. Subjetiva
2. Predicativa: ocupa a função do predicativo do sujeito.
Exemplos:
- A dúvida é se você virá.
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
- A verdade é que você não virá.
Suj. + VL + O. S. S. Predicativa
3. Objetiva Direta: ocupa a função do objeto direto. Completa o sentido de um Verbo Transitivo Direto.
Exemplos:
- Nós queremos que você fique.
Suj. + VTD + O. S. S. Obj. Direta
- Os alunos pediram que a prova fosse adiada.
Sujeito + VTD + O. S. S. Objetiva Direta
4. Objetiva Indireta: ocupa a função do objeto indireto.
Exemplos:
- As crianças gostam (de) que esteja tudo tranqüilo.
Sujeito + VTI + O. S. S. Objetiva Indireta
- A mulher precisa de que alguém a ajude.
Sujeito + VTI + O. S. S. Obj. Indireta
5. Completiva Nominal: ocupa a função de um complemento nominal.
Exemplos:
- Tenho vontade de que aconteça algo inesperado.
Suj. + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Completiva Nominal
- Toda criança tem necessidade de que alguém a ame.
Sujeito + VTD + Obj. Dir. + O. S. S. Comp. Nom.
6. Apositiva: ocupa a função de um aposto.
Exemplos:
- Toda a família tem o mesmo objetivo: que eu passe no vestibular.
Sujeito + VTD + Objeto Direto + O. S. S. Apositiva